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8/31/2011

Artigo "Escola Segura" Revista IP nº 38 Jul 2011








Alexandre Chamusca
Eng. Sistemas Electrónicos Segurança 

 

1/18/2011

Artigo na Visão Nº 930 Dez 2010 "Terror em casa" - Homejacking, o crime escondido












"Homejacking" - O pior pesadelo de qualquer família...
É por isso que é preciso pensar a nossa segurança e não deixar ao acaso, o nosso conforto familiar...
 
Devia pensar nisso...
 
Alexandre Chamusca
Consultor Soluções Electrónicas de Segurança




 

12/30/2010

Artigo de Opinião Revista IP - Instalações Profissionais Nº 33 Dez 2010


Resumo artigo:

O que é que a segurança electrónica tem a haver com a gestão?
Aparentemente nada, mas na prática o nível de integração e controlo dos dados e imagens relativos à segurança das pessoas e bens, que os sistemas electrónicos de segurança proporcionam, podem torná-los numa poderosa ferramenta de gestão interna, com reflexos significativos na optimização / redução de custos associados à prestação de serviços de vigilância humana.


Artigo da responsabilidade de:

Engº Alexandre Chamusca
Consultor Soluções Integradas de Segurança
Data: 30/12/2010

4/16/2008

Que componentes deveria ter um sistema de segurança de uma vivenda, para ser eficaz?

Os componentes que considero relevantes para o dimensionamento de um sistema de segurança electrónico eficaz para vivendas, são:

1. Sistema de segurança
2. Detecção perimétrica exterior
3. Sistema de CFTV (Circuito Fechado de TV)

1 Sistema de segurança central

1.1 O sistema de segurança de uma vivenda deve ser dimensionado por forma a garantir a segurança dos seus ocupantes enquanto dormem, pelo que deve possuir um teclado na zona dos quartos, permitindo activar o sistema nas restantes zonas da casa, mantendo desactivanda a detecção de movimento na zona ocupada.


1.2 O sistema deve estar ligado a uma central de recepção e tratamento de alarmes por ADSL e por GSM (só activado em caso de corte de linha telefónica).

1.3 Deve ser prevista a instalação de uma sirene exterior e uma sirene interior.

1.4 Deve ser identificado um (ou mais) circuito de iluminação exterior e prever-se a sua interligação ao sistema de segurança, por forma a ser automaticamente activado em caso de alarme, funcionando como efeito dissuasor.

1.5 Devem ser instalados botões de pânico em locais de passagem interior da vivenda por forma a proporcionar o accionamento imediato do alarme (mesmo que esteja desligado) em caso de perigo de ameaça.

1.6 O nº de periféricos e a sua localização dependerão da topologia e disposição dos espaços interiores da vivenda.

1.7 O sistema de segurança deve ter uma autonomia sem energia superior a 20 horas.


2 Detecção perimétrica exterior

2.1 O sistema de detecção perimétrica exterior deve fazer parte integrante do sistema de segurança global e ter uma correspondência directa a cada zona exterior protegida. Estas zonas devem poder fazer parte da activação parcial do alarme (no caso de vivenda estar ocupada).

2.2 A correspondência de cada zona exterior a um circuito de iluminação independente seria o ideal (para efeitos de dissuasão e eficácia na identificação da eventual ameaça).

2.3 A escolha dos meios electrónicos de detecção exterior deve ser correctamente efectuada, tendo em conta o relevo do terreno, tipo de vegetação, tipo de vedação e a eventual existência de animais domésticos.


3 Sistema de CFTV

3.1 As câmaras exteriores devem ser discretas, Dia & Noite e incorporar iluminadores de infra-vermelhos (alcance mínimo 15 metros). O seu nº e colocação dependem da topologia da vivenda e da sua implantação no terreno, mas devem proporcionar uma visão global do espaço circundante, com especial atenção para os acessos considerados “críticos”.

3.2 A existência das câmara associadas às zonas de protecção perimétrica exteriores é muito importante para: 1º dissusão; 2º permitir a visualização das imagens no circuito de TV da vivenda (em qualquer TV) evitando a exposição dos ocupantes ao risco, numa eventual saída ao exterior; 3º o eventual apuramento das ocorrências (local e/ou remoto) para que sejam tomadas as necessárias medidas reactivas;

3.3 Em caso de alarme as imagens devem poder ser visionadas na central de recepção e tratamento de alarmes, por forma a servirem de apoio à decisão das medidas reactivas a tomar em caso de confirmação de situações de perigo.

3.4 O sistema deve gravar localmente as imagens, só em caso de alarme.

3.5 O sistema deve possuir um sistema de alimentação próprio que proporcione uma autonomia não inferior a 30 minutos.


Alexandre Chamusca
Consultor de Segurança

2/27/2008

Alarme técnico para indústria de frio / Technical alarm for cold industrial apllications...

Detecção e reporte automático de corte de corrente:
Automatic detection and reporting in case of power failure:

O tempo de reacção em caso de corte de corrente é crítico para o sector da indústria de frio.
Reaction time to power failure is critical for cold industrial applications.

Quanto pode custar não saber que os produtos nas arcas frigoríficas estão a descongelar?
How much can cost you not knowing your food products are defrosting?


Quanto pode custar NÃO TER um sistema de detecção de corte de corrente e reporte automático (por telefone e/ou GSM)?
How much can cost you NOT HAVING an alarm system that automaticly reports you power failures?

Sabe qual é o desconto que pode conseguir no seguro caso prove a instalação deste sistema de segurança?

Do you know how much you could earn in your insurance proving you have such a system?

Valia a pena pensar nisso...
You should think about it...



Alexandre Chamusca
Composição extraída do livro técnico:
Domótica e Segurança Electrónica "A inteligência que se Instala"