Mostrando postagens com marcador Ordem Engenheiros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ordem Engenheiros. Mostrar todas as postagens

12/02/2011

Hospital Seguro - Soluções Integradas Segurança em Hospitais

Resumo do artigo:

Actualmente, todos sentimos necessidade de protecção contra qualquer tipo de acidente ou acto que possa colocar em risco pessoas e/ou bens.

Reduzir custos e aumentar níveis de serviço na área da segurança dos hospitais pode parecer um paradoxo, à primeira vista. No entanto vamos ver que não é…

Desenvolver uma solução de segurança somente em torno da vigilância humana é muito dispendioso e ineficaz em termos de prevenção e capacidade de resposta (situação típica da segurança nos hospitais).

O ideal é conseguir-se um equilíbrio entre tecnologia, soluções mecânicas e níveis de serviço profissionais de vigilância humana.

Além de se reduzirem custos, as soluções técnicas integradas implicam maior capacidade e qualidade na prestação dos serviços.

Os níveis de reação devem representar níveis de serviços a exigir contratualmente à empresa prestadora dos serviços de vigilância humana.

Só assim se consegue minimizar o risco de falha humana e fazer o contrato de prestação de serviço depender de um nível de serviço pré-acordado com o cliente.

80% dos problemas têm 20% de causas

Se esta abordagem for realmente tida em conta, será de facto possível baixar significativamente os custos gerais da segurança nos hospitais e melhorar significativamente os níveis dos serviços prestados, independentemente da empresa de vigilância humana contratada ou a contratar.  

Artigo da responsabilidade de:

Alexandre Chamusca (Engº)
Consultor Soluções Integradas Segurança



5/04/2009

Quem não sabe é como quem não vê...




















É inequívoco que a exposição ao risco aumentou e continuará a aumentar, da população em geral e de quem tem mais, em particular.
Mas será que a percepção desse aumento da exposição ao risco é interpretado e assumido por todos, da mesma maneira?
Os factos provam que não e a regra é que a maioria desvaloriza a sua própria situação relativamente aos "outros"...
Mas as coisas não acontecem só aos "outros" e são muitos aqueles que já relatam situações de risco que aconteceram a pessoas próximas, quer pessoalmente, quer profissionalmente.
O que quererá isto dizer? Não será que o risco se está a aproximar?

Com o aumento da crise e das situações de desespero, a tentação de roubar o alheio aumenta e quem já o praticava, tem tendência a ser mais ousado e descarado a fazê-lo. A desculpabilização pessoal surje facilitada pela consciencilaização generalizada das dificuldades com que as pessoas vivem em tempos de crise.

As pessoas compreendendo as dificuldades com que grande parte da população vive, não são tão intolerantes relativamente a situações de pequeno roubo. Mas por outro lado, quem pratica o pequeno roubo "sente" mais facilidade em roubar, pelo que o tenta fazer mais vezes e arrisca mais em consegui-lo. Este aumento da exposição ao risco de ser "apanhado", por parte do delinquente aumenta a probalidade de confronto e por pouco se pode passar a arriscar muito...
A precipitação e o nervosismo em pessoas que não estão habituadas a lidar com situações de alto risco pode levá-las a cometer actos de violência não justificada e desproporciondada, relativamente aos benefícios em causa.
Os jornais e telejornais retratam diáriamente situações destas, onde actos irreflectidos de criminalidade não organizada, resultam em factos de injustificada violência. Fica-se com a sensação que se mata e se pode morrer por muito pouco...



















Basta estar no sítio errado, na altura errada.
Quem não sabe é como quem não vê e muita gente não se apercebe de estar no sítio errado, no momento errada...

















A maior parte das pessoas que lê os reflexos da violência nos jornais e vê imagens chocantes nos telejornais, assumem-se como um mero expectador de um filme em que são "outros" os protagonistas, nunca se imaginando numa situação semelhante.
Essas pessoas "não sabem" porque se recusam "a ver"... São essas pessoas que estão mais expostas ao risco, porque caso sejam envolvidas nalguma situação perigosa, serão sempre apanhadas desprevenidas e o desfecho do confronto será sempre imprevisível, geralmente dramático...

Tomar consciência da insegurança em que se vive e convive, é uma necessidade.

Tomar consciência do nível de exposição ao risco, pessoal, familiar e profissional, ajuda a avaliar as medidas de segurança que se devem tomar para reduzir essa mesma exposição ao risco.
É preciso dissuadir quem queira intentar contra os nosssos interesses e conseguir interromper quem o tente, antes que a situação tome proporções difiíceis de controlar.

(Continua)

Alexandre Chamusca
Consultor de soluções de segurança

2/18/2009

Lançamento do livro técnico "A inteligência que se instala" no YouTube

Se não estiveram presentes na apresentação pública do livro técnico "A inteligência que se instala", organizada pela Ordem dos Engenheiros, no seu edifício sede, não percam a reportagem recentemente publicada em 4 partes no YOUTUBE:















1ª Parte:

http://www.youtube.com/watch?v=zDLTca4zlsE

2ª Parte:

http://www.youtube.com/watch?v=LG5z8L10zME


3ª Parte:

http://www.youtube.com/watch?v=6a2NChXSeQ4


4ª Parte:

http://www.youtube.com/watch?v=qdcTcI91xyk


Objectivo da apresentação do livro técnico:

Transmitir a necessidade de compra ao público alvo não técnico directa e indirectamente ligado à segurança electrónica e domótica.















Resumo do conteúdo da apresentação do livro:

A Domótica surge actualmente como o maior e melhor valor acrescentado das promoções imobiliárias, satisfazendo três necessidades básicas: conforto, segurança e comunicações.


Este livro técnico, procura esclarecer quem está interessado em investir em Domótica para não defraudar as expectativas quer de quem vende, quer de quem compra.


Para compreendermos o conceito, temos de estar preparados para abordar a Domótica em sentido lato. Em seguida precisamos de tomar consciência das vantagens da sua abrangência aplicacional. Por fim, temos de adquirir alguns conhecimentos de base técnica. A partir daí o leitor fica então preparado para desenvolver a sua própria capacidade de análise das múltiplas soluções apresentadas pelas principais marcas de equipamentos eléctricos e electrónicos de Domótica.


Neste sentido, dividi este livro em 3 partes:

A 1ª parte visa preparar o leitor para os temas gerais da segurança electrónica e em particular para os da automação doméstica (Domótica);

a 2ª parte apresenta os fundamentos técnicos das diversas áreas de aplicação para que o leitor consiga compreender e interpretar as vantagens do recurso à segurança electrónica em geral e à Domótica, em particular;

a 3ª parte, trata das aplicações práticas de segurança e Domótica.


Estiveram presentes no lançamento público do livro, os representantes dos patrocinadores do livro: SIEMENS, ESEGUR, HONEYWELL SECURITY, GE SECURITY e XKT.



Alexandre Chamusca