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6/21/2019

O optimismo trágico na contratação da segurança em Portugal


Consultoria de segurança – Uma história comercial


Consultoria de segurança – Uma história comercial


Para introduzir a pertinência e importância da consultoria de segurança (componente “Security”), nada melhor do que relatar uma história real que se passou com um cliente.

Numa visita comercial apresentei o tema ao administrador de uma empresa com alguma relevância no sector da distribuição de bebidas em Portugal.

Ouviu-me cabisbaixo com atenção e assim que teve oportunidade comentou:
Temos câmaras por todo o lado, um alarme contra intrusão e incêndio instalado e ligado a uma das maiores empresas do mundo de segurança privada que nos custou uma pequena fortuna! Somos obrigados a manter todas as certificações actualizadas e ainda por cima temos um vigilante da mesma empresa, 24 horas à porta…
Acha que mesmo assim não chega?

3 meses depois de termos tido esta conversa, o cliente chamou-me para uma nova reunião. 
Tinha sido assaltado…

Resultado da consultoria de segurança efectuada:

  • O alarme não tocou porque nunca era ligado. Supostamente por haver sempre gente a entrar e a sair das instalações da empresa, a qualquer hora do dia e da noite;
  • O sistema de vídeo vigilância filmou com má qualidade o assalto devido à pouca iluminação (assalto ocorreu numa sexta feira à noite), mas de qualquer forma não deu para identificar ninguém porque os assaltantes tinham todos mascaras de Carnaval…
  • O vigilante disse que não viu, nem ouviu ninguém…


Mais do que o valor dos produtos roubados (apuramento ainda dependente de um inventário que deverá acontecer), os assaltantes levaram vários computadores portáteis e o servidor onde eram feitos os “backups”…

A empresa ficou inoperacional vários dias e muita da informação deverá ser considerada perdida, causando prejuízos difíceis de apurar…

Além disto tudo, o seguro recusa-se a pagar, alegando falhas graves na segurança (solicitaram uma auditoria técnica aos sistemas instalados).

Moral da história:

Quanto terá custado ao cliente não ter contratado a consultoria de segurança (componente “Security”) antes de ter sido assaltado, em vez de depois de facto consumado?

Alexandre Chamusca
Soluções Integradas Segurança



1/07/2016

Consultoria especializada em segurança

São muitos os que dizem que fazem...
Mas são poucos os que arriscam dizer que o fazem bem...
Discutir e arquitectar a política interna de segurança de uma empresa é matéria para um grupo de especialistas com conhecimentos adquiridos nas suas várias vertentes e sobretudo com capacidade de perspectivar as soluções do ponto de vista do cliente, maximizando o retorno do investimento a realizar na sua segurança...



A XKi foi criada por um grupo de especialistas em segurança que gostam do que fazem e que têm orgulho nas suas origens profissionais.
A consultoria em segurança pode e deve ser abordada pela vertente especializada e numa perspectiva global das necessidades das empresas.
Na actual conjuntura do mercado Nacional e Internacional, uma empresa que diga estar segura é sinal que anda muito mal informada e é uma prova que está a ser muito mal assessorada relativamente à sua política interna de segurança...


Alexandre Chamusca
Partner XKi
Security Management Consulting

11/08/2015

MUDANÇA DE PARADIGMA...

Mudança de paradigma...

A forma como pensamos nas coisas não tem de ser sempre a mesma.


Os estereótipos não nos devem ser impostos pelo que conhecemos do passado...
A capacidade de aceitar a mudança é uma prova de inteligência.
Pense por si, decida por si, seja responsável.

A melhor forma de pensar é a que trouxer mais valor.



Partner XKi
Security Management Consulting

10/25/2015

GLOBAL INSECURITY - XKi integrated consultancy management approach



Traditional role of risk management is changing in corporate companies…

XKi security consultants help their clients avoiding risks but also taking them, on a “can-do” attitude.

As board executive security advisors, we promote prevention and avoidance but also guidance and recovery in business continuity.
  

That’s probably number-one importance for risk management nowadays…


Alexandre Chamusca
Partner XKi
Security Management Consulting

12/21/2014

O valor acrescentado da consultoria especializada em segurança

     

Homens armados roubam uma das mais luxuosas lojas de Berlim - sicnoticias.sapo.pt

Um grupo de homens armados assaltou a maior loja de Berlim, na Alemanha. A polícia tem montada uma operação de busca para tentar encontrar os ladrões, que levaram, sobretudo, jóias e relógios.

Para que os "meios" justifiquem os "fins" é preciso saber qual é grau de exposição ao risco e os níveis da ameaça directa e indirecta...

Falhando a análise, falham os meios...

Falhando os meios, acontece o que o cliente não espera que aconteça, porque está iludido relativamente ao seu grau de protecção: São roubados escandalosamente...

Além dos prejuízos, é preciso que o cliente tenha consciência que, além dos prejuízos, terá de voltar a mandar avaliar o grau de exposição ao risco e investir no aumento dos níveis de protecção...

Resumindo:



Porquê não fazer as coisas como deve ser, logo à partida? 

Esse trabalho de consultoria especializada em segurança é mais importante do que possa parecer à 1ª vista e em vez de ser interpretado como um custo, devia ser enquadrado num investimento estratégico da empresa na sua própria solução integrada de segurança...


Alexandre Chamusca
Partner XKi
Security Management Consulting

12/09/2014

MERCADO DA SEGURANÇA - Novas Estratégias Precisam-se!...


MERCADO DA SEGURANÇA
  
Novas Estratégias Precisam-se!...







Introdução

O sistema actual de contratação dos serviços de segurança privada está a promover a descaracterização e a degradação dos níveis de serviço de segurança.

O modelo de negócio da segurança privada está completamente desactualizado e desajustado às reais necessidades do mercado, em termos de segurança.

Desenvolver uma solução de segurança somente em torno da vigilância humana é muito dispendioso e ineficaz, quer em termos de prevenção, quer em termos de capacidade de resposta.

Enquanto as empresas prestadoras de serviços de segurança competem quase exclusivamente por preço e procuram elas próprias reduzir custos, o mercado procura serviços cada vez mais especializados e ajustados às exclusivas necessidades de cada sector de actividade em geral e de cada empresa desse sector em particular.


Compreender o actual paradoxo entre a oferta e a procura



  • Como é que se podem oferecer serviços especializados a preços de serviços generalistas?
  • Como é que se pode incluir na oferta níveis de especialização sem investir num plano estratégico técnico / comercial e de formação interna?
  • Se o preço é quase o factor exclusivo de escolha, como é que o cliente pode querer comprar soluções de segurança, desenvolvidas à sua medida sem ter de pagar por isso?
Para se compreender este paradoxo entre a oferta e a procura dos atuais serviços de segurança privada, é preciso avaliar até quanto um cliente está disposto a pagar pela ilusão de estar seguro

  • Quando um cliente contrata um segurança para a entrada de um edifício de escritórios, unidade fabril ou condomínio, qual será a sua expectativa do retorno do investimento que está a fazer?
  • Qual será a expectativa do cliente relativamente à reacção do vigilante a uma tentativa de assalto?
  • Será que o cliente sabe qual é a margem de manobra de intervenção que a lei permite a um vigilante, em caso de exposição ao risco?
  • Será que o cliente está consciente das consequências se um vigilante tentar intervir numa situação de assalto ou ato de vandalismo?
  • Será que o cliente avaliou minimamente a eficácia do serviço de segurança privada que está a contratar?
O incómodo e o desconforto que as respostas a estas questões pode criar é directamente proporcional à ilusão de se estar a “comprar segurança” quando se contrata um serviço de segurança privada…


Mudança do paradigma



  • Mas então haverá alguma solução para se conseguir minimizar os níveis de insegurança implícitos na contratação de serviços que se suponham serem especializados e ajustados às expectativas do cliente?
A questão tem de partir da forma como se opera a segurança, dentro do espaço das soluções integradas de segurança.

Do ponto de vista operacional, o principal objetivo de uma solução integrada de segurança é conseguir, por um lado: a deteção imediata (meios técnicos) de qualquer situação de risco que ponha em causa a normal atividade da empresa e, por outro: implementar uma capacidade efectiva de intervir (meios humanos) e eliminar esse risco, afectando o menos possível, a actividade da empresa.

Para apoio à decisão, os órgãos decisores da empresa precisam de ter na sua posse, os dados necessários e suficientes para avaliar a sua exposição ao risco, e por conseguinte, aferir qual a solução integrada que melhor se adequa ao seu caso concreto.

As soluções integradas de segurança devem ser estruturadas do ponto de vista da empresa (cliente) e não do ponto de vista da empresa de segurança que se propõe prestar os serviços. O objetivo é reduzir e controlar os principais riscos detectados, sustentados por um nível de prestação de serviços capaz de efectuar a detecção precoce de eventos com risco potencial (detecção electrónica) e, caso se confirme a intenção criminosa, de uma efectiva capacidade de interrupção dessas ocorrências (operativa de reacção por parte da empresa de prestação de serviços de vigilância humana).

Ou seja, a solução passa por se conseguir processar uma mudança do paradigma do lado da oferta e da procura no mercado da segurança privada em Portugal e em muitos países onde estes serviços são vistos e geridos como meras “commodities” em vez de serviços de valor acrescentado numa óptica de gestão de recursos (pessoas, bens e serviços).

O desenvolvimento profissional dos serviços de segurança privada será o principal factor de redução de perdas nas empresas onde operarem.

Esse desenvolvimento passa por tornar os serviços especializados de segurança comercializáveis através da sua fusão com meios electrónicos e operados como ferramentas de gestão dos recursos do próprio cliente.

A relação sinergética e simbiótica entre os serviços e os meios eletrónicos significa uma nova maneira de “pensar a segurança”.

Nesta nova perspetiva, deixa de fazer sentido contratar vigilantes e comprar alarmes e câmaras, passando a fazer sentido projetar soluções integradas de segurança em função de uma avaliação de exposição ao risco de determinada empresa, inserida num determinado cenário de actividade e em função das “ferramentas de gestão" disponibilizadas para o controlo de determinado nível de risco, contratar determinados níveis de serviço de segurança, garantindo determinadas capacidades eficazes de detecção, dissuasão e interrupção.

Só assim se consegue minimizar o risco de falha humana e fazer o contrato de prestação de serviços depender de um nível de serviço pré-acordado com a empresa.

Se estes pressupostos passarem a ser tidos em linha de conta pelos órgãos decisores das estruturas empresariais, é de prever que a forma e o objecto dos cadernos de encargos de segurança electrónica e vigilância humana, sejam drasticamente alterados num futuro próximo, passando a basear-se em políticas de segurança e a apresentar verdadeiras soluções integradas (equipamentos + serviços de recepção e tratamento de alarmes), à medida das reais necessidades de segurança de cada organização.

É precisamente no compromisso entre o custo real dos equipamentos e serviços de segurança contratados e o custo potencial da insegurança, que se poderá justificar o retorno dos investimentos feitos por uma empresa em segurança.



Alexandre Chamusca
Partner XKi


Security Management Consulting

10/31/2014

What are the odds?...

What are the odds for "no surprises"?....



Don't take nothing for granted...

Risk can be reduced but not eliminated....




By:                       
Alexandre Chamusca
XKT and XKi Partner        

9/27/2014

What is RISK definition?


What is RISK definition? 


A probability or threat of damage, injury, liability, loss, or any other negative occurrence that is caused by external or internal vulnerabilities, and that may be avoided through pre-emptive action.


Alexandre Chamusca

XKT and XKi Partner

What is SECRET definition?


What is SECRET definition? 


  1. Done, made, or conducted without the knowledge of others: secret negotiations.
  2. Kept from the knowledge of any but the initiated or privileged: a secret password.
  3. Faithful or cautious in keeping confidencial matters confidential; close-mouthed; reticente.
  4. Designed or working to escape notice, knowledge, or observation: a secret drawer; the secret police.
  5. Secluded, sheltered, or withdrawn: a secret hiding place.

Alexandre Chamusca
Partner
XKT / XKi

4/28/2012

Pior Pesadelo... Worse Nightware...

O pior pesadelo de qualquer chefe de família...
The worse nightmare of any family chef...


Mais vale prevenir do que remediar...
Better be prevented than sorrow...

A. Chamusca
Security Consultant

12/26/2011

Visão Nº 980 - Comentários Alexandre Chamusca

 

É inequívoco que a exposição ao risco aumentou e continuará a aumentar, quer da população em geral, quer de quem tem mais, em particular.
Mas será que a percepção desse aumento de exposição ao risco é interpretado e assumido por todos, da mesma maneira e à escala do problema?

 

Os factos provam que não e a regra é que a maioria desvaloriza a sua própria situação relativamente aos “outros”.
Mas as coisas não acontecem só aos “outros” e são muitos aqueles que já relatam na primeira pessoa, situações de risco por que passaram recentemente ou que aconteceram a pessoas próximas. O que quererá isto dizer? Será que o risco se está a aproximar?

 


Com o aumento da crise e das situações de desespero financeiro, a tentação de roubar o alheio aumenta e quem já praticava a “modalidade” tem tendência a ser mais ousado e descarado a fazê-lo. A desculpabilização pessoal surge facilitada pela consciencialização generalizada das dificuldades com que as pessoas vivem em tempo de crise. A sociedade torna-se mais tolerante relativamente a situações de pequeno roubo. Mas por outro lado, quem pratica o pequeno roubo “sente” mais facilidade em roubar, pelo que tenta mais vezes e arrisca mais para o conseguir. Este aumento de exposição ao risco por parte do delinquente aumenta a probabilidade de confronto e por pouco se pode passar a arriscar muito. A precipitação e o nervosismo em pessoas que não estão habituadas a lidar com situações de alto risco, pode levá-las a cometer actos de violência não justificada e desproporcionada, relativamente aos benefícios em causa. Os jornais e telejornais retractam diariamente situações destas, onde actos irreflectidos de criminalidade não organizada, resultam em factos de chocante violência. Fica-se com a sensação que se mata e se pode morrer por muito pouco... Basta estar no sítio errado, na altura errada.

Sentir-se em segurança, pode não significar estar seguro.
Temos também aquela classe de pessoas que lê os jornais e vê os telejornais e acha que tudo o que acontece, só pode acontecer aos “outros”, assumindo-se como meros espectadores de situações alheias ao seu micro mundo. Essas pessoas “não sabem, porque se recusam a ver...” São essas as pessoas que estão mais expostas ao risco, porque caso sejam envolvidas nalguma situação perigosa, serão sempre apanhadas desprevenidas e o desfecho do confronto será sempre imprevisível, geralmente dramático...
Tomar consciência do nível de exposição ao risco pessoal, familiar e profissional, ajuda a avaliar as medidas de segurança que se devem tomar para reduzir essa mesma exposição ao risco. 

É preciso dissuadir quem queira intentar contra os nossos interesses e conseguir interromper quem o tente. Para isso servem os equipamentos electrónicos de segurança e alguns cuidados básicos de segurança pessoal.
Para um profissional do ramo da segurança, os sofisticados alarmes não são novidade e são frequentemente integrados em soluções de alta segurança onde os fins a que se destinam justificam amplamente os meios aplicados, mas para qualquer elemento comum da sociedade, existem soluções mais simples e especificamente desenvolvidas para o mercado doméstico, para ser utilizado por qualquer pessoa, sem especiais requisitos de formação técnica para o efeito. Mais do que achar “piada” aos aparentes “gadjets”, é importante perceber a que aplicações é que eles se destinam e até que ponto eles podem vir a ser eficazes na interrupção de uma situação de risco pessoal, familiar e/ou profissional. Quem não fizer esta análise e não ponderar se faz sentido ou não poder vir a ser um utilizador dum equipamento e/ou serviço de segurança, poderá vir a lamentá-lo um dia mais tarde, se e quando for confrontado com uma ameaça não tiver à sua disposição qualquer meio de dissuasão.
Saber que estes equipamentos existem é importante.
Ter-se consciência da sua necessidade é mais importante.
Reconhecer-se como potencial utilizador é ainda mais importante, senão mesmo o mais importante.
Na vida, quem melhor estiver prevenido, mais hipóteses tem de ter sucesso.
Na segurança, quem melhor estiver preparado, mais hipóteses terá de sair ileso de uma situação de risco.
As decisões sobre segurança são afectadas não só pela experiência mas sobretudo pela exposição do decisor aos meios modernos de comunicação que alimentam de uma forma continuada os critérios de formação da percepção de insegurança para justificar as soluções de segurança.
Se tivermos em conta o facto destas soluções electrónicas poderem ser aplicadas em instalações já existentes, recorrendo a meios de comunicação sem fios, o universo de aplicações é imenso (profissionalmente interessante para todos os ramos de actividade e pessoalmente interessante para todos os estratos sociais) diversificado (clientes particulares e empresariais).
Infelizmente para quem poderia tirar proveito destas aplicações e as encara como um “mal necessário”, faltar-lhes-á objectividade na procura quando encontra demagogia na oferta: “Quem não sabe é como quem não vê” e serão cegos para o potencial destas aplicações técnica especiais, todos aqueles que “não quiserem ver” o valor acrescentado que elas representam no mundo moderno em que todos nós vivemos.

Alexandre Chamusca
Consultor Soluções Segurança

12/17/2011

Integrated Security Solutions by XKT

Algures na Europa...

Somewhere in Europe...



Num curso de segurança pessoal...

On a personal security trainning...












Organizado pela XKT...

Sponsored by XKT...

















No âmbito da oferta de soluções integradas de segurança (segurança electrónica + segurança pessoal) para países de lingua Portuguesa...

To offer global security solutions for Portuguese spoken countries (Mozambique, Angola, Brasil, Cabo Verde)...







Num campo de treino especial...

On a special trainning camp...









Treinando.... Treinando.... Treinando....

Trainning.... Trainning.... Trainning....








Treino multi nível em segurança pessoal...

Multi level trainning in personal security skills...








A XKT oferece Soluções Integradas de Segurança...

XKT offers Integrated Security Solutions...















Consultoria, formação, fornecimento, apoio técnico em Soluções Electrónicas de Segurança...

Electronic Security Solutions consultancy, trainning, supply, support...



Consultoria, formação, certificação e manutenção de Equipas Segurança Pessoal...

Consultancy, trainning, certification and Personal Security Personel Mantenance...


















Segurança Electrónica + Segurança Pessoal = Soluções Integradas de Segurança

Electronic Security + Personal Security = Integrated Security Solutions




















A segurança tem de deixar de ser um custo e passar a ser uma ferramenta de gestão...

Security has to be seen not as a cost but as a management tool...

Proteja os seus negócios no estrangeiro, garanta o retorno do investimento em segurança, controle a sua exposição ao risco...

Get your abroad investements protected, control the return of your investments in security, get the control of your risk exposition...  

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