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1/08/2010

Video Vigilância por IP - A nova fronteira da segurança




Resumo do artigo:



O vídeo IP (Internet Protocol) é a nova fronteira tecnológica da vídeo segurança. Oferece novas funcionalidades, aumenta as possibilidades de comando e controlo nas empresas e economiza nos custos de instalação.


Mas uma questão põe-se: Será que o mercado está pronto?
80% das câmaras de vídeo vigilância instaladas no mercado são ainda analógicas, apesar da tendência ser instalar câmaras IP (Internet Protocol).


A questão que se põe às organizações é como migrar os sistemas de CFTV (Circuito Fechado de TV) analógicos existentes para IP. Não existem razões obvias que forcem as organizações a abandonar os investimentos feitos na tecnologia analógica, mas por outro lado, existem razões para fazer os novos investimentos em tecnologia IP.


Soluções híbridas: O caminho a seguir
 Migrar a solução de CFTV analógica para IP não implica abandonar por completo os investimentos feitos em equipamento analógico.

Um sistema híbrido representa o caminho mais lógico e seguro para se passar do analógico para o IP.


Bem implementada, as soluções híbridas são a evolução natural dos sistemas actuais de CFTV analógicas tornando exequível a coexistência num mesmo sistema câmaras analógicas e câmaras IP, com sistemas avançados de processamento e análise comportamental de imagens.


Esta evolução natural permitirá fazer evoluir também os serviços prestados de segurança, aumentando progressivamente os níveis de serviço acordados, reduzindo os custos através da especialização dos serviços (menos homens hora, mais especializados e com maior capacidade de detecção precoce) e do aumento dos níveis de segurança (mais meios de reacção automática) das instalações.

Bem ponderados estes factores, o conceito dos serviços integrados de segurança deverá passar a ser tido em conta nos futuros cadernos de encargos da especialidade, baseados numa análise de risco das instalações a proteger e de um acordo de serviço a prestar SLA – Service Level Agreement) que deverá ser cumprido.
 Mas sobre este assunto, em particular, muito ainda fica por escrever...


Até breve.


Tema desenvolvido e adaptado a partir do livro técnico do mesmo autor:

“A inteligência que se instala” do mesmo autor, editado pela Ordem dos Engenheiros, patrocinado pela Siemens, ESEGUR, Honeywell, GE e XKT.
 Alexandre Chamusca
Consultor Soluções Integradas de segurança




10/23/2009

Política de segurança nas empresas- A base do retorno do investimento em segurança









Resumo do artigo de opinião:

Genericamente, a definição de uma política de segurança para uma empresa procura identificar um conjunto de medidas de acção e reacção na prestação dos serviços de vigilância local e remota, sustentadas num diagnóstico das necessidades de cobertura vídeo e das necessidades de controlar os principais acessos aos edifícios de cada uma das instalações a proteger, controlando a presença de pessoas nas diversas zonas de trabalho, especialmente fora do horário normal de trabalho.
 
Para se poderem saber quais os “meios” adequados a aplicar, é preciso ter bem claros quais os “fins” a que se destinam e para isso é fundamental que seja definida uma política de segurança adequada ao nível de risco identificado para a empresa.


As soluções integradas de segurança devem ser estruturadas do ponto de vista da empresa (cliente) e não do ponto de vista da empresa de segurança que se propõe prestar os serviços. O objectivo é reduzir e controlar os principais riscos detectados, sustentados por um nível de prestação de serviços capaz de efectuar a detecção precoce de eventos com risco potencial (detecção electrónica) e, caso se confirme a intenção criminosa, de uma efectiva capacidade de interrupção dessas ocorrências (operativa de reacção por parte da empresa de prestação de serviços de vigilância humana).

Os “meios” de segurança electrónica têm de ser encarados como “ferramentas de gestão” e controlo da actividade interna da empresa e da sua interacção com os meios externos.
 
É preciso estabelecer padrões de segurança integrada (serviços especializados suportados na operacionalidade de equipamentos electrónicos de segurança) que, a longo prazo, permitam manter um nível eficaz de segurança, não só de detecção precoce como também, de interrupção de qualquer ocorrência que ponha em risco as pessoas e/ou as instalações protegidas.
 
Só assim se consegue minimizar o risco de falha humana e fazer o contrato de prestação de serviços depender de um nível de serviço pré-acordado com a empresa.

Se estes pressupostos passarem a ser tidos em linha de conta pelas empresas, é de prever que a forma e o objecto dos cadernos de encargos de segurança electrónica e vigilância humana, sejam drasticamente alterados num futuro próximo, passando a basear-se em políticas de segurança e a apresentar verdadeiras soluções integradas (equipamentos + serviços), à medida das reais necessidades de segurança das empresas.



 Alexandre Chamusca
Consultor Soluções Segurança

9/11/2009

Alex no Telejornal da RTP 1...

Para quem não conseguiu ver em directo a entrevista sobre o meu projecto "Mala Segura", aqui fica o link da reportagem:



http://tv1.rtp.pt/noticias/?headline=20&visual=9&tm=8&t=Tem-aumentado-o-numero-de-registo-de-patentes.rtp&article=219752


Uma mala de transporte de valores, à prova de bala, com controlo de acessos e alarme incorporado, localização via satélite e choque eléctrico, para reduzir a exposição ao risco de quem a transportar...

Alexandre Chamusca Consultor Soluções Segurança

5/04/2009

Quem não sabe é como quem não vê...




















É inequívoco que a exposição ao risco aumentou e continuará a aumentar, da população em geral e de quem tem mais, em particular.
Mas será que a percepção desse aumento da exposição ao risco é interpretado e assumido por todos, da mesma maneira?
Os factos provam que não e a regra é que a maioria desvaloriza a sua própria situação relativamente aos "outros"...
Mas as coisas não acontecem só aos "outros" e são muitos aqueles que já relatam situações de risco que aconteceram a pessoas próximas, quer pessoalmente, quer profissionalmente.
O que quererá isto dizer? Não será que o risco se está a aproximar?

Com o aumento da crise e das situações de desespero, a tentação de roubar o alheio aumenta e quem já o praticava, tem tendência a ser mais ousado e descarado a fazê-lo. A desculpabilização pessoal surje facilitada pela consciencilaização generalizada das dificuldades com que as pessoas vivem em tempos de crise.

As pessoas compreendendo as dificuldades com que grande parte da população vive, não são tão intolerantes relativamente a situações de pequeno roubo. Mas por outro lado, quem pratica o pequeno roubo "sente" mais facilidade em roubar, pelo que o tenta fazer mais vezes e arrisca mais em consegui-lo. Este aumento da exposição ao risco de ser "apanhado", por parte do delinquente aumenta a probalidade de confronto e por pouco se pode passar a arriscar muito...
A precipitação e o nervosismo em pessoas que não estão habituadas a lidar com situações de alto risco pode levá-las a cometer actos de violência não justificada e desproporciondada, relativamente aos benefícios em causa.
Os jornais e telejornais retratam diáriamente situações destas, onde actos irreflectidos de criminalidade não organizada, resultam em factos de injustificada violência. Fica-se com a sensação que se mata e se pode morrer por muito pouco...



















Basta estar no sítio errado, na altura errada.
Quem não sabe é como quem não vê e muita gente não se apercebe de estar no sítio errado, no momento errada...

















A maior parte das pessoas que lê os reflexos da violência nos jornais e vê imagens chocantes nos telejornais, assumem-se como um mero expectador de um filme em que são "outros" os protagonistas, nunca se imaginando numa situação semelhante.
Essas pessoas "não sabem" porque se recusam "a ver"... São essas pessoas que estão mais expostas ao risco, porque caso sejam envolvidas nalguma situação perigosa, serão sempre apanhadas desprevenidas e o desfecho do confronto será sempre imprevisível, geralmente dramático...

Tomar consciência da insegurança em que se vive e convive, é uma necessidade.

Tomar consciência do nível de exposição ao risco, pessoal, familiar e profissional, ajuda a avaliar as medidas de segurança que se devem tomar para reduzir essa mesma exposição ao risco.
É preciso dissuadir quem queira intentar contra os nosssos interesses e conseguir interromper quem o tente, antes que a situação tome proporções difiíceis de controlar.

(Continua)

Alexandre Chamusca
Consultor de soluções de segurança

2/18/2009

Lançamento do livro técnico "A inteligência que se instala" no YouTube

Se não estiveram presentes na apresentação pública do livro técnico "A inteligência que se instala", organizada pela Ordem dos Engenheiros, no seu edifício sede, não percam a reportagem recentemente publicada em 4 partes no YOUTUBE:















1ª Parte:

http://www.youtube.com/watch?v=zDLTca4zlsE

2ª Parte:

http://www.youtube.com/watch?v=LG5z8L10zME


3ª Parte:

http://www.youtube.com/watch?v=6a2NChXSeQ4


4ª Parte:

http://www.youtube.com/watch?v=qdcTcI91xyk


Objectivo da apresentação do livro técnico:

Transmitir a necessidade de compra ao público alvo não técnico directa e indirectamente ligado à segurança electrónica e domótica.















Resumo do conteúdo da apresentação do livro:

A Domótica surge actualmente como o maior e melhor valor acrescentado das promoções imobiliárias, satisfazendo três necessidades básicas: conforto, segurança e comunicações.


Este livro técnico, procura esclarecer quem está interessado em investir em Domótica para não defraudar as expectativas quer de quem vende, quer de quem compra.


Para compreendermos o conceito, temos de estar preparados para abordar a Domótica em sentido lato. Em seguida precisamos de tomar consciência das vantagens da sua abrangência aplicacional. Por fim, temos de adquirir alguns conhecimentos de base técnica. A partir daí o leitor fica então preparado para desenvolver a sua própria capacidade de análise das múltiplas soluções apresentadas pelas principais marcas de equipamentos eléctricos e electrónicos de Domótica.


Neste sentido, dividi este livro em 3 partes:

A 1ª parte visa preparar o leitor para os temas gerais da segurança electrónica e em particular para os da automação doméstica (Domótica);

a 2ª parte apresenta os fundamentos técnicos das diversas áreas de aplicação para que o leitor consiga compreender e interpretar as vantagens do recurso à segurança electrónica em geral e à Domótica, em particular;

a 3ª parte, trata das aplicações práticas de segurança e Domótica.


Estiveram presentes no lançamento público do livro, os representantes dos patrocinadores do livro: SIEMENS, ESEGUR, HONEYWELL SECURITY, GE SECURITY e XKT.



Alexandre Chamusca

2/10/2009

Participação de Alexandre Chamusca nas Jornadas tecnológicas 2008

Alexandre Chamusca foi convidado pela organização para proceder à abertura institucional da rúbrica dedicada à DOMÓTICA.





















Valor acrescentado da promoção imobiliária, a DOMÓTICA interessa a projectistas, instaladores, prestadores de serviços, construtotes, promotores e clientes finais.
































Alexandre Chamusca apresentou o tema e o livro técnico sobre a segurança electrónica e domótica, "A inteligência que se instala", da sua autoria, editado pela Ordem dos Engenheiros e patrocinado pela SIEMENS, HONEYWELL SECURITY, ESEGUR, GE SECURITY E XKT, Projectos e Instalações Técnicas Lda.




Alexandre Chamusca

Consultor Soluções Integradas Segurança

1/31/2009

Alexandre Chamusca na Arte&Construção Set 08

Resumo do artigo:

Apresentãção do livro técnico sobre domótica e segurança electrónica "A inteligência que se instala"

1º livro técnico dedicado ao tema da Domótica e Segurança Electrónica escrito em português.

Com um público-alvo muito alargado, escrevi "A inteligência que se instala" com a preocupação de também poder ser lido com interesse "por não técnicos".








O livro foi editado pela Ordem dos Engenheiros e contou com o patrocínio da Siemens, ESEGUR, Honeywell, GE e XKT.





Alexandre Chamusca
Engenheiro

Consultor Soluções Integradas Segurança

Alexandre Chamusca na revista O electricista Ago 07



Resumo do artigo:

Integração de sistemas - abordagem

Para que um edifício possa ser seguro, é preciso que os seus espaços sejam projectados, dimensionados e equipados com um conjunto de instalações técnicas, as quais devem ser correctamente utilizadas e conservadas através de equipas de manutenção.



























Artigo da responsabilidade de: Engº Alexandre Chamusca
Extraído do livro técnico do mesmo autor: “A inteligência que se instala”, editado pela Ordem dos Engenheiros e patrocinado pela Siemens, ESEGUR, Honeywell e XKT.

Alexandre Chamusca
Engenheiro
Consultor Sistemas Integrados Segurança

Alex na Revista IP Nº 4 Jan / Fev 07











Resumo do artigo:

Apresentação do livro técnico sobre Segurança Electrónica & Domótica – “A Inteligência que se Instala”

A Domótica surge actualmente como o maior e melhor valor acrescentado das promoções imobiliárias, satisfazendo três necessidades básicas: conforto, segurança e comunicações.

Este livro técnico, procura esclarecer quem está interessado em investir em Domótica para não defraudar as expectativas quer de quem vende, quer de quem compra.





Para compreendermos o conceito, temos de estar preparados para abordar a Domótica em sentido lato.

Em seguida precisamos de tomar consciência das vantagens da sua abrangência aplicacional.

Por fim, temos de adquirir alguns conhecimentos de base técnica. A partir daí o leitor fica então preparado para desenvolver a sua própria capacidade de análise das múltiplas soluções apresentadas pelas principais marcas de equipamentos eléctricos e electrónicos de Domótica.

Neste sentido, dividi este livro em 3 partes:
A 1ª parte visa preparar o leitor para os temas gerais da segurança electrónica e em particular para os da automação doméstica (Domótica);

a 2ª parte apresenta os fundamentos técnicos das diversas áreas de aplicação para que o leitor consiga compreender e interpretar as vantagens do recurso à segurança electrónica em geral e à Domótica, em particular;
a 3ª parte, trata das aplicações práticas de segurança e Domótica.


Alexandre Chamusca
Engenheiro
Consultor Soluções Integradas de Segurança

12/07/2008

Política de segurança - A nova base do investimento em segurança das empresas

O que é que se entende por política de segurança de uma empresa?


Política de segurança é, ou deve ser, a estratégia de protecção de pessoas e bens considerada necessária e suficiente para manter controlado o nível de risco identificado para a empresa em geral e para cada uma das suas instalações em particular.



Uma vez que os riscos de ocorrência podem ser reduzidos, mas nunca eliminados, num projecto integrado de segurança devem estar previstas as medidas de reacção para interromper a acção criminosa, contando para o efeito, com a eficácia das medidas de detecção e dissuasão instaladas.

Do ponto de vista operacional, o principal objectivo de um projecto integrado de segurança é conseguir, por um lado: a detecção imediata (meios técnicos) de qualquer situação de risco que ponha em causa a normal actividade do cliente e, por outro: implementar uma capacidade efectiva de intervir (meios humanos) e eliminar ou reduzir ao máximo esse risco, afectando o menos possível, a actividade do cliente.

Para apoio à decisão, o cliente precisa de ter na sua posse, os dados necessários e suficientes para avaliar a sua exposição ao risco, e por conseguinte, aferir qual a solução integrada que melhor se adequa ao seu caso concreto.

O capital e o tempo empregues a gerir e controlar os riscos, dependem dos valores que se pretendem proteger.

Os órgãos de decisão da empresa devem entender por “risco”, a incerteza de uma perca financeira directa ou indirectamente relacionada com a área da segurança. Pelo que a empresa deve entender por análise de risco, uma ferramenta de gestão que permite fundamentar e justificar ao cliente o retorno do investimento, em medidas integradas de segurança, preconizadas para cada caso em concreto.

Eficácia versus o custo das soluções é portanto o factor chave para o adequado desenvolvimento e definição de um projecto integrado de segurança, à medida das necessidades e da vontade do cliente.


As soluções integradas de segurança devem ser estruturadas do ponto de vista do cliente, com o objectivo de reduzir e controlar os principais riscos detectados e sustentadas por um nível de prestação de serviços capaz de efectuar a detecção precoce de eventos com risco potencial e, caso se confirme a intenção criminosa, de uma efectiva capacidade de interrupção dessas ocorrências.


Ou seja, os níveis de serviço têm de ser previamente acordados com o cliente e devem ser implementadas medidas de controlo interno para assegurar o seu correcto cumprimento por cada operacional ao serviço.


Os níveis de prioridade e as rotinas de reacção e reporte das ocorrências devem estar previamente definidas e acordadas com o cliente e tal operativa só deve ser implementada se estiver operacional um sistema integrado de segurança pensado e programado à medida do serviço.

As soluções electrónicas são um meio e não um fim, num serviço integrado de segurança. Só assim se consegue minimizar o risco de falha humana e fazer o contrato de prestação de serviço depender de um nível de serviço pré-acordado com o cliente.

Estes devem ser os pressupostos para a definição e implementação de qualquer política de segurança numa empresa.




Excerto de artigo a publicar da autoria de Alexandre Chamusca
Consultor soluções integradas de segurança

08/12/08

1/15/2008

Sistema de segurança – Um mal necessário!

Do ponto de vista prático, o principal objectivo de um sistema de segurança é reduzir a tentação de se cometerem actos criminosos num determinado espaço protegido.

Uma vez que os riscos de ocorrência podem ser reduzidos, mas nunca eliminados, um sistema de segurança é sempre necessário, mesmo que resulte num incomodo para os seus proprietários e ocasionalmente para os vizinhos.

Do ponto de vista operacional, o principal objectivo de um sistema de segurança é conseguir, por um lado: a detecção imediata (meios técnicos) de qualquer situação de risco que ponha em causa a normal actividade do cliente e, por outro: interromper (reacção por parte do cliente) a tentativa de roubo ou acto de vandalismo.

A tomada de consciência por parte do cliente, sobre o real valor e importância de um sistema de segurança nas suas instalações pessoais e / ou profissionais é fundamental para justificar as alterações / adaptações dos usos e costumes na utilização do(s) espaço(s) (públicos e/ou privados) por forma a incluir os procedimentos de segurança.

Infelizmente o retorno do investimento só se prova se, e quando, acontecer uma tentativa de assalto ou acto de vandalismo.

Mas o conforto que representa ter um sistema de segurança passará a fazer parte das necessidades do cliente e esse factor não tem preço...



Valia a pena pensar nisso...



Alexandre Chamusca
Consultor Soluções de Segurança

Composição extraída do livro técnico "Domótica e segurança electrónica: A Inteligência que se instala"

1/03/2008

Se uma câmara incomoda muita gente...


A forma de pensar a segurança tem vindo a ser alterada, por um lado, pelo aumento dos vários tipos de riscos a que as pessoas e os negócios estão cada vez mais expostos e por outro, pela evolução tecnológica das soluções electrónicas de segurança, que tem vindo a proporcionar meios adequados à gestão e controlo dos principais riscos detectados.

Uma câmara por si só não interrompe uma tentativa de assalto, servindo apenas de apoio à decisão em caso de reacção.

A maior parte dos equipamentos de segurança electrónica estão previstos para actuarem após uma tentativa de entrada ter sido desencadeada. É por isso que as soluções de segurança devem passar a incluir componentes de dissuasão, agindo na prevenção, como por exemplo circuitos de iluminação de segurança, actuados em caso de detecção perimétrica, no exterior das instalações protegidas.

A protecção de instalações começa nos portões e vedações, que devem demarcar claramente os limites do espaço protegido, passando pela iluminação e controlo de fluxo de pessoas e veículos.

O sistema de controlo de acessos deve estar interligado ao sistema contra intrusão e ao CFTV (circuito fechado de TV). Estes meios técnicos são fundamentais para a definição e manutenção do nível de serviço de segurança a prestar pela empresa da especialidade.

O cliente sabe que tem de estar protegido, não sabe é como e do que é que precisa ao certo para que a segurança que contrata seja eficaz.



Alexandre Chamusca
Consultor soluções de segurança

Composição extraída do livro técnico "Domótica e segurança electrónica - A inteligência que se instala"

12/07/2007

Só acontece aos outros! It only happens to the others!

Geralmente só damos valor ao conforto de ter um sistema de segurança quando somos vítimas de um assalto ou tentativa de assalto.

De facto sofremos todos do sindroma do espectador, ou seja, vemos acontecer mas não nos acontece a nós (é como se estivessemos no cinema a ver um filme).

Depois um dia "acontece" e...

Casa roubada, trancas à porta! Venham lá instalar à pressa um alarme, para nos sentirmos mais protegidos...


Valia a pena pensar nisso e... como o sábio ditado já era recitado no tempo do meu bisavô: Mais vale prevenir do que remediar!...




Alexandre Chamusca

Consultor soluções de segurança

Composição extraída do livro técnico: Domótica e segurança electrónica - A inteligência que se instala

12/06/2007

85% / 15%








Não é preciso muito para apresentar 85% de uma solução electrónica que resolva 15% de um problema de segurança.

It doesn't take much talent to prescribe 85% security solution for a 15% security problem.


O que é realmente difícil é diagnosticar correctamente os problemas de segurança de um cliente e recomendar as contramedidas necessárias e suficientes para os resolver sem cair em exageros....

Real talent comes into play when one is able to diagnose client problems correctly and recommend necessary countermeasures to solve them without engaging in overkill....


Alexandre Chamusca
Consultor de Segurança
Security Consultant

8/02/2007

Repensar a contratação de serviços de segurança / Rethinking the security service providing contracts

A forma de pensar a segurança tem vindo a ser alterada, por um lado, pelo aumento dos vários tipos de riscos a que as pessoas e os negócios estão cada vez mais expostos e por outro, pela evolução tecnológica das soluções electrónicas de segurança, que tem vindo a proporcionar meios adequados à gestão e controlo dos principais riscos detectados.

The way of thinking security has been changing, due to the rise of diferent types of risks people and companies are nowadays exposed and, on the other hand, due to electronic security technology evolution, that are enabling the adequated means to control the detected risks.


















Uma câmara por si só não interrompe uma tentativa de assalto, servindo apenas de apoio à decisão, em caso de confirmação de perigo.

One CCTV camera does not stop, on his own, any robery attempt, only helping on a decision support, in case of danger confirmation.





























A maior parte dos equipamentos de segurança electrónica estão previstos para actuarem após uma tentativa de entrada (intrusão) ter sido desencadeada. É por isso que as soluções de segurança devem passar a incluir componentes de dissuasão, agindo na prevenção, como por exemplo circuitos de iluminação de segurança, actuados em caso de detecção perimétrica, no exterior das instalações protegidas.

Most of electronic security systems are projected to operate AFTER a robery attempt. Tha's why electronic security solutions should start including dissuasion components, acting in the prevention phase, as for example the security light circuits, integrated in the perimetral detection systems, in the outdoor facilites.









A protecção de instalações começa nos portões e vedações, que devem demarcar claramente os limites do espaço protegido, passando pela iluminação e controlo de fluxo de pessoas e veículos.

The facilites protection begins in the fences and gates, which should clearly limit the protected area and include the light security circuits, projected to help dissuade and control people and vehicules trafic in and out these limts.

O sistema de controlo de acessos deve estar interligado ao sistema contra intrusão e ao CFTV (Circuito Fechado de TV). Estes meios técnicos são fundamentais para a definição e manutenção do nível de serviço de segurança a prestar pela empresa da especialidade.

The access control should be integrated with the intrusion system and CCTV. Those technical resources are fundamental to the security service level agreement between the security company and the client.





















O cliente sabe que tem de estar protegido, não sabe é como e do que é que precisa ao certo para que a segurança que contrata seja eficaz. O cliente procura garantir que os principais riscos detectados se mantenham sempre num nível baixo e que a operacionalidade dos sistemas electrónicos instalados não se deteriore com o tempo e que pelo contrário, acompanhe a realidade e as necessidades de segurança da empresa, ao longo do seu período de vida, permitindo que os serviços prestados também acompanhem as variações de níveis de risco, nas zonas de acessos e circulação dentro e fora da empresa.

The client knows that he has to be protected but doesn't know how neither what does he exactly need to have to be eficient. The client wants to guarantee that each detected risk will be kept low and that all the electronic systems and integrated services will follow the company needs.






















Dito isto, os contractos de segurança deviam basear-se:

1º numa análise de risco das instalações a proteger;
2º numa avaliação dos meios electrónicos eventualmente existentes;
3º na negociação de um nível de serviço proporcional ao nível de risco a controlar, com o cliente;
4º na garantia que serão aplicadas medidas de controlo e reporte da qualidade desse nível de serviço;
5º no reporte de todas as alterações que forem sendo detectadas nos níveis de risco, em cada zona de acesso e circulação dentro e fora das instalações, com a respectiva proposta de medidas correctivas;

Based on these fundaments exposition we could conclude that all security service providing contracts should be based on the following aspects:

1) risk evaluation of the facilites to be protected;
2) evaluation of the existing security resources;
3) Service level agreement negotiation with the client, proportional to the willing risk management control;
4) guarantee that there will be measures of control and report the quality of the contracted service providing;
5) in the report of all risk changes detected in and/or out the facilites, with the corresponded corrective measures;

O mercado dos serviços de segurança está apetente por uma abordagem profissional deste género e o sector precisa de se profissionalizar nos serviços a prestar, para corresponder às expectactivas que vão sendo criadas.

The security service providing market is receptive to this professional approach and the sector need to become more professionalysed in the service providing, in order to correspond to the new client expectations.

Quanto melhor for a percepção do cliente de qual é o retorno do seu investimento em segurança, mais e melhores serviços estará disposto a contratar.

The better will be the client perception to his investment return in security, more and better services will he be willing to contract.


Alexandre Chamusca

Consultor de Segurança / Security Consultant