Por definição, automação refere-se a um sistema ou método pelo qual é possível realizar e controlar eventos sem um pensamento consciente. A automação doméstica, ou a Casa Inteligente, usa esses princípios aplicados à habitação particular e colectiva.
1/31/2009
Alexandre Chamusca na Revista Segurança Set 07
Por definição, automação refere-se a um sistema ou método pelo qual é possível realizar e controlar eventos sem um pensamento consciente. A automação doméstica, ou a Casa Inteligente, usa esses princípios aplicados à habitação particular e colectiva.
Alexandre Chamusca na Visão Jan 08

Resumo do artigo:
Apresentação de uma solução inédita da responsabilidade do Engº Chamusca.
A "mala segura" é uma solução electrónica com vista a protecção do transporte de valores. A mala blindada tem um sistema de abertura retardada, com alarme, seguimento por satélite e choque eléctrico.
A "mala segura" é seguida remotamente pela receptora de alarmes da ESEGUR, 24 h / 24h, 365 dias por ano.




Alexandre Chamusca
Engenheiro
Consultor Soluções Integradas Segurança
Alexandre Chamusca no Público Set 08

Resumo do artigo:

Apresentação de um dos projectos da responsabilidade do Engº Alexandre Chamusca, "a mala segura".
Uma mala de transporte de valores com alarme, localização por satélite e choque eléctrico... Monitorizada remotamente pela central de alarmes da ESEGUR, operacional 24h / 24h, 365 dias por ano.
Alexandre Chamusca
Engenheiro
Consultor Soluções Integradas de Segurança
Alex na Revista IP Nº 4 Jan / Fev 07

A Domótica surge actualmente como o maior e melhor valor acrescentado das promoções imobiliárias, satisfazendo três necessidades básicas: conforto, segurança e comunicações. A 1ª parte visa preparar o leitor para os temas gerais da segurança electrónica e em particular para os da automação doméstica (Domótica);
a 2ª parte apresenta os fundamentos técnicos das diversas áreas de aplicação para que o leitor consiga compreender e interpretar as vantagens do recurso à segurança electrónica em geral e à Domótica, em particular;
a 3ª parte, trata das aplicações práticas de segurança e Domótica.
12/07/2008
Política de segurança - A nova base do investimento em segurança das empresas
O que é que se entende por política de segurança de uma empresa?Política de segurança é, ou deve ser, a estratégia de protecção de pessoas e bens considerada necessária e suficiente para manter controlado o nível de risco identificado para a empresa em geral e para cada uma das suas instalações em particular.
Uma vez que os riscos de ocorrência podem ser reduzidos, mas nunca eliminados, num projecto integrado de segurança devem estar previstas as medidas de reacção para interromper a acção criminosa, contando para o efeito, com a eficácia das medidas de detecção e dissuasão instaladas.
Do ponto de vista operacional, o principal objectivo de um projecto integrado de segurança é conseguir, por um lado: a detecção imediata (meios técnicos) de qualquer situação de risco que ponha em causa a normal actividade do cliente e, por outro: implementar uma capacidade efectiva de intervir (meios humanos) e eliminar ou reduzir ao máximo esse risco, afectando o menos possível, a actividade do cliente.
Para apoio à decisão, o cliente precisa de ter na sua posse, os dados necessários e suficientes para avaliar a sua exposição ao risco, e por conseguinte, aferir qual a solução integrada que melhor se adequa ao seu caso concreto.
O capital e o tempo empregues a gerir e controlar os riscos, dependem dos valores que se pretendem proteger.
Os órgãos de decisão da empresa devem entender por “risco”, a incerteza de uma perca financeira directa ou indirectamente relacionada com a área da segurança. Pelo que a empresa deve entender por análise de risco, uma ferramenta de gestão que permite fundamentar e justificar ao cliente o retorno do investimento, em medidas integradas de segurança, preconizadas para cada caso em concreto.
Eficácia versus o custo das soluções é portanto o factor chave para o adequado desenvolvimento e definição de um projecto integrado de segurança, à medida das necessidades e da vontade do cliente.
As soluções integradas de segurança devem ser estruturadas do ponto de vista do cliente, com o objectivo de reduzir e controlar os principais riscos detectados e sustentadas por um nível de prestação de serviços capaz de efectuar a detecção precoce de eventos com risco potencial e, caso se confirme a intenção criminosa, de uma efectiva capacidade de interrupção dessas ocorrências.
Ou seja, os níveis de serviço têm de ser previamente acordados com o cliente e devem ser implementadas medidas de controlo interno para assegurar o seu correcto cumprimento por cada operacional ao serviço.
Os níveis de prioridade e as rotinas de reacção e reporte das ocorrências devem estar previamente definidas e acordadas com o cliente e tal operativa só deve ser implementada se estiver operacional um sistema integrado de segurança pensado e programado à medida do serviço.
As soluções electrónicas são um meio e não um fim, num serviço integrado de segurança. Só assim se consegue minimizar o risco de falha humana e fazer o contrato de prestação de serviço depender de um nível de serviço pré-acordado com o cliente.
Estes devem ser os pressupostos para a definição e implementação de qualquer política de segurança numa empresa.
Excerto de artigo a publicar da autoria de Alexandre Chamusca
Consultor soluções integradas de segurança
08/12/08
7/20/2008
Avaliação das ameaças: perspectiva do proprietário

São várias as atitudes dos proprietários das vivendas relativamente à avaliação das ameaças aos seus bens e agregado familiar: Existem os despreocupados, os inconscientes, os maníacos e também os equilibrados.
O que nos interessa analisar são os proprietários equilibrados, já que poucas são as hipóteses de alterar a opinião dos despreocupados e dos inscientes, a não ser depois de um susto ou de uma confrontação de um acto de roubo e/ou vandalismo consumado.
A avaliação do risco próprio, deve ser feito tendo em conta o valor dos bens que tenham valor comercial, ou seja, que sejam facilmente vendáveis, não devendo ser tidos em conta os bens com valor exclusivamente sentimental.

Quanto é que pode custar não ter um alarme?
Quanto pode custar não ter um detector de gás numa habitação?
Quanto poderá custar não ser avisado em caso de surgir uma situação de aflição em casa?
A segurança passou a fazer parte dos níveis de conforto de qualquer habitação mas especialmente imprescindível no caso das vivendas.
Mesmo quem não goste de viver com sistemas electrónicos de protecção, deve assumi-los como um “mal” necessário pois são eles que podem fazer a diferença numa situação de risco e até salvar uma vida, em caso de uma ameaça séria (seja alarme técnico ou intrusão violenta).
O proprietário equilibrado terá concerteza em conta os aspectos aqui descritos e procurará adequar os meios electrónicos aplicados à avaliação de risco que tenha feito dos seus bens e do bem estar do seu agregado familiar.
A vida é feita de imprevistos e no que toca à segurança de bens e pessoas, é regra de ouro o ditado popular: “Mais vale prevenir do que remediar”...
Alexandre Chamusca
Soluções integradas de segurança electrónica
(artigo composto a partir dos conteúdos do livro técnico sobre segurança electrónica e domótica "A inteligência que se instala")
7/16/2008
Avaliando as ameaças - perspectiva do intruso

Uma vivenda que não apresente sinais exteriores de preocupações com a segurança significa das duas uma: ou não tem nada que valha a pena roubar ou tem os proprietários inconscientes do perigo que correm...
Ora os sinais interiores de riqueza reflectem-se na construção, decoração e localização da vivenda. As viaturas e os hábitos dos proprietários completam a informação para a avaliação do custo da oportunidade de um eventual assalto.
Quem arrisca um assalto e está consciente dos seus actos, faz a sua própria avaliação das ameaças que pode vir a encontrar, para aferir se a iniciativa vale ou não o risco.
O que pode dissuadir o intruso da sua tentação, são os obstáculos que se lhe apresentam e que podem comprometer o sucesso caso da iniciativa.
A casa tem alarme?
Está muito tempo desocupada?
Está iluminada?
Tem cão?
Tem grades?
Está isolada ou tem vizinhos distantes?
É fácil fugir em caso de ser detectada a intrusão?
Extrato do artigo escrito pelo autor sobre o tema "avaliação de riscos de intrusão"
Se estiver interessado em publicar o artigo completo, entrar em contacto com o autor (achamusca@xkt.pt)
10/22/2007
Retorno do investimento em segurança / Return of the investment in security
Do ponto de vista prático, o principal objectivo de um projecto integrado de segurança visa reduzir a tentação de se cometerem actos criminosos num determinado espaço protegido.
From the practical point of view, the main goal of an integrated security project is reducing the temptation of committing crime acts in a determined protected area.
Uma vez que os riscos de ocorrência podem ser reduzidos, mas nunca eliminados, num projecto integrado de segurança devem estar previstas as medidas de reacção para interromper a acção criminosa, contando para o efeito, com a eficácia das medidas de detecção e dissuasão instaladas.
Considering we can reduce the risks, but never eliminate them, in an integrated security project there must be foreseen the reaction measures for interrupting criminal actions, recurring for the effect, the efficacious of the installed and implemented detection and dissuasive measures.
Do ponto de vista operacional, o principal objectivo de um projecto integrado de segurança é conseguir, por um lado: a detecção imediata (meios técnicos) de qualquer situação de risco que ponha em causa a normal actividade do cliente e, por outro: implementar uma capacidade efectiva de intervir (meios humanos) e eliminar ou reduzir ao máximo esse risco, afectando o menos possível, a actividade do cliente.
From the operational point of view, the main goal of an integrated security project is achieving, on one hand: The immediate detection (technical means) of any risk situation that may put in cause the client normal activity and, on the other hand: implement an effective intervention capacity (human means) and eliminate or reducing to the maximum that risk, less affecting the client activity.
Extract of Alexandre Chamusca opinion for "Segurança" magasin 20/11/2007



