9/26/2010
Incêndio num armazém em Luanda
Não é o 1º e não será o último...
Quanto custa NÃO TER um sistema de deteção de incêndio?
A falta de segurança começa a fazer-se sentir-se em Luanda, também a este nível...
Alexandre Chamusca
Consultor Sistemas Segurança
9/06/2010
Artigo técnico de Alexandre Chamusca na revista IP (Instalações Profissionais) Nº 30
9/05/2010
Artigo técnico de Alexandre Chamusca na revista PROTEGER Nº 7
Com a evolução da electrónica e a gradual sofisticação dos sistemas de alarme, os autómatos dedicados a funções de segurança passaram a integrar funções complementares quer ao nível da sua programação, com rotinas de lógica, quer ao nível do “hardware”, como actuar saídas de relé e “aceitar” interfaces de comando com protocolos específicos de domótica.
Esta evolução “natural” destes sistemas electrónicos veio proporcionar combinações interessantes e economias de escala significativas ao nível da cablagem, mão-de-obra da instalação e programação e dos equipamentos envolvidos.
Alexandre Chamusca
Consultor Sistemas Electrónicos Segurança
8/29/2010
Vídeovigilância urbana...
8/12/2010
Supermercado roubado, polícias à porta...
8/01/2010
No sítio errado, na altura errada...
Mas será que a percepção desse aumento de exposição ao risco é interpretado e assumido por todos, da mesma maneira e à escala do problema?
Os factos provam que não e a regra é que a maioria desvaloriza a sua própria situação relativamente aos “outros”.
Mas as coisas não acontecem só aos “outros” e são muitos aqueles que já relatam na primeira pessoa, situações de risco por que passaram recentemente ou que aconteceram a pessoas próximas. O que quererá isto dizer? Não será que o risco se está a aproximar?
Com o aumento da crise e das situações de desespero financeiro, a tentação de roubar o alheio aumenta e quem já praticava a “modalidade” tem tendência a ser mais ousado e descarado a fazê-lo. A desculpabilização pessoal surge facilitada pela consciencialização generalizada das dificuldades com que as pessoas vivem em tempo de crise. A sociedade torna-se mais tolerante relativamente a situações de pequeno roubo. Mas por outro lado, quem pratica o pequeno roubo “sente” mais facilidade em roubar, pelo que tenta mais vezes e arrisca mais para o conseguir. Este aumento de exposição ao risco por parte do delinquente aumenta a probabilidade de confronto e por pouco se pode passar a arriscar muito. A precipitação e o nervosismo em pessoas que não estão habituadas a lidar com situações de alto risco, pode levá-las a cometer actos de violência não justificada e desproporcionada, relativamente aos benefícios em causa. Os jornais e telejornais retractam diariamente situações destas, onde actos irreflectidos de criminalidade não organizada resultam em factos de chocante violência.
Basta estar no sítio errado, na altura errada...
Alexandre Chamusca
Consultor Soluções Segurança
Segurança Versus Insegurança, Ilusão ou realidade?
Mas será que a percepção desse aumento de exposição ao risco é interpretado e assumido por todos, da mesma maneira e à escala do problema?
O artigo de opinião publicado na revista IP de Junho 2010 trata precisamente deste assunto...
Quem não sabe é como quem não vê e muitas vezes a pessoa que está exposta ao risco ignora estar no sítio errado, no momento errado...
Alexandre Chamusca
Consultor Soluções Segurança
7/07/2010
K9 - Capacidade de intervenção das empresas de segurança
Para se perceber a real capacidade de interrupção das equipas K9, nada como ousar vestir um fato de protecção e submetermo-nos à força de intervenção canina...
Como poderão verificar pelo vídeo, a qualidade do fato é muito importante, para garantir a integridade física do "provocador"...
;-)
Este é um serviço em expansão, que se prevê vir a integrar os piquetes de intervenção rápida das principais empresas prestadoras de serviços de segurança em Portugal.
A qualidade do serviço dependem não só da qualidade do cão, mas sobretudo do profissionalismo do vigilante que o controla e comanda. Para isso a formação tem de ser de qualidade e os níveis de serviço constantemente monitorizados, não só pela empresa prestadora dos serviços de segurança, mas também pelo próprio cliente, que deverá constatar esses mesmos níveis de serviço, pelas provas a que as equipas K9 são sistemáticamente submetidas, pelos seus treinadores.
Este é um assunto que não deve deixar indiferentes todos os profissionais directa e indirectamente ligados à área da segurança e que merece ser acompanhado por todos aqueles que pretendem fazer a diferença, nos meios e nos fins empregues para reduzir a exposição ao risco das empresas e não se importam de submeter e condicionar a remuneração da sua prestação de serviços ao cumprimento dos níveis de qualidade contratados.
Alexandre Chamusca
Consultor Sistemas Integrados de Segurança
Link vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=ycMMS-Xh1iM
2/28/2010
Avaliação da exposição ao risco
O aumento do nível de segurança das habitações na Europa
1/16/2010
Alex na Visão 2010 Nº 880
Alexandre Chamusca
Consultor Soluções Segurança
Artigo Técnico Revista O Electricista "Análise Meios de Comunicação dos Sistemas Electrónicos de Segurança"
Artigo de opinião "Nível de Segurança nos pontos de Venda - As perguntas e as respostas"
1/08/2010
Video Vigilância por IP - A nova fronteira da segurança
O vídeo IP (Internet Protocol) é a nova fronteira tecnológica da vídeo segurança. Oferece novas funcionalidades, aumenta as possibilidades de comando e controlo nas empresas e economiza nos custos de instalação.
Mas uma questão põe-se: Será que o mercado está pronto?
80% das câmaras de vídeo vigilância instaladas no mercado são ainda analógicas, apesar da tendência ser instalar câmaras IP (Internet Protocol).
A questão que se põe às organizações é como migrar os sistemas de CFTV (Circuito Fechado de TV) analógicos existentes para IP. Não existem razões obvias que forcem as organizações a abandonar os investimentos feitos na tecnologia analógica, mas por outro lado, existem razões para fazer os novos investimentos em tecnologia IP.
Soluções híbridas: O caminho a seguir
Migrar a solução de CFTV analógica para IP não implica abandonar por completo os investimentos feitos em equipamento analógico.
Um sistema híbrido representa o caminho mais lógico e seguro para se passar do analógico para o IP.
Bem implementada, as soluções híbridas são a evolução natural dos sistemas actuais de CFTV analógicas tornando exequível a coexistência num mesmo sistema câmaras analógicas e câmaras IP, com sistemas avançados de processamento e análise comportamental de imagens.
Esta evolução natural permitirá fazer evoluir também os serviços prestados de segurança, aumentando progressivamente os níveis de serviço acordados, reduzindo os custos através da especialização dos serviços (menos homens hora, mais especializados e com maior capacidade de detecção precoce) e do aumento dos níveis de segurança (mais meios de reacção automática) das instalações.
Bem ponderados estes factores, o conceito dos serviços integrados de segurança deverá passar a ser tido em conta nos futuros cadernos de encargos da especialidade, baseados numa análise de risco das instalações a proteger e de um acordo de serviço a prestar SLA – Service Level Agreement) que deverá ser cumprido.
Mas sobre este assunto, em particular, muito ainda fica por escrever...
Até breve.
Tema desenvolvido e adaptado a partir do livro técnico do mesmo autor:
“A inteligência que se instala” do mesmo autor, editado pela Ordem dos Engenheiros, patrocinado pela Siemens, ESEGUR, Honeywell, GE e XKT.
Alexandre Chamusca
Consultor Soluções Integradas de segurança
10/23/2009
Política de segurança nas empresas- A base do retorno do investimento em segurança
As soluções integradas de segurança devem ser estruturadas do ponto de vista da empresa (cliente) e não do ponto de vista da empresa de segurança que se propõe prestar os serviços. O objectivo é reduzir e controlar os principais riscos detectados, sustentados por um nível de prestação de serviços capaz de efectuar a detecção precoce de eventos com risco potencial (detecção electrónica) e, caso se confirme a intenção criminosa, de uma efectiva capacidade de interrupção dessas ocorrências (operativa de reacção por parte da empresa de prestação de serviços de vigilância humana).
Os “meios” de segurança electrónica têm de ser encarados como “ferramentas de gestão” e controlo da actividade interna da empresa e da sua interacção com os meios externos.
É preciso estabelecer padrões de segurança integrada (serviços especializados suportados na operacionalidade de equipamentos electrónicos de segurança) que, a longo prazo, permitam manter um nível eficaz de segurança, não só de detecção precoce como também, de interrupção de qualquer ocorrência que ponha em risco as pessoas e/ou as instalações protegidas.
Só assim se consegue minimizar o risco de falha humana e fazer o contrato de prestação de serviços depender de um nível de serviço pré-acordado com a empresa.
Se estes pressupostos passarem a ser tidos em linha de conta pelas empresas, é de prever que a forma e o objecto dos cadernos de encargos de segurança electrónica e vigilância humana, sejam drasticamente alterados num futuro próximo, passando a basear-se em políticas de segurança e a apresentar verdadeiras soluções integradas (equipamentos + serviços), à medida das reais necessidades de segurança das empresas.
Alexandre Chamusca
Consultor Soluções Segurança
9/11/2009
Alex no Telejornal da RTP 1...
http://tv1.rtp.pt/noticias/?headline=20&visual=9&tm=8&t=Tem-aumentado-o-numero-de-registo-de-patentes.rtp&article=219752
Uma mala de transporte de valores, à prova de bala, com controlo de acessos e alarme incorporado, localização via satélite e choque eléctrico, para reduzir a exposição ao risco de quem a transportar...
Alexandre Chamusca Consultor Soluções Segurança
5/04/2009
Quem não sabe é como quem não vê...

2/18/2009
Lançamento do livro técnico "A inteligência que se instala" no YouTube
1ª Parte:
http://www.youtube.com/watch?v=zDLTca4zlsE
2ª Parte:
http://www.youtube.com/watch?v=LG5z8L10zME
3ª Parte:
http://www.youtube.com/watch?v=6a2NChXSeQ4
4ª Parte:
http://www.youtube.com/watch?v=qdcTcI91xyk
Objectivo da apresentação do livro técnico:
Transmitir a necessidade de compra ao público alvo não técnico directa e indirectamente ligado à segurança electrónica e domótica.
Resumo do conteúdo da apresentação do livro:
A Domótica surge actualmente como o maior e melhor valor acrescentado das promoções imobiliárias, satisfazendo três necessidades básicas: conforto, segurança e comunicações.
Este livro técnico, procura esclarecer quem está interessado em investir em Domótica para não defraudar as expectativas quer de quem vende, quer de quem compra.
Para compreendermos o conceito, temos de estar preparados para abordar a Domótica em sentido lato. Em seguida precisamos de tomar consciência das vantagens da sua abrangência aplicacional. Por fim, temos de adquirir alguns conhecimentos de base técnica. A partir daí o leitor fica então preparado para desenvolver a sua própria capacidade de análise das múltiplas soluções apresentadas pelas principais marcas de equipamentos eléctricos e electrónicos de Domótica.
A 1ª parte visa preparar o leitor para os temas gerais da segurança electrónica e em particular para os da automação doméstica (Domótica);
a 2ª parte apresenta os fundamentos técnicos das diversas áreas de aplicação para que o leitor consiga compreender e interpretar as vantagens do recurso à segurança electrónica em geral e à Domótica, em particular;
a 3ª parte, trata das aplicações práticas de segurança e Domótica.
Alexandre Chamusca
4/27/2008
Uma casa na aldeia...
Ora muitas vezes, um dia ou dois é precisamente o tempo que a família dispõe para usufruir da casa, antes de regressar de novo ao ambiente citadino. O que significa abandonar a “casa da aldeia” quando ela começava a estar confortável para se lá habitar.
O que é geralmente preciso ter numa “casa da aldeia” para garantir o conforto mínimo no Inverno? Um radiador em cada divisão e um termoacumulador na casa de banho. Ora o ideal seria poder ligar esses aparelhos dois dias antes de lá chegar. Isto sem ter de se gastar muito dinheiro, quer nos equipamentos, quer na instalação e manutenção dos mesmos.
Será que é preciso ter uma casa inteligente para se conseguir ter as condições de conforto mínimas numa casa?
Obviamente que não.
Recorrendo a equipamentos de domótica é possível resolver eficazmente a situação:
O que eu preciso é de um comunicador telefónico (rede fixa ou GSM) que receba as ordens de comando e que as faça chegar aos módulos receptores ligados aos aparelhos eléctricos que pretendo comandar.
Uma vez que a segurança da “casa da aldeia” é um factor imprescindível, pois a casa encontra-se desocupada a maior parte do tempo, posso recorrer ao comunicador telefónico do alarme para enviar as ordens de comando, beneficiando das economias de escala que isso representa e se esse alarme for compatível com um sistema de domótica via rede eléctrica (terá integrado um interface de comando compatível), basta colocar módulos receptores nas tomadas eléctricas onde ligam os radiadores e o termoacumulador (o próprio cliente os pode instalar evitando recorrer a um técnico especializado), para poder usufruir da função simples, mas muito útil, de aquecer os quartos e a água na sua “casa da aldeia”.
Quanto é que isto pode custar?
Um pequeno sistema de alarme com comunicador telefónico (linha fixa) que integre um interface de domótica custa aproximadamente € 250 e cada módulo receptor para comandar aparelhos pela rede eléctrica custa aproximadamente € 40.
Se considerarmos 3 divisões e uma casa de banho, gastaria € 410 para instalar a solução descrita.
Será que a segurança e o conforto da sua “casa da aldeia” não merecerá este investimento? A si de julgar.
Alexandre Chamusca
Consultor de Segurança e Domótica
(Artigo adaptado do livro técnico do mesmo autor "A inteligência que se instala")
1/15/2008
Porquê contratar um consultor externo de soluções de segurança?
Do ponto de vista operacional, o principal objectivo da consultoria de soluções integradas de segurança é conseguir, por um lado: garantir a eficácia dos meios de detecção imediata (meios técnicos) de qualquer situação de risco que ponha em causa a normal actividade do cliente e, por outro: garantir que será implementada uma capacidade efectiva de intervenção (meios humanos) por forma a eliminar ou reduzir ao mínimo, os riscos detectados, afectando o menos possível, a actividade do cliente.
Assim a consultoria prevê fazer um diagnóstico genérico das actividades desempenhadas pela força de segurança contratada, actividades de segurança e actividades complementares (exemplo: distribuição de correio, acompanhamento de visitantes, outras), avaliação do nível de ameaça, bem como análise das medidas electrónicas complementares à operativa de vigilância humana.
Custo versus eficácia das soluções é portanto o factor chave de uma acção de consultoria de segurança, contribuindo para o adequado desenvolvimento e definição da solução integrada de segurança, à medida das necessidades e da vontade do cliente.
A vantagem deste processo de abordagem profissional às necessidades de segurança de uma empresa, é o de permitir ao cliente tomar decisões fundamentadas, baseadas num compromisso de nível de serviço que, por sua vez, está sustentado na relação custo / eficácia, assumida também pelo cliente.
Alexandre Chamusca
Consultor de Soluções de Segurança







































