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8/08/2015

Vitórias silenciosas...



Na nossa vida somos muitas vezes levados a assumir opiniões e posições que nos expõem pessoal e profissionalmente.

Das várias posturas possíveis, existe a opção de condicionar positivamente o pensamento dos nossos interlocutores, levando-os a assumir opiniões e posições compatíveis com a nossa, mesmo que aparentemente estejam a usurpar a originalidade da perspectiva e a personalizar a própria iniciativa.

Quando o objectivo da argumentação é um meio para se conseguir um consenso na abordagem a um determinado assunto e não um fim, a perca de protagonismo em detrimento de um apoio inconsciente na consequente decisão pode e deve ser interpretada como uma vitória silenciosa.

Uma vitória que se for partilhada pode ser facilmente interpretada como um ato narcisista de prepotência, retirando todo o valor à acção.

Vitórias que apesar de silenciosas contribuem para a formação e realização pessoal do indivíduo e são percepcionadas pelos interlocutores como sinais positivos do seu carácter, perfilando-se como traços de condescendência e até afecto na forma de lidar com as situações.     

Apesar de poder não corresponder exactamente à postura natural do indivíduo, esta forma de negociar o consenso nas mais variadas situações, induz uma forma de estar mais ligeira e amigável em sociedade e na profissão, sendo o saldo positivo no reforço da estratégia de comunicação pessoal.

Desta análise resulta uma constatação que é possível desenvolver dois planos de comunicação pessoal paralelos, um que é convenientemente perceptível ao interlocutor e outro que é o verdadeiro motor oculto responsável pela realização pessoal e profissional do indivíduo.


Alexandre Chamusca

08/08/2015

4/28/2012

Pior Pesadelo... Worse Nightware...

O pior pesadelo de qualquer chefe de família...
The worse nightmare of any family chef...


Mais vale prevenir do que remediar...
Better be prevented than sorrow...

A. Chamusca
Security Consultant

1/15/2008

Porquê contratar um consultor externo de soluções de segurança?

Para apoio à decisão, o cliente precisa de ter na sua posse, os dados necessários e suficientes para avaliar a sua exposição ao risco, e por conseguinte, aferir qual a solução integrada que melhor se adequa ao seu caso concreto.

Genericamente, a realização de uma acção de consultoria na área de segurança procura identificar um conjunto de medidas de ajustamento da actual solução de segurança (security), sustentadas num diagnóstico da situação actual e que faça a integração da vigilância humana com a vigilância electrónica, fazendo referência aos procedimentos que permitam fazer face aos cenários de ocorrência mais comuns.

Do ponto de vista operacional, o principal objectivo da consultoria de soluções integradas de segurança é conseguir, por um lado: garantir a eficácia dos meios de detecção imediata (meios técnicos) de qualquer situação de risco que ponha em causa a normal actividade do cliente e, por outro: garantir que será implementada uma capacidade efectiva de intervenção (meios humanos) por forma a eliminar ou reduzir ao mínimo, os riscos detectados, afectando o menos possível, a actividade do cliente.

Assim a consultoria prevê fazer um diagnóstico genérico das actividades desempenhadas pela força de segurança contratada, actividades de segurança e actividades complementares (exemplo: distribuição de correio, acompanhamento de visitantes, outras), avaliação do nível de ameaça, bem como análise das medidas electrónicas complementares à operativa de vigilância humana.

Custo versus eficácia das soluções é portanto o factor chave de uma acção de consultoria de segurança, contribuindo para o adequado desenvolvimento e definição da solução integrada de segurança, à medida das necessidades e da vontade do cliente.

A vantagem deste processo de abordagem profissional às necessidades de segurança de uma empresa, é o de permitir ao cliente tomar decisões fundamentadas, baseadas num compromisso de nível de serviço que, por sua vez, está sustentado na relação custo / eficácia, assumida também pelo cliente.



Alexandre Chamusca
Consultor de Soluções de Segurança

Sistema de segurança – Um mal necessário!

Do ponto de vista prático, o principal objectivo de um sistema de segurança é reduzir a tentação de se cometerem actos criminosos num determinado espaço protegido.

Uma vez que os riscos de ocorrência podem ser reduzidos, mas nunca eliminados, um sistema de segurança é sempre necessário, mesmo que resulte num incomodo para os seus proprietários e ocasionalmente para os vizinhos.

Do ponto de vista operacional, o principal objectivo de um sistema de segurança é conseguir, por um lado: a detecção imediata (meios técnicos) de qualquer situação de risco que ponha em causa a normal actividade do cliente e, por outro: interromper (reacção por parte do cliente) a tentativa de roubo ou acto de vandalismo.

A tomada de consciência por parte do cliente, sobre o real valor e importância de um sistema de segurança nas suas instalações pessoais e / ou profissionais é fundamental para justificar as alterações / adaptações dos usos e costumes na utilização do(s) espaço(s) (públicos e/ou privados) por forma a incluir os procedimentos de segurança.

Infelizmente o retorno do investimento só se prova se, e quando, acontecer uma tentativa de assalto ou acto de vandalismo.

Mas o conforto que representa ter um sistema de segurança passará a fazer parte das necessidades do cliente e esse factor não tem preço...



Valia a pena pensar nisso...



Alexandre Chamusca
Consultor Soluções de Segurança

Composição extraída do livro técnico "Domótica e segurança electrónica: A Inteligência que se instala"

1/03/2008

Se uma câmara incomoda muita gente...


A forma de pensar a segurança tem vindo a ser alterada, por um lado, pelo aumento dos vários tipos de riscos a que as pessoas e os negócios estão cada vez mais expostos e por outro, pela evolução tecnológica das soluções electrónicas de segurança, que tem vindo a proporcionar meios adequados à gestão e controlo dos principais riscos detectados.

Uma câmara por si só não interrompe uma tentativa de assalto, servindo apenas de apoio à decisão em caso de reacção.

A maior parte dos equipamentos de segurança electrónica estão previstos para actuarem após uma tentativa de entrada ter sido desencadeada. É por isso que as soluções de segurança devem passar a incluir componentes de dissuasão, agindo na prevenção, como por exemplo circuitos de iluminação de segurança, actuados em caso de detecção perimétrica, no exterior das instalações protegidas.

A protecção de instalações começa nos portões e vedações, que devem demarcar claramente os limites do espaço protegido, passando pela iluminação e controlo de fluxo de pessoas e veículos.

O sistema de controlo de acessos deve estar interligado ao sistema contra intrusão e ao CFTV (circuito fechado de TV). Estes meios técnicos são fundamentais para a definição e manutenção do nível de serviço de segurança a prestar pela empresa da especialidade.

O cliente sabe que tem de estar protegido, não sabe é como e do que é que precisa ao certo para que a segurança que contrata seja eficaz.



Alexandre Chamusca
Consultor soluções de segurança

Composição extraída do livro técnico "Domótica e segurança electrónica - A inteligência que se instala"

12/07/2007

Só acontece aos outros! It only happens to the others!

Geralmente só damos valor ao conforto de ter um sistema de segurança quando somos vítimas de um assalto ou tentativa de assalto.

De facto sofremos todos do sindroma do espectador, ou seja, vemos acontecer mas não nos acontece a nós (é como se estivessemos no cinema a ver um filme).

Depois um dia "acontece" e...

Casa roubada, trancas à porta! Venham lá instalar à pressa um alarme, para nos sentirmos mais protegidos...


Valia a pena pensar nisso e... como o sábio ditado já era recitado no tempo do meu bisavô: Mais vale prevenir do que remediar!...




Alexandre Chamusca

Consultor soluções de segurança

Composição extraída do livro técnico: Domótica e segurança electrónica - A inteligência que se instala

12/06/2007

85% / 15%








Não é preciso muito para apresentar 85% de uma solução electrónica que resolva 15% de um problema de segurança.

It doesn't take much talent to prescribe 85% security solution for a 15% security problem.


O que é realmente difícil é diagnosticar correctamente os problemas de segurança de um cliente e recomendar as contramedidas necessárias e suficientes para os resolver sem cair em exageros....

Real talent comes into play when one is able to diagnose client problems correctly and recommend necessary countermeasures to solve them without engaging in overkill....


Alexandre Chamusca
Consultor de Segurança
Security Consultant

11/19/2007

Se lhe fosse dado a escolher... / If you had the choice...




















Se um ladrão lhe desse a escolher, preferia ser assaltado dentro ou fora de casa?
If a burglar would give you the choice, would you prefer to be robed being at home or out?

Fora?
Out?

Então porque é que desliga o alarme, quando está em casa?
Then why do you turn off the alarm when you're at home?

Quando precisa mais dele... está desligado...
When you need it the most... It's shut off...

Devia pensar nisso...
You should think about it...


Alexandre Chamusca
Consultor de Segurança
Security Consultant

10/23/2007

d) Qual a diferença entre a DOMÓTICA e os EDIFÍCIOS INTELIGENTES?












A diferença está essencialmente na escala e no grau de sofisticação da aplicação. Enquanto numa casa temos, por exemplo, dezenas de pontos a controlar, num edifício é fácil termos centenas.


Por outro lado, o grau de sofisticação duma aplicação para uma casa pode e deve ser o mais simples possível, de modo a não obrigar o utilizador final a ter um determinado tipo de formação, enquanto que para um edifício, o grau de sofisticação da aplicação geralmente obriga à formação de quadros específicos para lidarem com a “inteligência” do sistema de GESTÃO TÉCNICA do edifício.


Extrato do livro técnico "A inteligência que se instala"
(para mais informações sobre o livro contactar geral@xkt.pt)

Porque é que não existe mais DOMÓTICA nas casas se “tudo” já é possível?

É ao nível do controlo integrado de todas as operações que surgem os principais obstáculos à generalização da DOMÓTICA no sector imobiliário.
Existe o controlo das luzes, o alarme, o controlo dos aparelhos, o controlo da climatização, mas ainda é muito raro existirem todas estas aplicações na mesma casa.


Normalmente o cliente opta por algumas destas aplicações, mas os custos aumentam de uma forma exponencial quando se pretende integrá-las no mesmo processo de controlo.

Extrato do livro técnico "A inteligência que se instala"
(Para mais informações sobre o livro contactar geral@xkt.pt)

b) O que é que pode ser automatizado numa casa?












Hoje em dia já é possível automatizar o que se quiser em casa.

Desde as janelas, estores, luzes, aparelhos, tudo é possível automatizar.

A climatização (controlo de energia), a segurança, o conforto (controlo das luzes e aparelhos) e as comunicações são os principais factores passíveis de serem controlados de uma forma automatizada numa casa.




Extrato do livro técnico "A inteligência que se instala"
(para mais informações contactar geral@xkt.pt)

8/02/2007

Repensar a contratação de serviços de segurança / Rethinking the security service providing contracts

A forma de pensar a segurança tem vindo a ser alterada, por um lado, pelo aumento dos vários tipos de riscos a que as pessoas e os negócios estão cada vez mais expostos e por outro, pela evolução tecnológica das soluções electrónicas de segurança, que tem vindo a proporcionar meios adequados à gestão e controlo dos principais riscos detectados.

The way of thinking security has been changing, due to the rise of diferent types of risks people and companies are nowadays exposed and, on the other hand, due to electronic security technology evolution, that are enabling the adequated means to control the detected risks.


















Uma câmara por si só não interrompe uma tentativa de assalto, servindo apenas de apoio à decisão, em caso de confirmação de perigo.

One CCTV camera does not stop, on his own, any robery attempt, only helping on a decision support, in case of danger confirmation.





























A maior parte dos equipamentos de segurança electrónica estão previstos para actuarem após uma tentativa de entrada (intrusão) ter sido desencadeada. É por isso que as soluções de segurança devem passar a incluir componentes de dissuasão, agindo na prevenção, como por exemplo circuitos de iluminação de segurança, actuados em caso de detecção perimétrica, no exterior das instalações protegidas.

Most of electronic security systems are projected to operate AFTER a robery attempt. Tha's why electronic security solutions should start including dissuasion components, acting in the prevention phase, as for example the security light circuits, integrated in the perimetral detection systems, in the outdoor facilites.









A protecção de instalações começa nos portões e vedações, que devem demarcar claramente os limites do espaço protegido, passando pela iluminação e controlo de fluxo de pessoas e veículos.

The facilites protection begins in the fences and gates, which should clearly limit the protected area and include the light security circuits, projected to help dissuade and control people and vehicules trafic in and out these limts.

O sistema de controlo de acessos deve estar interligado ao sistema contra intrusão e ao CFTV (Circuito Fechado de TV). Estes meios técnicos são fundamentais para a definição e manutenção do nível de serviço de segurança a prestar pela empresa da especialidade.

The access control should be integrated with the intrusion system and CCTV. Those technical resources are fundamental to the security service level agreement between the security company and the client.





















O cliente sabe que tem de estar protegido, não sabe é como e do que é que precisa ao certo para que a segurança que contrata seja eficaz. O cliente procura garantir que os principais riscos detectados se mantenham sempre num nível baixo e que a operacionalidade dos sistemas electrónicos instalados não se deteriore com o tempo e que pelo contrário, acompanhe a realidade e as necessidades de segurança da empresa, ao longo do seu período de vida, permitindo que os serviços prestados também acompanhem as variações de níveis de risco, nas zonas de acessos e circulação dentro e fora da empresa.

The client knows that he has to be protected but doesn't know how neither what does he exactly need to have to be eficient. The client wants to guarantee that each detected risk will be kept low and that all the electronic systems and integrated services will follow the company needs.






















Dito isto, os contractos de segurança deviam basear-se:

1º numa análise de risco das instalações a proteger;
2º numa avaliação dos meios electrónicos eventualmente existentes;
3º na negociação de um nível de serviço proporcional ao nível de risco a controlar, com o cliente;
4º na garantia que serão aplicadas medidas de controlo e reporte da qualidade desse nível de serviço;
5º no reporte de todas as alterações que forem sendo detectadas nos níveis de risco, em cada zona de acesso e circulação dentro e fora das instalações, com a respectiva proposta de medidas correctivas;

Based on these fundaments exposition we could conclude that all security service providing contracts should be based on the following aspects:

1) risk evaluation of the facilites to be protected;
2) evaluation of the existing security resources;
3) Service level agreement negotiation with the client, proportional to the willing risk management control;
4) guarantee that there will be measures of control and report the quality of the contracted service providing;
5) in the report of all risk changes detected in and/or out the facilites, with the corresponded corrective measures;

O mercado dos serviços de segurança está apetente por uma abordagem profissional deste género e o sector precisa de se profissionalizar nos serviços a prestar, para corresponder às expectactivas que vão sendo criadas.

The security service providing market is receptive to this professional approach and the sector need to become more professionalysed in the service providing, in order to correspond to the new client expectations.

Quanto melhor for a percepção do cliente de qual é o retorno do seu investimento em segurança, mais e melhores serviços estará disposto a contratar.

The better will be the client perception to his investment return in security, more and better services will he be willing to contract.


Alexandre Chamusca

Consultor de Segurança / Security Consultant

12/10/2006

A Domótica como valor acrescentado da segurança electrónica

Hoje um sistema de segurança além da detecção de intrusão, pode perfeitamente integrar a função de controlo de acessos de uma ou mais portas, com cartão e/ou etiquetas de proximidade, detecção de incêndio, detecção de fugas de gás, corte automático do gás e/ou água em caso de alarme técnico, accionamento automático de circuitos de iluminação (quer por programação horária, quer por detecção de presença coincidente com falta de luz), accionamento de aparelhos (termoacumulador, bomba de água, radiadores eléctricos, estores motorizados, etc).

Para o cliente (utilizador) esta evolução tornou exequível determinadas aplicações e acessíveis os seus consequentes benefícios que de outra forma, quer por uma questão de custos, quer de oportunidade de instalação, estariam totalmente fora de questão.

Assim, quem decide a compra passou a ter a capacidade de compreender, além da necessidade de determinados sistemas electrónicos, a sua utilidade na conjectura do nosso bem estar doméstico e da sua relativa facilidade de utilização, diariamente.

Por outro lado, passou também a ter a capacidade de avaliar o seu “custo / benefício”, pela credibilidade e economias de escala que representa ter numa só entidade, a venda, instalação e assistência aos sistemas integrados instalados. Recorrer a entidades separadas para cada uma das áreas técnicas que compõem a Domótica, torna qualquer orçamento caríssimo e muito complicado quer de instalar, quer de manter.

Com a integração nos sistemas de alarme de funções complementares, passou a ser possível desenvolver uma abordagem técnico / comercial diferente e diferenciada no mercado específico da segurança electrónica.

Passou-se a diferenciar os projectos por áreas de aplicação (vivendas, apartamentos, lojas, escritórios, etc) e a integrar nelas, soluções técnicas especiais, com valor acrescentado da Domótica (automação doméstica). especificamente para cada delas: a

O desenvolvimento das telecomunicações, quer móveis quer fixas, veio também proporcionar novas formas de interagir com os sistemas de alarme e consequentemente com os restantes sistemas integrados.

Assim passou a ser “banal” usar um telemóvel para ligar / desligar um alarme remotamente, assim como accionar uma saída do alarme para executar uma função complementar. O custo implícito nesta acção complementar é irrisória, pois aproveita todos os componentes do alarme (comunicador telefónico, automatismo de comando, etc) e até a sua forma de utilização.

Sistemas que acendem as luzes assim que o dia começa a escurecer proporcionam conforto, mas também segurança, uma vez que deixa a impressão de que a casa parece ocupada. Se não quiser deixar nenhuma margem de dúvida na mente do ladrão, poderá até instalar um sistema de simulação de presença.

Esta tecnologia fará com que, aleatoriamente, as luzes se apaguem e acendam em quartos diferentes e que os estores desçam e subam, como se estivesse gente em casa.

Ao nível do reporte automático das ocorrências, passou a ser possível todas as formas de reporte, podendo o sistema aferir qual o meio que deve utilizar, mediante a sua disponibilidade, ou seja, pode por exemplo tentar primeiro comunicar por telefone (analógico ou ADSL) e caso a linha esteja cortada, comutar automaticamente para GSM e assim garantir que o sinal de alarme chega ao seu destinatário.

Como reporte alternativo e/ou complementar, pode também enviar uma mensagem para um endereço de mail e incluir as imagens de uma câmara associada ao espaço em alarme.

Representante em Portugal do já famoso sistema X-10 (sistema que comunica pela rede eléctrica existente), a XKT integra numa única área de responsabilidade técnica, todas as formas de comando e controlo dos diversos níveis de conforto em casa. Assim áreas técnicas tão distintas como a segurança, a iluminação, as telecomunicações, o circuito de TV, vídeo e Hi-Fi, interagem, tirando máximo partido e proveito das suas potencialidades e proporcionando economias de escala quer ao nível da cablagem e mão-de-obra necessária, quer ao nível do equipamento, graças à integração das multifunções que cada sistema passa a proporcionar, ou seja, por exemplo:

- Quando o alarme dispara, acendem-se automaticamente determinadas luzes, do circuito de domótica, recebe-se uma mensagem escrita no telemóvel com o reporte da ocorrência e/ou uma chamada no telefone fixo com uma mensagem gravada a reportar o alarme;

- Simula-se a presença em casa com a programação aleatória dos diversos circuitos de iluminação do circuito de domótica;

- Acendem-se qualquer das luzes do circuito de domótica com o telecomando universal ou através de uma macro por PC, ou ainda carregando simplesmente num tradicional interruptor de parede;

- O circuito de iluminação de decoração da vivenda acende-se automaticamente com chegada da noite e apaga-se da mesma maneira com o amanhecer;

- O circuito de iluminação exterior está dividido por zonas e controlado por detectores exteriores, pelo que se acendem com a aproximação de alguma pessoa do raio de acção dos detectores, podendo um besouro tocar dentro de casa, avisando do movimento no quintal;

- Tal como as luzes, pode-se controlar local e/ou remotamente por telefone e/ou telemóvel, o ar condicionado, o aquecimento central, radiadores eléctricos, aparelhos, motores de portão e estores, bombas de água, sistemas de rega, etc.

Isto tudo de uma forma extremamente simples e intuitiva, ao alcance de qualquer pessoa minimamente instruída.

Numa altura em que a segurança em casa se tornou uma necessidade absoluta e na qual os equipamentos eléctricos e electrónicos a controlar são muitos e servem as mais diversas aplicações, a XKT apareceu à sete anos no mercado Português e é hoje parceira (integrador de sistemas) de vários gabinetes de projecto, grandes instaladores e grandes donos de obra, prestando-lhes assessoria técnico / comercial por forma a que estes consigam corresponder às actuais expectativas do mercado imobiliário, na forma de integrar as diversas formas de comando e controlo dos vários níveis de segurança e conforto, que uma casa moderna (seja apartamento ou vivenda) justifica hoje em dia.

Para mais informações visite www.xkt.pt

Q&A: A inteligência dos sistemas deve ser centralizada ou descentralizada?

Existem vários sistemas e topologias de redes de comunicação entre eles, mas a mais conhecida e mais vendida no mundo, são os sistemas que usam o protocolo X-10. Este protocolo tem a particularidade de comunicar pela rede eléctrica existente, o que permite instalar os equipamentos compatíveis em casas já existentes, sem ter de se partirem as paredes para passar cablagem. Com emissores (controladores) e receptores (actuadores), o sistema controla tudo o que é eléctrico e electrónico em casa, desde luzes e aparelhos, até TV, vídeo e/ou aparelhagens Hi-Fi, de qualquer marca ou modelo (para mais informações sobre os equipamentos, visitar www.xkt.pt).

Este sistema tem a sua inteligência descentralizada, ou seja, todos os controladores são compatíveis e permitem comandar os mesmos receptores de formas diferentes (manualmente, por telecomando, por programação horária, por computador, ou ainda automaticamente, via o alarme ou outro equipamento electrónico).

Outros sistemas recorrem a protocolos de comunicação que obrigam a instalar uma cablagem própria, como é o caso do EIB. Os equipamentos que recorrem a este protocolo para comunicarem, geralmente têm uma unidade central para comando automático das funções e unidades de comando periféricas, com capacidade de processamento local (para mais informações sobre os equipamentos, visitar www.siemens.com).

Q&A: Quais as mais importantes vantagens da introdução dos sistemas de domótica quando os edifícios estão em construção?

Começando pelas necessárias:

- segurança (intrusão e alarmes técnicos),

- controlo de energia (controlo de radiadores e/ou equipamentos de ar condicionado),

- comunicações (reporte automático de alarmes, tele-acções);


Passando para as úteis:

- controlo de luzes e aparelhos;

- controlo de motorizações;

- controlo integrado de TV / Vídeo / Hi-Fi;

Entre outras...

Q&A: Em que domínios (segurança, comodidade, gestão de gastos, outras) é que o mercado da Domótica tem crescido mais?

Imperceptivelmente o nosso ambiente está a tornar-se cada vez mais “inteligente” e à medida que nos vamos habituando às “modernices”, vamos exigindo mais e melhor conforto (porque nos vamos apercebendo que é possível obtê-lo). As parabólicas, por exemplo, quando começaram a aparecer, dizia-se que era só para o segmento imobiliário de gama alta e que nunca passaria de um luxo para alguns. No entanto, hoje já é difícil vender qualquer apartamento em prédios que não tenham uma parabólica. O mesmo acontece com o ar condicionado, os vídeo porteiros, o controlo de acessos, o portão automático das garagens, etc.

Este tipo de equipamentos está a criar uma “moda”, onde se junta o útil ao agradável, o “chique” ao prático e o simples ao sofisticado.

Assim do ponto de vista empresarial:

Devido à integração de várias áreas técnicas como a segurança electrónica, o controlo de TV, Video e Hi-Fi, o controlo de luzes e aparelhos eléctricos, a informática, as motorizações de portões e janelas, a Domótica permite criar inúmeras soluções, do muito simples ao muito sofisticado, combinando aplicações técnicas de equipamentos de várias marcas e modelos. Perante tão vasto campo de aplicações, torna-se evidente que a Domótica é uma área técnica ainda pouco explorada e desenvolvida em Portugal.

Este facto leva a que estejam em aberto oportunidades de negócio para as empresas que actualmente operam em cada sector de actividade e para novas empresas especializadas, que começam a surgir com capacidade de integração, projecto, consultoria, fiscalização e controlo de obras.

A fidelização dos consumidores face às marcas, terá em conta sobretudo a qualidade: Qualidade dos equipamentos, qualidade dos serviços mas sobretudo, qualidade nas soluções técnicas apresentadas e fundamentadas para cada cliente alvo. As empresas que conseguirem “vender” confiança técnico / comercial em cada nicho de mercado, farão a diferença e passarão a ser referenciadas como exemplos a seguir, pelos diversos centros de decisão.

O mercado Português, devido ao seu potencial crescimento, representa uma fonte de negócio promissório, onde as empresas poderão prosperar, se estiverem bem informadas e formadas para poderem corresponder às necessidades presentes e futuras de cada nicho associado.

Do ponto de vista do utilizador:

Numa habitação, cada vez temos mais aparelhos eléctricos e electrónicos que se tornaram imprescindíveis, quer nas tarefas domésticas do dia a dia, quer na ocupação dos tempos livres em casa, onde constituem peças fundamentais na definição e utilização prática do “conforto”, nas suas várias componentes e se integram nos hábitos do cidadão moderno.

Como tudo o que é eléctrico tem um consumo associado, o custo da energia passou a ser significativo nas despesas fixas mensais e como tal, a conservação de energia deixou de ser uma preocupação exclusiva das empresas, sendo hoje uma necessidade em qualquer gestão doméstica.

As famílias lutam cada vez mais por diminuir os seus gastos, maximizando o seu conforto e a Domótica tem este aspecto em conta.

Estas correntes, que começam a surgir em Portugal como uma evolução natural do mercado eléctrico e electrónico, têm vindo a potenciar as aplicações da Domótica, tornando o seu futuro muito promissor.

Q&A: Em termos de mercado (novas aplicações, venda etc) como tem sido a evolução deste sector?

O mercado da Domótica reúne um universo muito vasto de marcas, sistemas e aplicações técnicas integradas, do muito simples ao muito sofisticado e do muito barato ao muito caro. Mas todos têm o mesmo fim: Proporcionar o conforto à medida do cliente.

O mercado apresenta constantemente novos equipamentos que visam garantir as melhores condições de conforto, mediante os conceitos e as preferências ao nível do bem estar de determinados segmentos sócio culturais.

Por outro lado, o público em geral, vai tendo conhecimento das novas aplicações e vai exigindo cada vez mais, face aos produtos existentes. Equipamentos que se destinavam a um público alvo mais evoluído em termos de sofisticação e do modo de funcionamento, passam progressivamente a interessar a um número maior de potenciais clientes, banalizando progressivamente determinadas soluções, que à partida foram desenvolvidas e apresentadas inicialmente como exclusivas em mercados de luxo.

Essa evolução permite promover marcas e serviços de excelência, massificando-se conceitos e aplicações. Consequentemente, os preços baixam, tornando essas mesmas aplicações acessíveis a um maior número de interessados com menor poder de compra. Estas são regras de mercado que fazem evoluir, por um lado, o nível de sofisticação das soluções e por outro, a capacidade de aceitação dos clientes finais às novas tecnologias.


11/02/2006

Livro técnico: A Inteligência que se instala

Porquê um livro sobre este tema?

Existem vários livros técnicos editados no estrangeiro sobre a Domótica (Automação Doméstica), mas sempre incompletos na abordagem pragmática do tema e escritos numa linguagem praticamente só inteligível para especialistas de algumas das áreas técnicas que compõem a Domótica e a segurança electrónica.

Com a experiência acumulada ao longo de vários anos de trabalho no ramo e a publicação de vários artigos técnicos sobre o assunto, decidi levar mais longe o meu esforço e partilhar uma parte dos meus conhecimentos numa obra que visa reunir as bases necessárias e suficientes para qualquer pessoa, seja ela projectista, instalador, dono de obra ou cliente final, poder formular a sua própria opinião sobre o assunto e recorrer aos dados aqui expostos, sempre que precisar de esclarecer algum aspecto menos claro que se lhe apresente.

Porquê uma forte componente de Segurança Electrónica?

Na base da Domótica está sempre a segurança.

O automatismo mais simples para uma casa é o alarme, que ao longo dos últimos anos, tem desenvolvido e incorporado uma série de funções e interfaces que lhe permitem interagir com vários automatismos.

Face à necessidade de soluções de Domótica, criada pelo ramo imobiliário, as empresas de segurança estão finalmente a valorizar este mercado e mantêm-se particularmente atentas à evolução natural dos sistemas electrónicos de segurança para as soluções técnicas integradas de valor acrescentado.

A quem interessa?

Trata-se de uma tecnologia em pleno desenvolvimento cuja evolução passará certamente pela integração sistemática de novos serviços e pela generalização das aplicações a todos os segmentos do mercado imobiliário.

A banalização da Domótica está em curso e, se esta realidade não é ainda suficientemente visível, é porque as pessoas ainda necessitam de ter mais informação sobre o assunto.

Como qualquer mercado em expansão presta-se a exageros, pelo que convém esclarecer quem está interessado em investir em Domótica, para não defraudar as expectativas, quer de quem vende, quer de quem compra.

A “vontade” do cliente é moldada pelo projectista e assessorada pela empresa integradora dos sistemas, que globaliza e integra as soluções, não perdendo de vista a aceitação do grau de sofisticação, por parte do cliente, uma vez que é ele (e o seu agregado familiar) que deverá interagir diariamente com os diversos sistemas.

Na actual conjectura do ramo da construção, a Domótica surge como o maior e melhor valor acrescentado das promoções imobiliárias, sendo as soluções dimensionadas e custeadas mediante o alvo pretendido, tal como acontece com outros ramos de actividade comercial.

Domótica, que futuro?

A Domótica pode a curto prazo proporcionar soluções para algumas famílias, permitindo que surjam novas filosofias de vida no seio da nossa sociedade. Esta vulgarização do sector pode originar uma desfiguração drástica a médio prazo, pondo em causa algumas bases que hoje definem a Domótica.

Imperceptivelmente, o nosso ambiente está a tornar-se cada vez mais “inteligente” e, à medida que nos vamos habituando às “modernices”, vamos exigindo mais e melhor conforto (porque nos vamos apercebendo que é fácil conseguir obtê-lo). Hoje já é difícil vender qualquer apartamento em prédios que não tenham uma parabólica ou televisão por cabo. O mesmo acontece com o ar condicionado, os vídeo porteiros, o controlo de acessos, o portão automático das garagens, etc...

Este tipo de equipamentos está a criar uma “moda”, onde se junta o útil ao agradável, o “chique” ao prático e o simples ao sofisticado.

O facto da Domótica (para a habitação particular e colectiva) e os Edifícios Inteligentes (para os grandes edifícios de serviços), constituírem um valor acrescentado cada vez mais importante em qualquer investimento imobiliário, está a “banalizar” o recurso a este género de sistemas e a despertar a sociedade em geral para as vantagens pessoais e colectivas provenientes do acesso aos serviços que os ditos sistemas proporcionam.

E, sobre o despertar desta nova sociedade muito ainda fica por escrever.

Índice

Prefácio

PARTE 1 ABORDAGEM À DOMÓTICA

Introdução

CAPÍTULO 1

Domótica – O conceito

1.1 Bem vindo ao formidável mundo da Domótica
1.2 Domótica – O futuro, hoje
1.3 Domótica – A inteligência que se instala
1.4 As perguntas necessárias

CAPÍTULO 2

Critérios de abordagem à Domótica

2.1 Necessidades
2.2 Utilidade
2.3 Facilidade
2.4 Preço
2.5 A quem interessa? Porque interessa?


PARTE 2 FUNDAMENTOS TÉCNICOS

CAPÍTULO 3

Análise meios de comunicação dos sistemas

3.1 Rede eléctrica
3.2 Cablagem Coaxial
3.3 Cablagem baixa tensão
3.4 Rádio frequência
3.5 Infra Vermelho

CAPÍTULO 4

A segurança aliada ao conforto

4.1 Análise segurança contra Intrusão
4.2 Ligação de uma alarme a uma central receptora
4.3 Análise segurança contra Incêndio
4.4 Análise segurança por CFTV
4.5 Análise segurança por Controlo de Acessos

CAPÍTULO 5

Protocolo de comunicação
5.1 X-10 Protocolo de comunicação pela rede eléctrica
5.2 EIB Protocolo de comunicação por rede da dados

CAPÍTULO 6

Levantamento de necessidades
6.1 Considerações iniciais
6.2 Abordagem orçamental



PARTE 3 APLICAÇÕES PRÁTICAS

CAPÍTULO 7

Aplicações Práticas

7.1 Controlo de grupo de luzes e aparelhos
7.2 Controlo de uma electrovalvula
7.3 Controlo de um portão motorizado
7.4 Controlo rega automática
7.5 Controlo automático aparelho ar condicionado
7.6 Controlo integrado caldeira a gás
7.7 Módulo aparelhos para quadro eléctrico
7.8 Módulo de luzes para quadro eléctrico
7.9 Módulo de aparelhos de encastrar
7.10 Módulo de luzes de encastrar
7.11 Micro-Módulo de encastrar
7.12 Módulo filtro / acoplador de fases para quadro eléctrico
7.13 Solução de segurança e controlo de conforto
7.14 Solução controlo conforto por computador
7.15 Solução controlo conforto e multimédia

CAPÍTULO 8

Memória descritiva para uma vivenda

8.1 Vídeo vigilância activa
8.2 Segurança integrada
8.2.1 Detecção de intrusão
8.2.2 Alarmes técnicos
8.2.3 Cofre
8.3 Controlo Iluminação exterior
8.4 Controlo Iluminação interior
8.5 Controlo de estores motorizados
8.6 Som distribuído
8.7 Sistema de som “Cinema em casa”
8.8 Cablagem estruturada
8.9 Sistema integrado de telecomunicações


CAPÍTULO 9

Domótica & Segurança Electrónica em condomínios – Uma nova prospectiva

9.1 Definição de objectivos
9.2 Abordagem
9.3 A solução técnica integrada

CAPÍTULO 10

Epílogo Filosófico

10.1 O trabalho em casa
10.2 Conservação de energia
10.3 O tempo
10.4 O conforto
10.5 Conclusão

Quem sou e o que faço

Alexandre Chamusca,

Engenheiro Electrotécnico, Ramo Telecomunicações e Electrónica, do IST (Instituto Superior Técnico), iniciou a actividade profissional em 1989.

Em 1991 foi Assessor da Administração na empresa EPUL - Empresa Pública de Urbanização de Lisboa SA, tendo a seu cargo o estudo de viabilidade de uma empresa de projectos e representações de produtos na área da Automação Doméstica (Domótica) e Edifícios Inteligentes.

Em 1993 trabalhou como Consultor Externo de várias empresas na área da Domótica, Segurança e Telecomunicações e em 1997 foi convidado para Director Nacional de Sistemas (Intrusão, Incêndio, CCTV e Controlo de Acessos) da PROSEGUR, cargo que desempenhou até 1999.

Em 2000 criou a sua própria empresa, da qual é sócio gerente, a XKT, Projectos e Instalações Técnicas Lda, importadora e representante em Portugal de várias marcas na área da Domótica.

Em 2004, assumiu a Direcção Nacional de Sistemas Electrónicos de Segurança na ESEGUR, Empresa de Segurança SA, a 3ª maior empresa de segurança em Portugal e a 1ª portuguesa, sendo actualmente responsável pelo Gabinete de Desenvolvimento de Novos Projectos.