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1/03/2008

Se uma câmara incomoda muita gente...


A forma de pensar a segurança tem vindo a ser alterada, por um lado, pelo aumento dos vários tipos de riscos a que as pessoas e os negócios estão cada vez mais expostos e por outro, pela evolução tecnológica das soluções electrónicas de segurança, que tem vindo a proporcionar meios adequados à gestão e controlo dos principais riscos detectados.

Uma câmara por si só não interrompe uma tentativa de assalto, servindo apenas de apoio à decisão em caso de reacção.

A maior parte dos equipamentos de segurança electrónica estão previstos para actuarem após uma tentativa de entrada ter sido desencadeada. É por isso que as soluções de segurança devem passar a incluir componentes de dissuasão, agindo na prevenção, como por exemplo circuitos de iluminação de segurança, actuados em caso de detecção perimétrica, no exterior das instalações protegidas.

A protecção de instalações começa nos portões e vedações, que devem demarcar claramente os limites do espaço protegido, passando pela iluminação e controlo de fluxo de pessoas e veículos.

O sistema de controlo de acessos deve estar interligado ao sistema contra intrusão e ao CFTV (circuito fechado de TV). Estes meios técnicos são fundamentais para a definição e manutenção do nível de serviço de segurança a prestar pela empresa da especialidade.

O cliente sabe que tem de estar protegido, não sabe é como e do que é que precisa ao certo para que a segurança que contrata seja eficaz.



Alexandre Chamusca
Consultor soluções de segurança

Composição extraída do livro técnico "Domótica e segurança electrónica - A inteligência que se instala"

12/07/2007

Só acontece aos outros! It only happens to the others!

Geralmente só damos valor ao conforto de ter um sistema de segurança quando somos vítimas de um assalto ou tentativa de assalto.

De facto sofremos todos do sindroma do espectador, ou seja, vemos acontecer mas não nos acontece a nós (é como se estivessemos no cinema a ver um filme).

Depois um dia "acontece" e...

Casa roubada, trancas à porta! Venham lá instalar à pressa um alarme, para nos sentirmos mais protegidos...


Valia a pena pensar nisso e... como o sábio ditado já era recitado no tempo do meu bisavô: Mais vale prevenir do que remediar!...




Alexandre Chamusca

Consultor soluções de segurança

Composição extraída do livro técnico: Domótica e segurança electrónica - A inteligência que se instala

12/06/2007

85% / 15%








Não é preciso muito para apresentar 85% de uma solução electrónica que resolva 15% de um problema de segurança.

It doesn't take much talent to prescribe 85% security solution for a 15% security problem.


O que é realmente difícil é diagnosticar correctamente os problemas de segurança de um cliente e recomendar as contramedidas necessárias e suficientes para os resolver sem cair em exageros....

Real talent comes into play when one is able to diagnose client problems correctly and recommend necessary countermeasures to solve them without engaging in overkill....


Alexandre Chamusca
Consultor de Segurança
Security Consultant

11/19/2007

Se lhe fosse dado a escolher... / If you had the choice...




















Se um ladrão lhe desse a escolher, preferia ser assaltado dentro ou fora de casa?
If a burglar would give you the choice, would you prefer to be robed being at home or out?

Fora?
Out?

Então porque é que desliga o alarme, quando está em casa?
Then why do you turn off the alarm when you're at home?

Quando precisa mais dele... está desligado...
When you need it the most... It's shut off...

Devia pensar nisso...
You should think about it...


Alexandre Chamusca
Consultor de Segurança
Security Consultant

10/23/2007

d) Qual a diferença entre a DOMÓTICA e os EDIFÍCIOS INTELIGENTES?












A diferença está essencialmente na escala e no grau de sofisticação da aplicação. Enquanto numa casa temos, por exemplo, dezenas de pontos a controlar, num edifício é fácil termos centenas.


Por outro lado, o grau de sofisticação duma aplicação para uma casa pode e deve ser o mais simples possível, de modo a não obrigar o utilizador final a ter um determinado tipo de formação, enquanto que para um edifício, o grau de sofisticação da aplicação geralmente obriga à formação de quadros específicos para lidarem com a “inteligência” do sistema de GESTÃO TÉCNICA do edifício.


Extrato do livro técnico "A inteligência que se instala"
(para mais informações sobre o livro contactar geral@xkt.pt)

Porque é que não existe mais DOMÓTICA nas casas se “tudo” já é possível?

É ao nível do controlo integrado de todas as operações que surgem os principais obstáculos à generalização da DOMÓTICA no sector imobiliário.
Existe o controlo das luzes, o alarme, o controlo dos aparelhos, o controlo da climatização, mas ainda é muito raro existirem todas estas aplicações na mesma casa.


Normalmente o cliente opta por algumas destas aplicações, mas os custos aumentam de uma forma exponencial quando se pretende integrá-las no mesmo processo de controlo.

Extrato do livro técnico "A inteligência que se instala"
(Para mais informações sobre o livro contactar geral@xkt.pt)

b) O que é que pode ser automatizado numa casa?












Hoje em dia já é possível automatizar o que se quiser em casa.

Desde as janelas, estores, luzes, aparelhos, tudo é possível automatizar.

A climatização (controlo de energia), a segurança, o conforto (controlo das luzes e aparelhos) e as comunicações são os principais factores passíveis de serem controlados de uma forma automatizada numa casa.




Extrato do livro técnico "A inteligência que se instala"
(para mais informações contactar geral@xkt.pt)

4/19/2007

Como deverá evoluir a Domótica em Portugal do ponto vista empresarial?

Devido à integração de várias áreas técnicas como a segurança electrónica, o controlo de TV, Video e Hi-Fi, o controlo de luzes e aparelhos eléctricos, a informática, as motorizações de portões e janelas, a Domótica permite criar inúmeras soluções, do muito simples ao muito sofisticado, combinando aplicações técnicas de equipamentos de várias marcas e modelos. Perante tão vasto campo de aplicações, torna-se evidente que a Domótica é uma área técnica ainda pouco explorada e desenvolvida em Portugal.

Este facto leva a que estejam em aberto oportunidades de negócio para as empresas que actualmente operam em cada sector de actividade e para novas empresas especializadas, que começam a surgir com capacidade de integração, projecto, consultoria, fiscalização e controlo de obras.

A fidelização dos consumidores face às marcas, terá em conta sobretudo a qualidade: Qualidade dos equipamentos, qualidade dos serviços mas sobretudo, qualidade nas soluções técnicas apresentadas e fundamentadas para cada cliente alvo. As empresas que conseguirem “vender” confiança técnico / comercial em cada nicho de mercado, farão a diferença e passarão a ser referenciadas como exemplos a seguir, pelos diversos centros de decisão.

O mercado Português, devido ao seu potencial crescimento, representa uma fonte de negócio promissório, onde as empresas poderão prosperar, se estiverem bem informadas e formadas para poderem corresponder às necessidades presentes e futuras de cada nicho associado.

As pessoas em geral acham a Domótica complexo e cara. Qual é a sua opinião?

Esta é uma das razões que me levou a escrever o livro.











A domótica, tal como outras áreas de equipamentos eléctricos e electrónicos, vai do muito simples ao muito sofisticado. Tudo dependa da aplicação e do grau de integração pretendido. O que é fácil para uns pode ser considerado difícil para outros.

O importante é que a pessoa: projectista, instalador, promotor ou simplesmente, cliente final, saiba avaliar e escolher qual a solução que melhor corresponde às suas necessidades.

No livro existe um capítulo dedicado precisamente aos critérios de abordagem à domótica.

Para mais informações sobre o livro contactar geral@xkt.pt

Em termos de mercado (novas aplicações, venda etc) como tem sido a evolução deste sector?

O mercado da Domótica reúne um universo muito vasto de marcas, sistemas e aplicações técnicas integradas, do muito simples ao muito sofisticado e do muito barato ao muito caro. Mas todos têm o mesmo fim: Proporcionar o conforto à medida do cliente.

O mercado apresenta constantemente novos equipamentos que visam garantir as melhores condições de conforto, mediante os conceitos e as preferências ao nível do bem estar de determinados segmentos sócio culturais.

Por outro lado, o público em geral, vai tendo conhecimento das novas aplicações e vai exigindo cada vez mais, face aos produtos existentes. Equipamentos que se destinavam a um público alvo mais evoluído em termos de sofisticação e do modo de funcionamento, passam progressivamente a interessar a um número maior de potenciais clientes, banalizando progressivamente determinadas soluções, que à partida foram desenvolvidas e apresentadas inicialmente como exclusivas em mercados de luxo.

Essa evolução permite promover marcas e serviços de excelência, massificando-se conceitos e aplicações. Consequentemente, os preços baixam, tornando essas mesmas aplicações acessíveis a um maior número de interessados com menor poder de compra. Estas são regras de mercado que fazem evoluir, por um lado, o nível de sofisticação das soluções e por outro, a capacidade de aceitação dos clientes finais às novas tecnologias.

Domótica e edifícios inteligentes é a mesma coisa?

Na realidade existe uma diferença entre edifícios inteligentes e domótica.

A diferença está essencialmente na escala e no grau de sofisticação da aplicação. Enquanto numa casa temos, por exemplo, dezenas de pontos a controlar, num edifício é fácil termos centenas. Por outro lado, o grau de sofisticação duma aplicação para uma casa pode e deve ser o mais simples possível, de modo a não obrigar o utilizador final a ter um determinado tipo de formação, enquanto que para um edifício, o grau de sofisticação da aplicação geralmente obriga à formação de quadros específicos para lidarem com a “inteligência” do sistema de GESTÃO TÉCNICA do edifício. É como comparar uma máquina de lavar roupa doméstica com uma máquina de lavar roupa industrial. As duas lavam roupa... mas quanto ao resto, não são comparáveis.

O que o levou a escrever um livro sobre domótica?

Existem vários livros técnicos editados no estrangeiro sobre a Domótica (Automação Doméstica), mas sempre incompletos na abordagem pragmática do tema e escritos numa linguagem praticamente só inteligível para especialistas de algumas das áreas técnicas que compõem a Domótica e a segurança electrónica.

Com a experiência acumulada ao longo de vários anos de trabalho no ramo e a publicação de vários artigos técnicos sobre o assunto, decidi levar mais longe o meu esforço e partilhar uma parte dos meus conhecimentos numa obra que visa reunir as bases necessárias e suficientes para qualquer pessoa, seja ela projectista, instalador, dono de obra ou cliente final, poder formular a sua própria opinião sobre o assunto e recorrer aos dados aqui expostos, sempre que precisar de esclarecer algum aspecto menos claro que se lhe apresente.

2/28/2007

A domótica em Portugal


Hoje a Domótica não é uma novidade em Portugal! E a prová-lo está a existência de várias empresas a operar no ramo, com a representação e distribuição de diversas marcas internacionais, especificamente dedicadas à Domótica.

Envolvido nesta área de negócio desde 1994, tenho acompanhado a evolução técnica das soluções de "Domótica" e a sua gradual aplicação no mercado português.


Quer pelo número, quer pela diversificação dos locais das instalações, a Domótica é já uma realidade em muitas casas portuguesas, variando embora o grau de sofisticação e integração dos sistemas instalados, de caso para caso, consoante a "vontade" de cada cliente.


Um termostato que liga um equecedor, um atendedor de chamadas que grava uma mensagem quando ninguém está em casa, ou um vídeo que começa a gravar à hora programada são alguns dos automatismos já disponíveis ma maior parte das casas, para as pessoas aumentarem o seu conforto e bem estar.


No entanto estes automatismos não são nada comparados com aquilo que já é possível dispor para se optimizar o conforto, aumentando significativamente o bem estar e diminuindo o esforço (físico e financeiro), ao mesmo tempo que são salvaguardados aspectos cada vez mais imprescindíveis. como a segurança e o das comunicações.

Caminha-se assim, cada vez mais ao encontro dos conceitos fundamentais da domótica.
Associado ao conceito do comando e controlo dos diversos níveis de conforto em casa, a palavra Domótica passou a fazer parte do vocabulário do protuguês moderno.

Extrato do livro "A inteligência que se instala" da autoria de Alexandre Chamusca

2/08/2007

Domótica - O que é?

DOMUS quer dizer casa DOMÓTICA quer dizer automação doméstica
Por definição, automação refere-se a um sistema ou método pelo qual é possível realizar e controlar eventos sem um pensamento consciente.
A automação doméstica, ou a DOMÓTICA, usa esses princípios aplicados à habitação particular e colectiva.
Para sua referência.

Mais informações sobre o tema no livro:
Domótica & Segurança Electrónica "A Inteligência que se Instala"
da autoria de Alexandre Chamusca, editado pela Ordem dos Engenheiros

1/24/2007

Approaching Home Automation 2d Evaluation Criterium


Utility

The utility concept at home is related to the comfort or well being definition. What someone says to be an utility at home means somehow a value added for his own comfort. An utility can be something that simplifies a task, speeds it up or even helps to get a better “environment” at home.

We can be just talking of a simple remote control, time programmer, appliance module, presence detector or something else.

The important is that any user could find of some utility dedicated equipment to special applications at home, to personalize his own environment at home.

Since the well being at home is something that is in continuos evolution, anything that could be installed, must be set up to sustain time evolution, integrating or being compatible to future modules or changed without costs. Taking this under consideration, we have to assume the power line carrier as one of the best cabling system to accept any changes at any time. Any other cabling system carrier implies a technical and economical reflection about it’s need and it’s utility, which conclusions never meet end user interests.

More than an alternative to the power line carrier, there is the radio frequency communication carrier. It uses low power emitters and has the advantage (over the infrared signals) to cross the walls, allowing, for example to control any device from any room of the house.

Any equipment to be installed at end users houses must be considered by them necessary and of some utility.

Alex book extract: Domótica & Segurança Electrónica

"A Inteligência que se Instala"

12/10/2006

A Domótica como valor acrescentado da segurança electrónica

Hoje um sistema de segurança além da detecção de intrusão, pode perfeitamente integrar a função de controlo de acessos de uma ou mais portas, com cartão e/ou etiquetas de proximidade, detecção de incêndio, detecção de fugas de gás, corte automático do gás e/ou água em caso de alarme técnico, accionamento automático de circuitos de iluminação (quer por programação horária, quer por detecção de presença coincidente com falta de luz), accionamento de aparelhos (termoacumulador, bomba de água, radiadores eléctricos, estores motorizados, etc).

Para o cliente (utilizador) esta evolução tornou exequível determinadas aplicações e acessíveis os seus consequentes benefícios que de outra forma, quer por uma questão de custos, quer de oportunidade de instalação, estariam totalmente fora de questão.

Assim, quem decide a compra passou a ter a capacidade de compreender, além da necessidade de determinados sistemas electrónicos, a sua utilidade na conjectura do nosso bem estar doméstico e da sua relativa facilidade de utilização, diariamente.

Por outro lado, passou também a ter a capacidade de avaliar o seu “custo / benefício”, pela credibilidade e economias de escala que representa ter numa só entidade, a venda, instalação e assistência aos sistemas integrados instalados. Recorrer a entidades separadas para cada uma das áreas técnicas que compõem a Domótica, torna qualquer orçamento caríssimo e muito complicado quer de instalar, quer de manter.

Com a integração nos sistemas de alarme de funções complementares, passou a ser possível desenvolver uma abordagem técnico / comercial diferente e diferenciada no mercado específico da segurança electrónica.

Passou-se a diferenciar os projectos por áreas de aplicação (vivendas, apartamentos, lojas, escritórios, etc) e a integrar nelas, soluções técnicas especiais, com valor acrescentado da Domótica (automação doméstica). especificamente para cada delas: a

O desenvolvimento das telecomunicações, quer móveis quer fixas, veio também proporcionar novas formas de interagir com os sistemas de alarme e consequentemente com os restantes sistemas integrados.

Assim passou a ser “banal” usar um telemóvel para ligar / desligar um alarme remotamente, assim como accionar uma saída do alarme para executar uma função complementar. O custo implícito nesta acção complementar é irrisória, pois aproveita todos os componentes do alarme (comunicador telefónico, automatismo de comando, etc) e até a sua forma de utilização.

Sistemas que acendem as luzes assim que o dia começa a escurecer proporcionam conforto, mas também segurança, uma vez que deixa a impressão de que a casa parece ocupada. Se não quiser deixar nenhuma margem de dúvida na mente do ladrão, poderá até instalar um sistema de simulação de presença.

Esta tecnologia fará com que, aleatoriamente, as luzes se apaguem e acendam em quartos diferentes e que os estores desçam e subam, como se estivesse gente em casa.

Ao nível do reporte automático das ocorrências, passou a ser possível todas as formas de reporte, podendo o sistema aferir qual o meio que deve utilizar, mediante a sua disponibilidade, ou seja, pode por exemplo tentar primeiro comunicar por telefone (analógico ou ADSL) e caso a linha esteja cortada, comutar automaticamente para GSM e assim garantir que o sinal de alarme chega ao seu destinatário.

Como reporte alternativo e/ou complementar, pode também enviar uma mensagem para um endereço de mail e incluir as imagens de uma câmara associada ao espaço em alarme.

Representante em Portugal do já famoso sistema X-10 (sistema que comunica pela rede eléctrica existente), a XKT integra numa única área de responsabilidade técnica, todas as formas de comando e controlo dos diversos níveis de conforto em casa. Assim áreas técnicas tão distintas como a segurança, a iluminação, as telecomunicações, o circuito de TV, vídeo e Hi-Fi, interagem, tirando máximo partido e proveito das suas potencialidades e proporcionando economias de escala quer ao nível da cablagem e mão-de-obra necessária, quer ao nível do equipamento, graças à integração das multifunções que cada sistema passa a proporcionar, ou seja, por exemplo:

- Quando o alarme dispara, acendem-se automaticamente determinadas luzes, do circuito de domótica, recebe-se uma mensagem escrita no telemóvel com o reporte da ocorrência e/ou uma chamada no telefone fixo com uma mensagem gravada a reportar o alarme;

- Simula-se a presença em casa com a programação aleatória dos diversos circuitos de iluminação do circuito de domótica;

- Acendem-se qualquer das luzes do circuito de domótica com o telecomando universal ou através de uma macro por PC, ou ainda carregando simplesmente num tradicional interruptor de parede;

- O circuito de iluminação de decoração da vivenda acende-se automaticamente com chegada da noite e apaga-se da mesma maneira com o amanhecer;

- O circuito de iluminação exterior está dividido por zonas e controlado por detectores exteriores, pelo que se acendem com a aproximação de alguma pessoa do raio de acção dos detectores, podendo um besouro tocar dentro de casa, avisando do movimento no quintal;

- Tal como as luzes, pode-se controlar local e/ou remotamente por telefone e/ou telemóvel, o ar condicionado, o aquecimento central, radiadores eléctricos, aparelhos, motores de portão e estores, bombas de água, sistemas de rega, etc.

Isto tudo de uma forma extremamente simples e intuitiva, ao alcance de qualquer pessoa minimamente instruída.

Numa altura em que a segurança em casa se tornou uma necessidade absoluta e na qual os equipamentos eléctricos e electrónicos a controlar são muitos e servem as mais diversas aplicações, a XKT apareceu à sete anos no mercado Português e é hoje parceira (integrador de sistemas) de vários gabinetes de projecto, grandes instaladores e grandes donos de obra, prestando-lhes assessoria técnico / comercial por forma a que estes consigam corresponder às actuais expectativas do mercado imobiliário, na forma de integrar as diversas formas de comando e controlo dos vários níveis de segurança e conforto, que uma casa moderna (seja apartamento ou vivenda) justifica hoje em dia.

Para mais informações visite www.xkt.pt

Q&A: A inteligência dos sistemas deve ser centralizada ou descentralizada?

Existem vários sistemas e topologias de redes de comunicação entre eles, mas a mais conhecida e mais vendida no mundo, são os sistemas que usam o protocolo X-10. Este protocolo tem a particularidade de comunicar pela rede eléctrica existente, o que permite instalar os equipamentos compatíveis em casas já existentes, sem ter de se partirem as paredes para passar cablagem. Com emissores (controladores) e receptores (actuadores), o sistema controla tudo o que é eléctrico e electrónico em casa, desde luzes e aparelhos, até TV, vídeo e/ou aparelhagens Hi-Fi, de qualquer marca ou modelo (para mais informações sobre os equipamentos, visitar www.xkt.pt).

Este sistema tem a sua inteligência descentralizada, ou seja, todos os controladores são compatíveis e permitem comandar os mesmos receptores de formas diferentes (manualmente, por telecomando, por programação horária, por computador, ou ainda automaticamente, via o alarme ou outro equipamento electrónico).

Outros sistemas recorrem a protocolos de comunicação que obrigam a instalar uma cablagem própria, como é o caso do EIB. Os equipamentos que recorrem a este protocolo para comunicarem, geralmente têm uma unidade central para comando automático das funções e unidades de comando periféricas, com capacidade de processamento local (para mais informações sobre os equipamentos, visitar www.siemens.com).

Q&A: Quais as mais importantes vantagens da introdução dos sistemas de domótica quando os edifícios estão em construção?

Começando pelas necessárias:

- segurança (intrusão e alarmes técnicos),

- controlo de energia (controlo de radiadores e/ou equipamentos de ar condicionado),

- comunicações (reporte automático de alarmes, tele-acções);


Passando para as úteis:

- controlo de luzes e aparelhos;

- controlo de motorizações;

- controlo integrado de TV / Vídeo / Hi-Fi;

Entre outras...

Q&A: Em que domínios (segurança, comodidade, gestão de gastos, outras) é que o mercado da Domótica tem crescido mais?

Imperceptivelmente o nosso ambiente está a tornar-se cada vez mais “inteligente” e à medida que nos vamos habituando às “modernices”, vamos exigindo mais e melhor conforto (porque nos vamos apercebendo que é possível obtê-lo). As parabólicas, por exemplo, quando começaram a aparecer, dizia-se que era só para o segmento imobiliário de gama alta e que nunca passaria de um luxo para alguns. No entanto, hoje já é difícil vender qualquer apartamento em prédios que não tenham uma parabólica. O mesmo acontece com o ar condicionado, os vídeo porteiros, o controlo de acessos, o portão automático das garagens, etc.

Este tipo de equipamentos está a criar uma “moda”, onde se junta o útil ao agradável, o “chique” ao prático e o simples ao sofisticado.

Assim do ponto de vista empresarial:

Devido à integração de várias áreas técnicas como a segurança electrónica, o controlo de TV, Video e Hi-Fi, o controlo de luzes e aparelhos eléctricos, a informática, as motorizações de portões e janelas, a Domótica permite criar inúmeras soluções, do muito simples ao muito sofisticado, combinando aplicações técnicas de equipamentos de várias marcas e modelos. Perante tão vasto campo de aplicações, torna-se evidente que a Domótica é uma área técnica ainda pouco explorada e desenvolvida em Portugal.

Este facto leva a que estejam em aberto oportunidades de negócio para as empresas que actualmente operam em cada sector de actividade e para novas empresas especializadas, que começam a surgir com capacidade de integração, projecto, consultoria, fiscalização e controlo de obras.

A fidelização dos consumidores face às marcas, terá em conta sobretudo a qualidade: Qualidade dos equipamentos, qualidade dos serviços mas sobretudo, qualidade nas soluções técnicas apresentadas e fundamentadas para cada cliente alvo. As empresas que conseguirem “vender” confiança técnico / comercial em cada nicho de mercado, farão a diferença e passarão a ser referenciadas como exemplos a seguir, pelos diversos centros de decisão.

O mercado Português, devido ao seu potencial crescimento, representa uma fonte de negócio promissório, onde as empresas poderão prosperar, se estiverem bem informadas e formadas para poderem corresponder às necessidades presentes e futuras de cada nicho associado.

Do ponto de vista do utilizador:

Numa habitação, cada vez temos mais aparelhos eléctricos e electrónicos que se tornaram imprescindíveis, quer nas tarefas domésticas do dia a dia, quer na ocupação dos tempos livres em casa, onde constituem peças fundamentais na definição e utilização prática do “conforto”, nas suas várias componentes e se integram nos hábitos do cidadão moderno.

Como tudo o que é eléctrico tem um consumo associado, o custo da energia passou a ser significativo nas despesas fixas mensais e como tal, a conservação de energia deixou de ser uma preocupação exclusiva das empresas, sendo hoje uma necessidade em qualquer gestão doméstica.

As famílias lutam cada vez mais por diminuir os seus gastos, maximizando o seu conforto e a Domótica tem este aspecto em conta.

Estas correntes, que começam a surgir em Portugal como uma evolução natural do mercado eléctrico e electrónico, têm vindo a potenciar as aplicações da Domótica, tornando o seu futuro muito promissor.

Q&A: Em termos de mercado (novas aplicações, venda etc) como tem sido a evolução deste sector?

O mercado da Domótica reúne um universo muito vasto de marcas, sistemas e aplicações técnicas integradas, do muito simples ao muito sofisticado e do muito barato ao muito caro. Mas todos têm o mesmo fim: Proporcionar o conforto à medida do cliente.

O mercado apresenta constantemente novos equipamentos que visam garantir as melhores condições de conforto, mediante os conceitos e as preferências ao nível do bem estar de determinados segmentos sócio culturais.

Por outro lado, o público em geral, vai tendo conhecimento das novas aplicações e vai exigindo cada vez mais, face aos produtos existentes. Equipamentos que se destinavam a um público alvo mais evoluído em termos de sofisticação e do modo de funcionamento, passam progressivamente a interessar a um número maior de potenciais clientes, banalizando progressivamente determinadas soluções, que à partida foram desenvolvidas e apresentadas inicialmente como exclusivas em mercados de luxo.

Essa evolução permite promover marcas e serviços de excelência, massificando-se conceitos e aplicações. Consequentemente, os preços baixam, tornando essas mesmas aplicações acessíveis a um maior número de interessados com menor poder de compra. Estas são regras de mercado que fazem evoluir, por um lado, o nível de sofisticação das soluções e por outro, a capacidade de aceitação dos clientes finais às novas tecnologias.