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10/27/2015

Entregar a Carta a Garcia



A história é simples: 

Quando se iniciou a guerra entre a Espanha e os Estados Unidos, o Presidente dos Estados Unidos, William McKinley, teve necessidade de comunicar rapidamente com o comandante dos rebeldes cubanos, o General Garcia, que se encontrava algures nas montanhas de Cuba. 
Como não era possível comunicar por correio, nem por telégrafo o Presidente mandou chamar Rowan e deu-lhe uma carta para entregar a Garcia. 
Rowan pegou na carta e, sem perguntar onde estava o General, guardou-a numa bolsa impermeável junto ao coração. Quatro dias depois, chegava à costa cubana pela calada da noite, num pequeno barco. 
De imediato, iniciou a travessia de um país hostil percorrendo a pé montes e vales, entregou a carta a Garcia e saiu pelo outro lado da ilha em apenas três semanas. 

Rowan recebeu uma missão e, sem fazer perguntas, executou-a com total autonomia revelando excelente capacidade de iniciativa e espírito empreendedor.

Mas qual é ou deve ser, a moral da história?

Saber agir com competência, como aconteceu com Rowan, é resultado da combinação: 
- Saber interpretar racionalmente a missão (competência pessoal); 
- Saber como agir (competência profissional); 
- Ter a confiança de poder agir (competência empresarial).

Nem sempre esta combinação de competências é reconhecida pelos órgãos gestores das empresas, sendo muitas iniciativas pessoais consideradas como abusos de confiança ou manifestações em busca de protagonismo.

Mas se forem devidamente analisadas e testadas, quem possuir e praticar genuinamente esta combinação de competências, pode e deve ser considerado um parceiro estratégico para qualquer negócio ou actividade de responsabilidade.  


Alexandre Chamusca
25/10/2015

8/08/2015

Vitórias silenciosas...



Na nossa vida somos muitas vezes levados a assumir opiniões e posições que nos expõem pessoal e profissionalmente.

Das várias posturas possíveis, existe a opção de condicionar positivamente o pensamento dos nossos interlocutores, levando-os a assumir opiniões e posições compatíveis com a nossa, mesmo que aparentemente estejam a usurpar a originalidade da perspectiva e a personalizar a própria iniciativa.

Quando o objectivo da argumentação é um meio para se conseguir um consenso na abordagem a um determinado assunto e não um fim, a perca de protagonismo em detrimento de um apoio inconsciente na consequente decisão pode e deve ser interpretada como uma vitória silenciosa.

Uma vitória que se for partilhada pode ser facilmente interpretada como um ato narcisista de prepotência, retirando todo o valor à acção.

Vitórias que apesar de silenciosas contribuem para a formação e realização pessoal do indivíduo e são percepcionadas pelos interlocutores como sinais positivos do seu carácter, perfilando-se como traços de condescendência e até afecto na forma de lidar com as situações.     

Apesar de poder não corresponder exactamente à postura natural do indivíduo, esta forma de negociar o consenso nas mais variadas situações, induz uma forma de estar mais ligeira e amigável em sociedade e na profissão, sendo o saldo positivo no reforço da estratégia de comunicação pessoal.

Desta análise resulta uma constatação que é possível desenvolver dois planos de comunicação pessoal paralelos, um que é convenientemente perceptível ao interlocutor e outro que é o verdadeiro motor oculto responsável pela realização pessoal e profissional do indivíduo.


Alexandre Chamusca

08/08/2015

6/27/2015

A sorte na vida...





A sorte na vida acontece quando a preparação encontra uma oportunidade...

Ou seja:

O conhecimento, a sofisticação, o treino e a natureza competitiva de uma pessoa manifesta-se na simplicidade do aproveitamento de uma oportunidade...

Esta é a verdadeira "sorte" dos campeões...




4/14/2015

Artigo AC Revista Segurança & Defesa Nº 30 Mercado da Segurança - Novas Estratégias Precisam-se

Artigo de Alexandre Chamusca na revista Segurança & Defesa Nº 30

Mercado da Segurança - Novas Estratégias Precisam-se




12/09/2014

MERCADO DA SEGURANÇA - Novas Estratégias Precisam-se!...


MERCADO DA SEGURANÇA
  
Novas Estratégias Precisam-se!...







Introdução

O sistema actual de contratação dos serviços de segurança privada está a promover a descaracterização e a degradação dos níveis de serviço de segurança.

O modelo de negócio da segurança privada está completamente desactualizado e desajustado às reais necessidades do mercado, em termos de segurança.

Desenvolver uma solução de segurança somente em torno da vigilância humana é muito dispendioso e ineficaz, quer em termos de prevenção, quer em termos de capacidade de resposta.

Enquanto as empresas prestadoras de serviços de segurança competem quase exclusivamente por preço e procuram elas próprias reduzir custos, o mercado procura serviços cada vez mais especializados e ajustados às exclusivas necessidades de cada sector de actividade em geral e de cada empresa desse sector em particular.


Compreender o actual paradoxo entre a oferta e a procura



  • Como é que se podem oferecer serviços especializados a preços de serviços generalistas?
  • Como é que se pode incluir na oferta níveis de especialização sem investir num plano estratégico técnico / comercial e de formação interna?
  • Se o preço é quase o factor exclusivo de escolha, como é que o cliente pode querer comprar soluções de segurança, desenvolvidas à sua medida sem ter de pagar por isso?
Para se compreender este paradoxo entre a oferta e a procura dos atuais serviços de segurança privada, é preciso avaliar até quanto um cliente está disposto a pagar pela ilusão de estar seguro

  • Quando um cliente contrata um segurança para a entrada de um edifício de escritórios, unidade fabril ou condomínio, qual será a sua expectativa do retorno do investimento que está a fazer?
  • Qual será a expectativa do cliente relativamente à reacção do vigilante a uma tentativa de assalto?
  • Será que o cliente sabe qual é a margem de manobra de intervenção que a lei permite a um vigilante, em caso de exposição ao risco?
  • Será que o cliente está consciente das consequências se um vigilante tentar intervir numa situação de assalto ou ato de vandalismo?
  • Será que o cliente avaliou minimamente a eficácia do serviço de segurança privada que está a contratar?
O incómodo e o desconforto que as respostas a estas questões pode criar é directamente proporcional à ilusão de se estar a “comprar segurança” quando se contrata um serviço de segurança privada…


Mudança do paradigma



  • Mas então haverá alguma solução para se conseguir minimizar os níveis de insegurança implícitos na contratação de serviços que se suponham serem especializados e ajustados às expectativas do cliente?
A questão tem de partir da forma como se opera a segurança, dentro do espaço das soluções integradas de segurança.

Do ponto de vista operacional, o principal objetivo de uma solução integrada de segurança é conseguir, por um lado: a deteção imediata (meios técnicos) de qualquer situação de risco que ponha em causa a normal atividade da empresa e, por outro: implementar uma capacidade efectiva de intervir (meios humanos) e eliminar esse risco, afectando o menos possível, a actividade da empresa.

Para apoio à decisão, os órgãos decisores da empresa precisam de ter na sua posse, os dados necessários e suficientes para avaliar a sua exposição ao risco, e por conseguinte, aferir qual a solução integrada que melhor se adequa ao seu caso concreto.

As soluções integradas de segurança devem ser estruturadas do ponto de vista da empresa (cliente) e não do ponto de vista da empresa de segurança que se propõe prestar os serviços. O objetivo é reduzir e controlar os principais riscos detectados, sustentados por um nível de prestação de serviços capaz de efectuar a detecção precoce de eventos com risco potencial (detecção electrónica) e, caso se confirme a intenção criminosa, de uma efectiva capacidade de interrupção dessas ocorrências (operativa de reacção por parte da empresa de prestação de serviços de vigilância humana).

Ou seja, a solução passa por se conseguir processar uma mudança do paradigma do lado da oferta e da procura no mercado da segurança privada em Portugal e em muitos países onde estes serviços são vistos e geridos como meras “commodities” em vez de serviços de valor acrescentado numa óptica de gestão de recursos (pessoas, bens e serviços).

O desenvolvimento profissional dos serviços de segurança privada será o principal factor de redução de perdas nas empresas onde operarem.

Esse desenvolvimento passa por tornar os serviços especializados de segurança comercializáveis através da sua fusão com meios electrónicos e operados como ferramentas de gestão dos recursos do próprio cliente.

A relação sinergética e simbiótica entre os serviços e os meios eletrónicos significa uma nova maneira de “pensar a segurança”.

Nesta nova perspetiva, deixa de fazer sentido contratar vigilantes e comprar alarmes e câmaras, passando a fazer sentido projetar soluções integradas de segurança em função de uma avaliação de exposição ao risco de determinada empresa, inserida num determinado cenário de actividade e em função das “ferramentas de gestão" disponibilizadas para o controlo de determinado nível de risco, contratar determinados níveis de serviço de segurança, garantindo determinadas capacidades eficazes de detecção, dissuasão e interrupção.

Só assim se consegue minimizar o risco de falha humana e fazer o contrato de prestação de serviços depender de um nível de serviço pré-acordado com a empresa.

Se estes pressupostos passarem a ser tidos em linha de conta pelos órgãos decisores das estruturas empresariais, é de prever que a forma e o objecto dos cadernos de encargos de segurança electrónica e vigilância humana, sejam drasticamente alterados num futuro próximo, passando a basear-se em políticas de segurança e a apresentar verdadeiras soluções integradas (equipamentos + serviços de recepção e tratamento de alarmes), à medida das reais necessidades de segurança de cada organização.

É precisamente no compromisso entre o custo real dos equipamentos e serviços de segurança contratados e o custo potencial da insegurança, que se poderá justificar o retorno dos investimentos feitos por uma empresa em segurança.



Alexandre Chamusca
Partner XKi


Security Management Consulting

11/17/2014

MBA em Gestão do Conhecimento e Inteligência Competitiva

Na sequência do bem sucedido projecto, em curso, do MBA Executivo em Gestão do Conhecimento e Inteligência Competitiva, é com enorme prazer que informo de que irei colaborar com a Escola de Negócios de Coimbra numa inovadora e pioneira Pós-graduação.

A Pós-Graduação em Gestão de Segurança Empresarial, com início previsto para Fevereiro de 2015.

Este projeto assenta na premissa, que tenho vindo a defender, de que a implementação precoce de políticas de segurança empresarial e uma visão integrada dos serviços de segurança constitui não só uma obrigação da liderança empresarial para com os seus colaboradores, proporcionando-lhes a necessária proteção e tranquilidade para o exercício qualificado das suas funções, como também uma vantagem competitiva para a empresa porque é a melhor forma de garantir a proteção das pessoas e dos bens, tangíveis e intangíveis, em particular o seu capital intelectual.

A integração precoce das preocupações com os aspetos da segurança empresarial em qualquer plano de negócios permitirá uma elevada redução de custos e um considerável aumento de eficácia da resposta protetiva mas, também, contribuirá para confirmar o paradigma de que a Segurança empresarial não é um custo mas um investimento que se repercute diretamente, de forma positiva, nos resultados e que constitui um instrumento estratégico de apoio à liderança e à decisão.


A necessidade de resolução das preocupações de segurança, ministradas nesta Pós-Graduação, é transversal a todo tipo de organização empresarial: Multinacionais, empresas de grande dimensão, PME's e IPSS.



Alexandre Chamusca
Partner XKi
Security Management Consulting

7/12/2014

SERÁ POR UMA QUESTÃO DE SORTE?...


No desporto, como na profissão, o instinto treina-se...




Na competição, o 1º ganha Ouro...

O 2º Prata...

O 3º Bronze...
O 4º Nada...



Haverá assim tantas diferenças pessoais, profissionais e desportivas entre o 4º e o 3º?...



E entre o 2º e o 1º?...

Na profissão, como na vida, são as pequenas diferenças que nos evidenciam...

Mas como se treinam as pequenas diferenças (pessoal, profissional e desportivamente)?

  • Não chega ter-se instinto inato para desempenhar destacadamente uma função…
  • Não chega treinar muito para se ser o nº 1 no desporto preferido…
  • Não chega ser-se muito bom no que se faz para merecermos o respeito, a consideração e a oportunidade de provarmos que podemos fazer a diferença…


Resumindo:

  1. É preciso perceber o que mais se gosta de fazer na vida (pessoal, profissional e desportivamente);
  2. Avaliarmos o nosso próprio potencial (medir as nossas capacidades, competindo);
  3.  É preciso trabalhar muito e corrigir os erros detectados (nem sempre é fácil assumi-los);
  4. Ter muita sorte (a sorte acontece quando a preparação encontra a oportunidade);
Por muito bom que se seja e por muito que se treine, para se ter sucesso é     preciso que surjam sempre oportunidades na vida...

É para isso que temos de estar preparados e treinados...


Alexandre Chamusca 
Soluções Estratégicas Segurança
Partner XKT/ XKi