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5/11/2011
4/27/2008
Uma casa na aldeia...
São muitas as famílias que possuem uma “casa na aldeia” e que aproveitam as oportunidades dos tempos livres para aí passarem alguns dias.
Como essas casas estão a maior parte do tempo fechadas, o que geralmente acontece é que no Inverno estão muito frias e no Verão muito quentes, o que cria um certo desconforto quando se entra em casa, demorando o espaço interior, um dia ou dois a adquirir o ambiente ideal para nela se habitar.
Ora muitas vezes, um dia ou dois é precisamente o tempo que a família dispõe para usufruir da casa, antes de regressar de novo ao ambiente citadino. O que significa abandonar a “casa da aldeia” quando ela começava a estar confortável para se lá habitar.
O que é geralmente preciso ter numa “casa da aldeia” para garantir o conforto mínimo no Inverno? Um radiador em cada divisão e um termoacumulador na casa de banho. Ora o ideal seria poder ligar esses aparelhos dois dias antes de lá chegar. Isto sem ter de se gastar muito dinheiro, quer nos equipamentos, quer na instalação e manutenção dos mesmos.
Será que é preciso ter uma casa inteligente para se conseguir ter as condições de conforto mínimas numa casa?
Obviamente que não.
Recorrendo a equipamentos de domótica é possível resolver eficazmente a situação:
O que eu preciso é de um comunicador telefónico (rede fixa ou GSM) que receba as ordens de comando e que as faça chegar aos módulos receptores ligados aos aparelhos eléctricos que pretendo comandar.
Uma vez que a segurança da “casa da aldeia” é um factor imprescindível, pois a casa encontra-se desocupada a maior parte do tempo, posso recorrer ao comunicador telefónico do alarme para enviar as ordens de comando, beneficiando das economias de escala que isso representa e se esse alarme for compatível com um sistema de domótica via rede eléctrica (terá integrado um interface de comando compatível), basta colocar módulos receptores nas tomadas eléctricas onde ligam os radiadores e o termoacumulador (o próprio cliente os pode instalar evitando recorrer a um técnico especializado), para poder usufruir da função simples, mas muito útil, de aquecer os quartos e a água na sua “casa da aldeia”.
Quanto é que isto pode custar?
Um pequeno sistema de alarme com comunicador telefónico (linha fixa) que integre um interface de domótica custa aproximadamente € 250 e cada módulo receptor para comandar aparelhos pela rede eléctrica custa aproximadamente € 40.
Se considerarmos 3 divisões e uma casa de banho, gastaria € 410 para instalar a solução descrita.
Será que a segurança e o conforto da sua “casa da aldeia” não merecerá este investimento? A si de julgar.
Alexandre Chamusca
Consultor de Segurança e Domótica
(Artigo adaptado do livro técnico do mesmo autor "A inteligência que se instala")
Ora muitas vezes, um dia ou dois é precisamente o tempo que a família dispõe para usufruir da casa, antes de regressar de novo ao ambiente citadino. O que significa abandonar a “casa da aldeia” quando ela começava a estar confortável para se lá habitar.
O que é geralmente preciso ter numa “casa da aldeia” para garantir o conforto mínimo no Inverno? Um radiador em cada divisão e um termoacumulador na casa de banho. Ora o ideal seria poder ligar esses aparelhos dois dias antes de lá chegar. Isto sem ter de se gastar muito dinheiro, quer nos equipamentos, quer na instalação e manutenção dos mesmos.
Será que é preciso ter uma casa inteligente para se conseguir ter as condições de conforto mínimas numa casa?
Obviamente que não.
Recorrendo a equipamentos de domótica é possível resolver eficazmente a situação:
O que eu preciso é de um comunicador telefónico (rede fixa ou GSM) que receba as ordens de comando e que as faça chegar aos módulos receptores ligados aos aparelhos eléctricos que pretendo comandar.
Uma vez que a segurança da “casa da aldeia” é um factor imprescindível, pois a casa encontra-se desocupada a maior parte do tempo, posso recorrer ao comunicador telefónico do alarme para enviar as ordens de comando, beneficiando das economias de escala que isso representa e se esse alarme for compatível com um sistema de domótica via rede eléctrica (terá integrado um interface de comando compatível), basta colocar módulos receptores nas tomadas eléctricas onde ligam os radiadores e o termoacumulador (o próprio cliente os pode instalar evitando recorrer a um técnico especializado), para poder usufruir da função simples, mas muito útil, de aquecer os quartos e a água na sua “casa da aldeia”.
Quanto é que isto pode custar?
Um pequeno sistema de alarme com comunicador telefónico (linha fixa) que integre um interface de domótica custa aproximadamente € 250 e cada módulo receptor para comandar aparelhos pela rede eléctrica custa aproximadamente € 40.
Se considerarmos 3 divisões e uma casa de banho, gastaria € 410 para instalar a solução descrita.
Será que a segurança e o conforto da sua “casa da aldeia” não merecerá este investimento? A si de julgar.
Alexandre Chamusca
Consultor de Segurança e Domótica
(Artigo adaptado do livro técnico do mesmo autor "A inteligência que se instala")
8/02/2007
Soluções Integradas de Segurança / Security Integrated Solutions
As empresas que não podem prescindir dos serviços de segurança podem (e devem) hoje definir o nível de serviço, independentemente dos meios existentes (da responsabilidade da empresa prestadora de serviço), de acordo com o nível de risco a proteger.
Companies that can't afford not having security services, should define the service level agreement, independently of the existing means (under the responsability of the security service provider), according with the risk
protected level agreed with the client.

Uma empresa que se supõe ser especialista em segurança deve saber avaliar o que precisa (meios electrónicos e humanos) para garantir o nível de serviço suficiente para controlar o nível de risco acordado com o cliente.
A company that is suposed to be security specialist, has to be able to evaluate and determine what are the exact needs (electronic security and human resouces) to guarantee the service level agreement to control the risk level agreed with the client.
Só assim é que o cliente é capaz de avaliar e justificar o retorno do investimento feito em segurança.
This is the only way the client has to evaluate a justify the return of the investment done in security.
Actualmente esse retorno é, na maior parte dos casos, muito dúbio senão mesmo um desperdício.
Actually, this return of the investment is, most of the cases, dubious if not a waist...
É portanto muito provável que a contratação dos serviços de segurança venha a sofrer profundas alterações e que finalmente o valor dos meios aplicados (electrónicos e humanos) sejam devidamente reconhecimentos pelas empresas de segurança e por conseguinte, pelos clientes.
I's then likely that all security service providing contracts will suffer deep changes, where the value added of the applied means (electronics and human) will be properlly recognized by the security companies and so, by the clients.
O sector profissional do mercado de segurança agradece.
The professional security market sector will be thankfull for that.
Alexandre Chamusca
Consultor de Segurança / Security Consultant
Marcadores:
instalações técnicas,
safety,
security,
Segurança,
segurança electrónica,
Vigilância
11/02/2006
Quem sou e o que faço
Alexandre Chamusca, Engenheiro Electrotécnico, Ramo Telecomunicações e Electrónica, do IST (Instituto Superior Técnico), iniciou a actividade profissional em 1989.
Em 1991 foi Assessor da Administração na empresa EPUL - Empresa Pública de Urbanização de Lisboa SA, tendo a seu cargo o estudo de viabilidade de uma empresa de projectos e representações de produtos na área da Automação Doméstica (Domótica) e Edifícios Inteligentes.
Em 1993 trabalhou como Consultor Externo de várias empresas na área da Domótica, Segurança e Telecomunicações e em 1997 foi convidado para Director Nacional de Sistemas (Intrusão, Incêndio, CCTV e Controlo de Acessos) da PROSEGUR, cargo que desempenhou até 1999.
Em 2000 criou a sua própria empresa, da qual é sócio gerente, a XKT, Projectos e Instalações Técnicas Lda, importadora e representante em Portugal de várias marcas na área da Domótica.
Em 2004, assumiu a Direcção Nacional de Sistemas Electrónicos de Segurança na ESEGUR, Empresa de Segurança SA, a 3ª maior empresa de segurança em Portugal e a 1ª portuguesa, sendo actualmente responsável pelo Gabinete de Desenvolvimento de Novos Projectos.
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