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1/08/2010

Video Vigilância por IP - A nova fronteira da segurança




Resumo do artigo:



O vídeo IP (Internet Protocol) é a nova fronteira tecnológica da vídeo segurança. Oferece novas funcionalidades, aumenta as possibilidades de comando e controlo nas empresas e economiza nos custos de instalação.


Mas uma questão põe-se: Será que o mercado está pronto?
80% das câmaras de vídeo vigilância instaladas no mercado são ainda analógicas, apesar da tendência ser instalar câmaras IP (Internet Protocol).


A questão que se põe às organizações é como migrar os sistemas de CFTV (Circuito Fechado de TV) analógicos existentes para IP. Não existem razões obvias que forcem as organizações a abandonar os investimentos feitos na tecnologia analógica, mas por outro lado, existem razões para fazer os novos investimentos em tecnologia IP.


Soluções híbridas: O caminho a seguir
 Migrar a solução de CFTV analógica para IP não implica abandonar por completo os investimentos feitos em equipamento analógico.

Um sistema híbrido representa o caminho mais lógico e seguro para se passar do analógico para o IP.


Bem implementada, as soluções híbridas são a evolução natural dos sistemas actuais de CFTV analógicas tornando exequível a coexistência num mesmo sistema câmaras analógicas e câmaras IP, com sistemas avançados de processamento e análise comportamental de imagens.


Esta evolução natural permitirá fazer evoluir também os serviços prestados de segurança, aumentando progressivamente os níveis de serviço acordados, reduzindo os custos através da especialização dos serviços (menos homens hora, mais especializados e com maior capacidade de detecção precoce) e do aumento dos níveis de segurança (mais meios de reacção automática) das instalações.

Bem ponderados estes factores, o conceito dos serviços integrados de segurança deverá passar a ser tido em conta nos futuros cadernos de encargos da especialidade, baseados numa análise de risco das instalações a proteger e de um acordo de serviço a prestar SLA – Service Level Agreement) que deverá ser cumprido.
 Mas sobre este assunto, em particular, muito ainda fica por escrever...


Até breve.


Tema desenvolvido e adaptado a partir do livro técnico do mesmo autor:

“A inteligência que se instala” do mesmo autor, editado pela Ordem dos Engenheiros, patrocinado pela Siemens, ESEGUR, Honeywell, GE e XKT.
 Alexandre Chamusca
Consultor Soluções Integradas de segurança




10/23/2009

Política de segurança nas empresas- A base do retorno do investimento em segurança









Resumo do artigo de opinião:

Genericamente, a definição de uma política de segurança para uma empresa procura identificar um conjunto de medidas de acção e reacção na prestação dos serviços de vigilância local e remota, sustentadas num diagnóstico das necessidades de cobertura vídeo e das necessidades de controlar os principais acessos aos edifícios de cada uma das instalações a proteger, controlando a presença de pessoas nas diversas zonas de trabalho, especialmente fora do horário normal de trabalho.
 
Para se poderem saber quais os “meios” adequados a aplicar, é preciso ter bem claros quais os “fins” a que se destinam e para isso é fundamental que seja definida uma política de segurança adequada ao nível de risco identificado para a empresa.


As soluções integradas de segurança devem ser estruturadas do ponto de vista da empresa (cliente) e não do ponto de vista da empresa de segurança que se propõe prestar os serviços. O objectivo é reduzir e controlar os principais riscos detectados, sustentados por um nível de prestação de serviços capaz de efectuar a detecção precoce de eventos com risco potencial (detecção electrónica) e, caso se confirme a intenção criminosa, de uma efectiva capacidade de interrupção dessas ocorrências (operativa de reacção por parte da empresa de prestação de serviços de vigilância humana).

Os “meios” de segurança electrónica têm de ser encarados como “ferramentas de gestão” e controlo da actividade interna da empresa e da sua interacção com os meios externos.
 
É preciso estabelecer padrões de segurança integrada (serviços especializados suportados na operacionalidade de equipamentos electrónicos de segurança) que, a longo prazo, permitam manter um nível eficaz de segurança, não só de detecção precoce como também, de interrupção de qualquer ocorrência que ponha em risco as pessoas e/ou as instalações protegidas.
 
Só assim se consegue minimizar o risco de falha humana e fazer o contrato de prestação de serviços depender de um nível de serviço pré-acordado com a empresa.

Se estes pressupostos passarem a ser tidos em linha de conta pelas empresas, é de prever que a forma e o objecto dos cadernos de encargos de segurança electrónica e vigilância humana, sejam drasticamente alterados num futuro próximo, passando a basear-se em políticas de segurança e a apresentar verdadeiras soluções integradas (equipamentos + serviços), à medida das reais necessidades de segurança das empresas.



 Alexandre Chamusca
Consultor Soluções Segurança

1/31/2009

Alexandre Chamusca na Arte&Construção Set 08

Resumo do artigo:

Apresentãção do livro técnico sobre domótica e segurança electrónica "A inteligência que se instala"

1º livro técnico dedicado ao tema da Domótica e Segurança Electrónica escrito em português.

Com um público-alvo muito alargado, escrevi "A inteligência que se instala" com a preocupação de também poder ser lido com interesse "por não técnicos".








O livro foi editado pela Ordem dos Engenheiros e contou com o patrocínio da Siemens, ESEGUR, Honeywell, GE e XKT.





Alexandre Chamusca
Engenheiro

Consultor Soluções Integradas Segurança

Alexandre Chamusca na revista O electricista Ago 07



Resumo do artigo:

Integração de sistemas - abordagem

Para que um edifício possa ser seguro, é preciso que os seus espaços sejam projectados, dimensionados e equipados com um conjunto de instalações técnicas, as quais devem ser correctamente utilizadas e conservadas através de equipas de manutenção.



























Artigo da responsabilidade de: Engº Alexandre Chamusca
Extraído do livro técnico do mesmo autor: “A inteligência que se instala”, editado pela Ordem dos Engenheiros e patrocinado pela Siemens, ESEGUR, Honeywell e XKT.

Alexandre Chamusca
Engenheiro
Consultor Sistemas Integrados Segurança

Alexandre Chamusca na Revista Segurança Set 07














Resumo do artigo:

O conceito da casa inteligente




Domótica
Por definição, automação refere-se a um sistema ou método pelo qual é possível realizar e controlar eventos sem um pensamento consciente. A automação doméstica, ou a Casa Inteligente, usa esses princípios aplicados à habitação particular e colectiva.





Tornar uma casa inteligente significa instalar sistemas electrónicos capazes de substituir inúmeras operações manuais, mediante determinadas condições lógicas. Esses sistemas devem “decidir” acções automáticas que se traduzem em acções particularmente úteis, do ponto de vista de segurança e conforto na habitação.




Alexandre Chamusca
Engenheiro
Consultor Sistemas Integrados Segurança

Alexandre Chamusca na Visão Jan 08














Resumo do artigo:
Apresentação de uma solução inédita da responsabilidade do Engº Chamusca.

A "mala segura" é uma solução electrónica com vista a protecção do transporte de valores. A mala blindada tem um sistema de abertura retardada, com alarme, seguimento por satélite e choque eléctrico.

A "mala segura" é seguida remotamente pela receptora de alarmes da ESEGUR, 24 h / 24h, 365 dias por ano.























Alexandre Chamusca
Engenheiro
Consultor Soluções Integradas Segurança

Alexandre Chamusca no Público Set 08













Resumo do artigo:




Apresentação de um dos projectos da responsabilidade do Engº Alexandre Chamusca, "a mala segura".

Uma mala de transporte de valores com alarme, localização por satélite e choque eléctrico... Monitorizada remotamente pela central de alarmes da ESEGUR, operacional 24h / 24h, 365 dias por ano.



Alexandre Chamusca
Engenheiro
Consultor Soluções Integradas de Segurança

Alex na Revista IP Nº 4 Jan / Fev 07











Resumo do artigo:

Apresentação do livro técnico sobre Segurança Electrónica & Domótica – “A Inteligência que se Instala”

A Domótica surge actualmente como o maior e melhor valor acrescentado das promoções imobiliárias, satisfazendo três necessidades básicas: conforto, segurança e comunicações.

Este livro técnico, procura esclarecer quem está interessado em investir em Domótica para não defraudar as expectativas quer de quem vende, quer de quem compra.





Para compreendermos o conceito, temos de estar preparados para abordar a Domótica em sentido lato.

Em seguida precisamos de tomar consciência das vantagens da sua abrangência aplicacional.

Por fim, temos de adquirir alguns conhecimentos de base técnica. A partir daí o leitor fica então preparado para desenvolver a sua própria capacidade de análise das múltiplas soluções apresentadas pelas principais marcas de equipamentos eléctricos e electrónicos de Domótica.

Neste sentido, dividi este livro em 3 partes:
A 1ª parte visa preparar o leitor para os temas gerais da segurança electrónica e em particular para os da automação doméstica (Domótica);

a 2ª parte apresenta os fundamentos técnicos das diversas áreas de aplicação para que o leitor consiga compreender e interpretar as vantagens do recurso à segurança electrónica em geral e à Domótica, em particular;
a 3ª parte, trata das aplicações práticas de segurança e Domótica.


Alexandre Chamusca
Engenheiro
Consultor Soluções Integradas de Segurança

12/07/2008

Política de segurança - A nova base do investimento em segurança das empresas

O que é que se entende por política de segurança de uma empresa?


Política de segurança é, ou deve ser, a estratégia de protecção de pessoas e bens considerada necessária e suficiente para manter controlado o nível de risco identificado para a empresa em geral e para cada uma das suas instalações em particular.



Uma vez que os riscos de ocorrência podem ser reduzidos, mas nunca eliminados, num projecto integrado de segurança devem estar previstas as medidas de reacção para interromper a acção criminosa, contando para o efeito, com a eficácia das medidas de detecção e dissuasão instaladas.

Do ponto de vista operacional, o principal objectivo de um projecto integrado de segurança é conseguir, por um lado: a detecção imediata (meios técnicos) de qualquer situação de risco que ponha em causa a normal actividade do cliente e, por outro: implementar uma capacidade efectiva de intervir (meios humanos) e eliminar ou reduzir ao máximo esse risco, afectando o menos possível, a actividade do cliente.

Para apoio à decisão, o cliente precisa de ter na sua posse, os dados necessários e suficientes para avaliar a sua exposição ao risco, e por conseguinte, aferir qual a solução integrada que melhor se adequa ao seu caso concreto.

O capital e o tempo empregues a gerir e controlar os riscos, dependem dos valores que se pretendem proteger.

Os órgãos de decisão da empresa devem entender por “risco”, a incerteza de uma perca financeira directa ou indirectamente relacionada com a área da segurança. Pelo que a empresa deve entender por análise de risco, uma ferramenta de gestão que permite fundamentar e justificar ao cliente o retorno do investimento, em medidas integradas de segurança, preconizadas para cada caso em concreto.

Eficácia versus o custo das soluções é portanto o factor chave para o adequado desenvolvimento e definição de um projecto integrado de segurança, à medida das necessidades e da vontade do cliente.


As soluções integradas de segurança devem ser estruturadas do ponto de vista do cliente, com o objectivo de reduzir e controlar os principais riscos detectados e sustentadas por um nível de prestação de serviços capaz de efectuar a detecção precoce de eventos com risco potencial e, caso se confirme a intenção criminosa, de uma efectiva capacidade de interrupção dessas ocorrências.


Ou seja, os níveis de serviço têm de ser previamente acordados com o cliente e devem ser implementadas medidas de controlo interno para assegurar o seu correcto cumprimento por cada operacional ao serviço.


Os níveis de prioridade e as rotinas de reacção e reporte das ocorrências devem estar previamente definidas e acordadas com o cliente e tal operativa só deve ser implementada se estiver operacional um sistema integrado de segurança pensado e programado à medida do serviço.

As soluções electrónicas são um meio e não um fim, num serviço integrado de segurança. Só assim se consegue minimizar o risco de falha humana e fazer o contrato de prestação de serviço depender de um nível de serviço pré-acordado com o cliente.

Estes devem ser os pressupostos para a definição e implementação de qualquer política de segurança numa empresa.




Excerto de artigo a publicar da autoria de Alexandre Chamusca
Consultor soluções integradas de segurança

08/12/08

7/20/2008

Avaliação das ameaças: perspectiva do proprietário

As ameaças vistas pela perspectiva do proprietário:



São várias as atitudes dos proprietários das vivendas relativamente à avaliação das ameaças aos seus bens e agregado familiar: Existem os despreocupados, os inconscientes, os maníacos e também os equilibrados.

O que nos interessa analisar são os proprietários equilibrados, já que poucas são as hipóteses de alterar a opinião dos despreocupados e dos inscientes, a não ser depois de um susto ou de uma confrontação de um acto de roubo e/ou vandalismo consumado.



A avaliação do risco próprio, deve ser feito tendo em conta o valor dos bens que tenham valor comercial, ou seja, que sejam facilmente vendáveis, não devendo ser tidos em conta os bens com valor exclusivamente sentimental.



Quanto é que pode custar não ter um alarme?
Quanto pode custar não ter um detector de gás numa habitação?
Quanto poderá custar não ser avisado em caso de surgir uma situação de aflição em casa?



A segurança passou a fazer parte dos níveis de conforto de qualquer habitação mas especialmente imprescindível no caso das vivendas.

Mesmo quem não goste de viver com sistemas electrónicos de protecção, deve assumi-los como um “mal” necessário pois são eles que podem fazer a diferença numa situação de risco e até salvar uma vida, em caso de uma ameaça séria (seja alarme técnico ou intrusão violenta).

O proprietário equilibrado terá concerteza em conta os aspectos aqui descritos e procurará adequar os meios electrónicos aplicados à avaliação de risco que tenha feito dos seus bens e do bem estar do seu agregado familiar.

A vida é feita de imprevistos e no que toca à segurança de bens e pessoas, é regra de ouro o ditado popular: “Mais vale prevenir do que remediar”...



Alexandre Chamusca

Soluções integradas de segurança electrónica
(artigo composto a partir dos conteúdos do livro técnico sobre segurança electrónica e domótica "A inteligência que se instala")



7/16/2008

Avaliando as ameaças - perspectiva do intruso

As ameaças vistas pela perspectiva do intruso:



Uma vivenda que não apresente sinais exteriores de preocupações com a segurança significa das duas uma: ou não tem nada que valha a pena roubar ou tem os proprietários inconscientes do perigo que correm...

Ora os sinais interiores de riqueza reflectem-se na construção, decoração e localização da vivenda. As viaturas e os hábitos dos proprietários completam a informação para a avaliação do custo da oportunidade de um eventual assalto.

Quem arrisca um assalto e está consciente dos seus actos, faz a sua própria avaliação das ameaças que pode vir a encontrar, para aferir se a iniciativa vale ou não o risco.


O que pode dissuadir o intruso da sua tentação, são os obstáculos que se lhe apresentam e que podem comprometer o sucesso caso da iniciativa.


A casa tem alarme?

Está muito tempo desocupada?
Está iluminada?
Tem cão?
Tem grades?
Está isolada ou tem vizinhos distantes?
É fácil fugir em caso de ser detectada a intrusão?

Estas são algumas das perguntas que um intruso se coloca quando “estuda” o local antes de decidir tomar qualquer iniciativa.

Extrato do artigo escrito pelo autor sobre o tema "avaliação de riscos de intrusão"
Se estiver interessado em publicar o artigo completo, entrar em contacto com o autor (achamusca@xkt.pt)