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6/21/2019

O optimismo trágico na contratação da segurança em Portugal


12/26/2011

Visão Nº 980 - Comentários Alexandre Chamusca

 

É inequívoco que a exposição ao risco aumentou e continuará a aumentar, quer da população em geral, quer de quem tem mais, em particular.
Mas será que a percepção desse aumento de exposição ao risco é interpretado e assumido por todos, da mesma maneira e à escala do problema?

 

Os factos provam que não e a regra é que a maioria desvaloriza a sua própria situação relativamente aos “outros”.
Mas as coisas não acontecem só aos “outros” e são muitos aqueles que já relatam na primeira pessoa, situações de risco por que passaram recentemente ou que aconteceram a pessoas próximas. O que quererá isto dizer? Será que o risco se está a aproximar?

 


Com o aumento da crise e das situações de desespero financeiro, a tentação de roubar o alheio aumenta e quem já praticava a “modalidade” tem tendência a ser mais ousado e descarado a fazê-lo. A desculpabilização pessoal surge facilitada pela consciencialização generalizada das dificuldades com que as pessoas vivem em tempo de crise. A sociedade torna-se mais tolerante relativamente a situações de pequeno roubo. Mas por outro lado, quem pratica o pequeno roubo “sente” mais facilidade em roubar, pelo que tenta mais vezes e arrisca mais para o conseguir. Este aumento de exposição ao risco por parte do delinquente aumenta a probabilidade de confronto e por pouco se pode passar a arriscar muito. A precipitação e o nervosismo em pessoas que não estão habituadas a lidar com situações de alto risco, pode levá-las a cometer actos de violência não justificada e desproporcionada, relativamente aos benefícios em causa. Os jornais e telejornais retractam diariamente situações destas, onde actos irreflectidos de criminalidade não organizada, resultam em factos de chocante violência. Fica-se com a sensação que se mata e se pode morrer por muito pouco... Basta estar no sítio errado, na altura errada.

Sentir-se em segurança, pode não significar estar seguro.
Temos também aquela classe de pessoas que lê os jornais e vê os telejornais e acha que tudo o que acontece, só pode acontecer aos “outros”, assumindo-se como meros espectadores de situações alheias ao seu micro mundo. Essas pessoas “não sabem, porque se recusam a ver...” São essas as pessoas que estão mais expostas ao risco, porque caso sejam envolvidas nalguma situação perigosa, serão sempre apanhadas desprevenidas e o desfecho do confronto será sempre imprevisível, geralmente dramático...
Tomar consciência do nível de exposição ao risco pessoal, familiar e profissional, ajuda a avaliar as medidas de segurança que se devem tomar para reduzir essa mesma exposição ao risco. 

É preciso dissuadir quem queira intentar contra os nossos interesses e conseguir interromper quem o tente. Para isso servem os equipamentos electrónicos de segurança e alguns cuidados básicos de segurança pessoal.
Para um profissional do ramo da segurança, os sofisticados alarmes não são novidade e são frequentemente integrados em soluções de alta segurança onde os fins a que se destinam justificam amplamente os meios aplicados, mas para qualquer elemento comum da sociedade, existem soluções mais simples e especificamente desenvolvidas para o mercado doméstico, para ser utilizado por qualquer pessoa, sem especiais requisitos de formação técnica para o efeito. Mais do que achar “piada” aos aparentes “gadjets”, é importante perceber a que aplicações é que eles se destinam e até que ponto eles podem vir a ser eficazes na interrupção de uma situação de risco pessoal, familiar e/ou profissional. Quem não fizer esta análise e não ponderar se faz sentido ou não poder vir a ser um utilizador dum equipamento e/ou serviço de segurança, poderá vir a lamentá-lo um dia mais tarde, se e quando for confrontado com uma ameaça não tiver à sua disposição qualquer meio de dissuasão.
Saber que estes equipamentos existem é importante.
Ter-se consciência da sua necessidade é mais importante.
Reconhecer-se como potencial utilizador é ainda mais importante, senão mesmo o mais importante.
Na vida, quem melhor estiver prevenido, mais hipóteses tem de ter sucesso.
Na segurança, quem melhor estiver preparado, mais hipóteses terá de sair ileso de uma situação de risco.
As decisões sobre segurança são afectadas não só pela experiência mas sobretudo pela exposição do decisor aos meios modernos de comunicação que alimentam de uma forma continuada os critérios de formação da percepção de insegurança para justificar as soluções de segurança.
Se tivermos em conta o facto destas soluções electrónicas poderem ser aplicadas em instalações já existentes, recorrendo a meios de comunicação sem fios, o universo de aplicações é imenso (profissionalmente interessante para todos os ramos de actividade e pessoalmente interessante para todos os estratos sociais) diversificado (clientes particulares e empresariais).
Infelizmente para quem poderia tirar proveito destas aplicações e as encara como um “mal necessário”, faltar-lhes-á objectividade na procura quando encontra demagogia na oferta: “Quem não sabe é como quem não vê” e serão cegos para o potencial destas aplicações técnica especiais, todos aqueles que “não quiserem ver” o valor acrescentado que elas representam no mundo moderno em que todos nós vivemos.

Alexandre Chamusca
Consultor Soluções Segurança

12/02/2011

Hospital Seguro - Soluções Integradas Segurança em Hospitais

Resumo do artigo:

Actualmente, todos sentimos necessidade de protecção contra qualquer tipo de acidente ou acto que possa colocar em risco pessoas e/ou bens.

Reduzir custos e aumentar níveis de serviço na área da segurança dos hospitais pode parecer um paradoxo, à primeira vista. No entanto vamos ver que não é…

Desenvolver uma solução de segurança somente em torno da vigilância humana é muito dispendioso e ineficaz em termos de prevenção e capacidade de resposta (situação típica da segurança nos hospitais).

O ideal é conseguir-se um equilíbrio entre tecnologia, soluções mecânicas e níveis de serviço profissionais de vigilância humana.

Além de se reduzirem custos, as soluções técnicas integradas implicam maior capacidade e qualidade na prestação dos serviços.

Os níveis de reação devem representar níveis de serviços a exigir contratualmente à empresa prestadora dos serviços de vigilância humana.

Só assim se consegue minimizar o risco de falha humana e fazer o contrato de prestação de serviço depender de um nível de serviço pré-acordado com o cliente.

80% dos problemas têm 20% de causas

Se esta abordagem for realmente tida em conta, será de facto possível baixar significativamente os custos gerais da segurança nos hospitais e melhorar significativamente os níveis dos serviços prestados, independentemente da empresa de vigilância humana contratada ou a contratar.  

Artigo da responsabilidade de:

Alexandre Chamusca (Engº)
Consultor Soluções Integradas Segurança



8/02/2007

Soluções Integradas de Segurança / Security Integrated Solutions

As empresas que não podem prescindir dos serviços de segurança podem (e devem) hoje definir o nível de serviço, independentemente dos meios existentes (da responsabilidade da empresa prestadora de serviço), de acordo com o nível de risco a proteger.

Companies that can't afford not having security services, should define the service level agreement, independently of the existing means (under the responsability of the security service provider), according with the risk
protected level agreed with the client.











Uma empresa que se supõe ser especialista em segurança deve saber avaliar o que precisa (meios electrónicos e humanos) para garantir o nível de serviço suficiente para controlar o nível de risco acordado com o cliente.

A company that is suposed to be security specialist, has to be able to evaluate and determine what are the exact needs (electronic security and human resouces) to guarantee the service level agreement to control the risk level agreed with the client.

Só assim é que o cliente é capaz de avaliar e justificar o retorno do investimento feito em segurança.

This is the only way the client has to evaluate a justify the return of the investment done in security.

Actualmente esse retorno é, na maior parte dos casos, muito dúbio senão mesmo um desperdício.

Actually, this return of the investment is, most of the cases, dubious if not a waist...
É portanto muito provável que a contratação dos serviços de segurança venha a sofrer profundas alterações e que finalmente o valor dos meios aplicados (electrónicos e humanos) sejam devidamente reconhecimentos pelas empresas de segurança e por conseguinte, pelos clientes.

I's then likely that all security service providing contracts will suffer deep changes, where the value added of the applied means (electronics and human) will be properlly recognized by the security companies and so, by the clients.

O sector profissional do mercado de segurança agradece.

The professional security market sector will be thankfull for that.



Alexandre Chamusca
Consultor de Segurança / Security Consultant

Comment on CCTV systems / Comentário sobre sistemas de CFTV

Comentário de Alexandre Chamusca a respeito dos sistemas de CFTV (Circuito Fechado de TV):
Alexandre Chamusca comment on CCTV systems:










"Já não é uma questão de saber quem está a ver... Mas o que é que estão a ver..."
"It's no longer the case of knowing who is watching... But what they are watching..."



Alexandre Chamusca

Consultor de Segurança
Security Consultant

6/03/2007

Fuga de gás

Quanto lhe pode custar uma fuga de gás em casa?
How much can it cost you a home gas leak?















Não arrisque!
Dont't take the risk!

Proteja-se!

Protect yourself!

Há soluções técnicas que não justifica NÃO TER...
There are technical solutions it doesn't worth NOT HAVE...


Alexandre Chamusca
Consultor de segurança
Security Consultant

4/19/2007

Exemplos de algumas aplicações de domótica inovadoras e que se podem encontrar hoje no mercado?

Na actual conjectura do ramo da construção, a Domótica surge como o maior e melhor valor acrescentado das promoções imobiliárias, sendo as soluções dimensionadas e custeadas mediante o alvo pretendido, tal como acontece com outros ramos de actividade comercial.

Com especial aplicação em moradias, a Domótica aplica-se “à escala” em apartamentos, pequenos escritórios e lojas, sendo inúmeras as hipóteses de escolha, não só ao nível das marcas como também no grau de integração e interacção entre sistemas.

Tornar uma casa inteligente significa que sejam instalados sistemas eléctricos e electrónicos capazes de substituir inúmeras operações manuais os quais, mediante determinadas condições, devem “decidir” acções automáticas que se traduzem em óbvias vantagens do ponto de vista de segurança e conforto na habitação.

A título de exemplo, é de salientar a integração de alarme sem fios (via rádio frequência) de última geração com comunicadores GSM proporcionando o controlo bidireccional do alarme, via mensagens escritas a partir de telemóveis de qualquer operador. Assim entre outras funções, o utilizador pode armar ou desarmar o alarme remotamente, saber quando alguém desliga ou liga o alarme, quando há falha de corrente em casa, corte de linha telefónica ou que tipo de alarme está a ocorrer em casa (intrusão, pânico, fuga de gás ou água, fogo) com um custo de chamadas controlado. Isto tudo através de simples mensagens escritas no telemóvel!

Sistemas centralizados versus descentralizados

Existem vários sistemas e topologias de redes de comunicação entre eles, mas a mais conhecida e mais vendida no mundo, são os sistemas que usam o protocolo X-10. Este protocolo tem a particularidade de comunicar pela rede eléctrica existente, o que permite instalar os equipamentos compatíveis em casas já existentes, sem ter de se partirem as paredes para passar cablagem. Com emissores (controladores) e receptores (actuadores), o sistema controla tudo o que é eléctrico e electrónico em casa, desde luzes e aparelhos, até TV, vídeo e/ou aparelhagens Hi-Fi, de qualquer marca ou modelo (para mais informações sobre os equipamentos, visitar www.xkt.pt).

Este sistema tem a sua inteligência descentralizada, ou seja, todos os controladores são compatíveis e permitem comandar os mesmos receptores de formas diferentes (manualmente, por telecomando, por programação horária, por computador, ou ainda automaticamente, via o alarme ou outro equipamento electrónico).

Outros sistemas recorrem a protocolos de comunicação que obrigam a instalar uma cablagem própria, como é o caso do EIB. Os equipamentos que recorrem a este protocolo para comunicar, geralmente têm uma unidade central para comando automático das funções e unidades de comando periféricas com capacidade de processamento local (para mais informações sobre os equipamentos visitar www.siemens.com).

Qual deverá sera a evolução da Domótica do ponto de vista do utilizador?

Numa habitação, cada vez temos mais aparelhos eléctricos e electrónicos que se tornaram imprescindíveis, quer nas tarefas domésticas do dia a dia, quer na ocupação dos tempos livres em casa, onde constituem peças fundamentais na definição e utilização prática do “conforto”, nas suas várias componentes e se integram nos hábitos do cidadão moderno.










Como tudo o que é eléctrico tem um consumo associado, o custo da energia passou a ser significativo nas despesas fixas mensais e como tal, a conservação de energia deixou de ser uma preocupação exclusiva das empresas, sendo hoje uma necessidade em qualquer gestão doméstica.

As famílias lutam cada vez mais por diminuir os seus gastos, maximizando o seu conforto e a Domótica tem este aspecto em conta.

Estas correntes, que começam a surgir em Portugal como uma evolução natural do mercado eléctrico e electrónico, têm vindo a potenciar as aplicações da Domótica, tornando o seu futuro muito promissor.


Extracto do livro técnico "A inteligência que se instala"
Para mais informações contactar geral@xkt.pt

3/10/2007

O mercado da Domótica

A domótica e a segurança electrónica são áreas técnicas aplicacionais, transversais a várias especialidades da engenharia electrotécnica de baixa tensão.

Os sistemas de alarme contra intrusão, incêndio e controlo de acessos não passam de autómatos dedicados à segurança electrónica que, por sua vez, podem integrar qualquer dos meios de telecomunicações disponíveis no mercado, para serem monitorizados e/ou operados remotamente.

Por outro lado, os sistemas de CFTV (Circuito Fechado de TV) recorrem aos mais sofisticados programas de software para processar e analisar as imagens captadas nas câmaras de segurança.

A integração destes sistemas e a sua compatibilidade com outros autómatos especificamente desenvolvidos para controlar luzes e aparelhos ao nível doméstico (automação doméstica ou domótica), veio alargar os desafios da engenharia para níveis aplicacionais em que só a imaginação é o limite.

Bem vindo ao formidável mundo da domótica!

Extraído do livro:
Domótica & Segurança Electrónica
"A Inteligência que se Instala" da autoria de Alexandre Chamusca,
editado pela Ordem dos Engenheiros