4/19/2007

As pessoas em geral acham a Domótica complexo e cara. Qual é a sua opinião?

Esta é uma das razões que me levou a escrever o livro.











A domótica, tal como outras áreas de equipamentos eléctricos e electrónicos, vai do muito simples ao muito sofisticado. Tudo dependa da aplicação e do grau de integração pretendido. O que é fácil para uns pode ser considerado difícil para outros.

O importante é que a pessoa: projectista, instalador, promotor ou simplesmente, cliente final, saiba avaliar e escolher qual a solução que melhor corresponde às suas necessidades.

No livro existe um capítulo dedicado precisamente aos critérios de abordagem à domótica.

Para mais informações sobre o livro contactar geral@xkt.pt

Em termos de mercado (novas aplicações, venda etc) como tem sido a evolução deste sector?

O mercado da Domótica reúne um universo muito vasto de marcas, sistemas e aplicações técnicas integradas, do muito simples ao muito sofisticado e do muito barato ao muito caro. Mas todos têm o mesmo fim: Proporcionar o conforto à medida do cliente.

O mercado apresenta constantemente novos equipamentos que visam garantir as melhores condições de conforto, mediante os conceitos e as preferências ao nível do bem estar de determinados segmentos sócio culturais.

Por outro lado, o público em geral, vai tendo conhecimento das novas aplicações e vai exigindo cada vez mais, face aos produtos existentes. Equipamentos que se destinavam a um público alvo mais evoluído em termos de sofisticação e do modo de funcionamento, passam progressivamente a interessar a um número maior de potenciais clientes, banalizando progressivamente determinadas soluções, que à partida foram desenvolvidas e apresentadas inicialmente como exclusivas em mercados de luxo.

Essa evolução permite promover marcas e serviços de excelência, massificando-se conceitos e aplicações. Consequentemente, os preços baixam, tornando essas mesmas aplicações acessíveis a um maior número de interessados com menor poder de compra. Estas são regras de mercado que fazem evoluir, por um lado, o nível de sofisticação das soluções e por outro, a capacidade de aceitação dos clientes finais às novas tecnologias.