7/12/2014

SERÁ POR UMA QUESTÃO DE SORTE?...


No desporto, como na profissão, o instinto treina-se...




Na competição, o 1º ganha Ouro...

O 2º Prata...

O 3º Bronze...
O 4º Nada...



Haverá assim tantas diferenças pessoais, profissionais e desportivas entre o 4º e o 3º?...



E entre o 2º e o 1º?...

Na profissão, como na vida, são as pequenas diferenças que nos evidenciam...

Mas como se treinam as pequenas diferenças (pessoal, profissional e desportivamente)?

  • Não chega ter-se instinto inato para desempenhar destacadamente uma função…
  • Não chega treinar muito para se ser o nº 1 no desporto preferido…
  • Não chega ser-se muito bom no que se faz para merecermos o respeito, a consideração e a oportunidade de provarmos que podemos fazer a diferença…


Resumindo:

  1. É preciso perceber o que mais se gosta de fazer na vida (pessoal, profissional e desportivamente);
  2. Avaliarmos o nosso próprio potencial (medir as nossas capacidades, competindo);
  3.  É preciso trabalhar muito e corrigir os erros detectados (nem sempre é fácil assumi-los);
  4. Ter muita sorte (a sorte acontece quando a preparação encontra a oportunidade);
Por muito bom que se seja e por muito que se treine, para se ter sucesso é     preciso que surjam sempre oportunidades na vida...

É para isso que temos de estar preparados e treinados...


Alexandre Chamusca 
Soluções Estratégicas Segurança
Partner XKT/ XKi

7/11/2014

A dependência do FACTOR HUMANO....

NOTÍCIA: Que escândalo, Brasil!!!


A Alemanha venceu por 7-1 presenteando o Brasil com a sua maior derrota de sempre na história do futebol.

    Foto: CHRISTOPHE SIMON


O guarda-redes foi buscar a bola por sete vezes ao fundo da baliza.

A dependência do factor humano…

Fundamentar a motivação de uma equipa unicamente num pico de emoção dá nisto....

Nas soluções de segurança passa-se a mesma coisa…

Quando a solução de segurança depende 90% do fator humano, mesmo sendo os elementos excecionais e fiáveis, quando alguma coisa corre mal, a probabilidade de acontecer um descontrolo da situação é altíssima e os efeitos da capacidade de reacção ficam condicionados ao ímpeto e ao instinto de protecção individual dos elementos ameaçados.

Qdo cai a 1ª peça, a probabilidade de caírem uma série delas a seguir é altamente provável....

Foi o que aconteceu à equipa Brasileira porque do outro lado estava a frieza organizada da equipa Alemã a jogar…

Ou seja, em oposição a uma estratégia 90% dependente do fator humano, está uma estratégia baseada na automatização dos procedimentos e uma capacidade de reacção às ameaças pré-estudada, detectando prematuramente as situações de risco, criando condições para acontecer uma interrupção concertada.

O Filipão falhou na estratégia....

A equipa pagou por isso....

Perderam o jogo logo a seguir ao 1º golo.

O que podia ter corrido mal ao Brasil, correu de fato mal (lei de Murphy)…


Alexandre Chamusca
Consultor Estratégico de Segurança
XKT / XKi