1/07/2016

Consultoria especializada em segurança

São muitos os que dizem que fazem...
Mas são poucos os que arriscam dizer que o fazem bem...
Discutir e arquitectar a política interna de segurança de uma empresa é matéria para um grupo de especialistas com conhecimentos adquiridos nas suas várias vertentes e sobretudo com capacidade de perspectivar as soluções do ponto de vista do cliente, maximizando o retorno do investimento a realizar na sua segurança...



A XKi foi criada por um grupo de especialistas em segurança que gostam do que fazem e que têm orgulho nas suas origens profissionais.
A consultoria em segurança pode e deve ser abordada pela vertente especializada e numa perspectiva global das necessidades das empresas.
Na actual conjuntura do mercado Nacional e Internacional, uma empresa que diga estar segura é sinal que anda muito mal informada e é uma prova que está a ser muito mal assessorada relativamente à sua política interna de segurança...


Alexandre Chamusca
Partner XKi
Security Management Consulting

11/08/2015

MUDANÇA DE PARADIGMA...

Mudança de paradigma...

A forma como pensamos nas coisas não tem de ser sempre a mesma.


Os estereótipos não nos devem ser impostos pelo que conhecemos do passado...
A capacidade de aceitar a mudança é uma prova de inteligência.
Pense por si, decida por si, seja responsável.

A melhor forma de pensar é a que trouxer mais valor.



Partner XKi
Security Management Consulting

10/27/2015

Entregar a Carta a Garcia



A história é simples: 

Quando se iniciou a guerra entre a Espanha e os Estados Unidos, o Presidente dos Estados Unidos, William McKinley, teve necessidade de comunicar rapidamente com o comandante dos rebeldes cubanos, o General Garcia, que se encontrava algures nas montanhas de Cuba. 
Como não era possível comunicar por correio, nem por telégrafo o Presidente mandou chamar Rowan e deu-lhe uma carta para entregar a Garcia. 
Rowan pegou na carta e, sem perguntar onde estava o General, guardou-a numa bolsa impermeável junto ao coração. Quatro dias depois, chegava à costa cubana pela calada da noite, num pequeno barco. 
De imediato, iniciou a travessia de um país hostil percorrendo a pé montes e vales, entregou a carta a Garcia e saiu pelo outro lado da ilha em apenas três semanas. 

Rowan recebeu uma missão e, sem fazer perguntas, executou-a com total autonomia revelando excelente capacidade de iniciativa e espírito empreendedor.

Mas qual é ou deve ser, a moral da história?

Saber agir com competência, como aconteceu com Rowan, é resultado da combinação: 
- Saber interpretar racionalmente a missão (competência pessoal); 
- Saber como agir (competência profissional); 
- Ter a confiança de poder agir (competência empresarial).

Nem sempre esta combinação de competências é reconhecida pelos órgãos gestores das empresas, sendo muitas iniciativas pessoais consideradas como abusos de confiança ou manifestações em busca de protagonismo.

Mas se forem devidamente analisadas e testadas, quem possuir e praticar genuinamente esta combinação de competências, pode e deve ser considerado um parceiro estratégico para qualquer negócio ou actividade de responsabilidade.  


Alexandre Chamusca
25/10/2015

10/25/2015

GLOBAL INSECURITY - XKi integrated consultancy management approach



Traditional role of risk management is changing in corporate companies…

XKi security consultants help their clients avoiding risks but also taking them, on a “can-do” attitude.

As board executive security advisors, we promote prevention and avoidance but also guidance and recovery in business continuity.
  

That’s probably number-one importance for risk management nowadays…


Alexandre Chamusca
Partner XKi
Security Management Consulting

10/20/2015

A inevitável automatização dos serviços de segurança



Acha o vídeo impressionante, certo?
O que a maravilha da tecnologia faz...

Mas quando surgiu a solução, muitos foram os que se indignaram e se manifestaram contra...
Porquê? 
Porque a solução veio eliminar imensos postos de trabalho...
De operários válidos e muito eficazes mas que não conseguiam competir com tamanha produtividade, perfeição e eficácia... 
A intervenção humana passou a ser mais valorizada onde a máquina não consegue trabalhar e ao nível dos acabamentos...

Hoje este tipo de automatizações dos serviços na construção é perfeitamente aceite pelo mercado de trabalho e a competitividade dos prestadores de serviços depende muitas vezes das soluções automatizadas que consegue integrar nas empreitadas, com óbvias economias de escala, conseguindo reduções significativas nos custos logísticos e nos prazos de execução.

Na segurança privada a prestação dos serviços continua 98% dependente do fator humano e na maior parte dos casos, tratam-se de serviços básicos de presença física e/ou de portaria, de muito baixo valor securitário...

As empresas precisam de soluções de segurança, que sejam dimensionadas para dissuadir, detetar e interromper ameaças comuns à sua normal atividade e de uma capacidade de reação eficaz, em caso de perigo para as pessoas, bens e instalações que frequentam o espaço.

Tal como noutros sectores do mercado da prestação de serviços, as soluções de segurança precisam integrar automatismos (alarmes), automatizar processos (deteção e monitorização vídeo local e/ou remota) e automatizar procedimentos (operativas de reação de segurança) para poder corresponder às expectativas dos clientes, em função das suas reais necessidades de segurança externa e interna (exposição ao risco).

Se a oferta dos serviços de segurança for estruturada na perspetiva do cliente, as soluções de segurança surgem aos potenciais clientes como uma ferramenta de gestão capaz de controlar os seus níveis internos e externos de exposição ao risco, deixando de estar dependente quase exclusivamente do fator humano e passando a estar dependente da maior ou menor capacidade de interrupção de uma situação considerada e assumida pelo cliente como sendo de risco (intrusão, incêndio, controlo de acessos, de espaços e de pessoas).

O envolvimento do cliente na solução de segurança fará com o avalie o retorno do investimento e deixe de percecionar a sua própria segurança como um custo.

É precisamente no compromisso entre a solução de segurança contratada e o custo potencial da sua insegurança, que o cliente irá justificar o retorno do investimento feito em segurança.

Política de segurança interna de uma empresa é a sua estratégia de proteção de pessoas, bens e espaços, considerada necessária e suficiente para manter controlado o nível de risco identificado.

O cliente deixará de comprar a segurança como sendo uma “comodity” necessária e passa a comprá-la por níveis de serviço, em que o fator humano surge com um grau de especialização e qualidade compatível com o nível de serviço pretendido, integrado na sua política de segurança interna.   

Será este o pressuposto que os órgãos decisores das estruturas empresariais terão em linha de conta na estruturação dos cadernos de encargos para a contratação de futuras prestações de serviços de segurança.

Os cadernos de encargos vão basear-se na política interna de segurança desenhada à medida das reais necessidades de cada empresa ou grupo de empresas e o custo da prestação de serviços será estimado em função da maior ou menor capacidade de implementação das medidas de segurança nela implícita.


 Alexandre Chamusca
Partner XKi
Security Management Consulting

8/08/2015

Vitórias silenciosas...



Na nossa vida somos muitas vezes levados a assumir opiniões e posições que nos expõem pessoal e profissionalmente.

Das várias posturas possíveis, existe a opção de condicionar positivamente o pensamento dos nossos interlocutores, levando-os a assumir opiniões e posições compatíveis com a nossa, mesmo que aparentemente estejam a usurpar a originalidade da perspectiva e a personalizar a própria iniciativa.

Quando o objectivo da argumentação é um meio para se conseguir um consenso na abordagem a um determinado assunto e não um fim, a perca de protagonismo em detrimento de um apoio inconsciente na consequente decisão pode e deve ser interpretada como uma vitória silenciosa.

Uma vitória que se for partilhada pode ser facilmente interpretada como um ato narcisista de prepotência, retirando todo o valor à acção.

Vitórias que apesar de silenciosas contribuem para a formação e realização pessoal do indivíduo e são percepcionadas pelos interlocutores como sinais positivos do seu carácter, perfilando-se como traços de condescendência e até afecto na forma de lidar com as situações.     

Apesar de poder não corresponder exactamente à postura natural do indivíduo, esta forma de negociar o consenso nas mais variadas situações, induz uma forma de estar mais ligeira e amigável em sociedade e na profissão, sendo o saldo positivo no reforço da estratégia de comunicação pessoal.

Desta análise resulta uma constatação que é possível desenvolver dois planos de comunicação pessoal paralelos, um que é convenientemente perceptível ao interlocutor e outro que é o verdadeiro motor oculto responsável pela realização pessoal e profissional do indivíduo.


Alexandre Chamusca

08/08/2015

6/27/2015

Europa à "Grega"...


Grécia obrigada a pagar até terça-feira, Eurogrupo regressa sem Varoufakis






















Devo confessar que cada vez gosto mais do Facebook...

Graças a esta "inocente" janela sócio cultural consigo aperceber-me da maneira de pensar de muitos dos meus concidadãos, sobre os acontecimentos Nacionais e Internacionais do dia a dia.


As reacções de muitos dos "ilustres" da nossa sociedade às façanhas políticas diárias do governo Grego têm-me ajudado a perceber como é que eles foram eleitos e conseguem "brincar" com o resto da Europa.


A conclusão a que eu chego é que existem cada vez mais pessoas irracionalmente iludidas e acomodadas a receber o que a União Europeia tem de bom e a reivindicarem direitos adquiridos, sem quaisquer obrigações nem compromissos...

Essa massa popular cada vez mais expressiva em todos os países Europeus habituou-se a explorar e a extorquir o sistema social para viverem muito acima das suas posses e o sistema de informação tem-os ajudado a defenderem argumentos reivindicativos gratuitos, em actos de pura chantagem para que o sistema sócio político Europeu possa continuar a evoluir.

Mas essa chantagem está a tomar proporções à escala Nacional, no caso da Grécia, onde todos sabemos que impera, há tempo demais, um sistema sócio político corrupto e uma estrutura económico financeira baseada em "esquemas" e "jogadas" ao mais alto nível.


O Eurogrupo está a provar do veneno que tem vindo a alimentar... 


O preço a pagar para manter o actual sistema sócio político Europeu está a revelar-se demasiado elevado, senão mesmo ruinoso. 


Esta camada de gente Europeia que critica tudo e todos mas que não sabe, nem quer saber, como se podem ou devem resolver os problemas que criam, começa a ser perigosa...


Perigosa porque está a começar a por em risco a estabilidade do sistema global em que todos nós vivemos, não só os que produzem, trabalham, pagam impostos, votam, mas também os próprios parasitas que vivem dos subsídios, do mercado paralelo e das falhas do sistema.


Ou seja, sem se aperceberem, os parasitas estão a por em risco de vida, o seu hospedeiro...


  • Impõe-se uma reforma profunda da política sócio económica da zona Euro.
  • Impõe-se a responsabilização da critica gratuita, irracionalmente negativa e destrutiva.
  • Impõe-se a sensibilização da população para os riscos da auto exclusão do processo eleitoral. Devia ser obrigatório qualquer cidadão activo votar, nem que vote em branco. 
  • Impõe-se a responsabilização e penalização dos programas políticos falhados.
  • Impõe-se uma reforma profunda da estrutura do Estado, das suas instituições e mecanismos de actuação. O actual sistema está operacionalmente sobre dimensionado, organicamente desproporcionado e politicamente desestabilizado.
  • Impõe-se o país ser gerido por uma equipa de profissionais e não por um líder carismático em particular. Esse tempo já lá vai...
Vivemos num país Europeu que tem conseguido integrar-se no sistema a muito custo mas quem não tiver a memória curta, tem consciência que tem valido a pena e que estamos muito melhor hoje, a todos os níveis, do que estávamos à 10 anos atrás...

Temos de mudar, mas temos de mudar para melhor, de uma maneira responsável e pró-activa.


Quanto aos parasitas, têm de passar a fazer parte da solução e não do problema...



Alexandre Chamusca
27/06/2015
 



  

Ameaça interna...

Atentado terrorista em França.

Uma explosão feriu duas pessoas numa fábrica de gás perto de Lyon. 

Foi encontrado o corpo e a cabeça de um homem nas proximidades.



Enquanto são os "outros" a morrer, os Europeus vão criticando 
pacificamente...

O pior é quando começam a matar Europeus...

Juntam-se "quem nada tem a perder" com "quem tem tudo a 
perder"...

Não há negociação possível...

Roleta da vida...

Atentado na Tunísia mata 27 turistas

Este ataque surge três meses depois de um sangrento ataque no museu Bardo, em Tunes, levado a cabo por militantes do Estado Islâmico e que culminou com a morte de 19 turistas.

O atentado de hoje não foi, para já, reivindicado.


Os Europeus e a sua forma de viver a vida em sociedade são, ao mesmo tempo, uma ameaça e a razão de existir dos movimentos radicais Islâmicos...

Uma ameaça porque são quem os pode derrotar e a razão de existir porque são o veículo para darem a conhecer ao mundo a sua política de terror...


Alexandre Chamusca

A sorte na vida...





A sorte na vida acontece quando a preparação encontra uma oportunidade...

Ou seja:

O conhecimento, a sofisticação, o treino e a natureza competitiva de uma pessoa manifesta-se na simplicidade do aproveitamento de uma oportunidade...

Esta é a verdadeira "sorte" dos campeões...




4/14/2015

Artigo AC Revista Segurança & Defesa Nº 30 Mercado da Segurança - Novas Estratégias Precisam-se

Artigo de Alexandre Chamusca na revista Segurança & Defesa Nº 30

Mercado da Segurança - Novas Estratégias Precisam-se




12/21/2014

O valor acrescentado da consultoria especializada em segurança

     

Homens armados roubam uma das mais luxuosas lojas de Berlim - sicnoticias.sapo.pt

Um grupo de homens armados assaltou a maior loja de Berlim, na Alemanha. A polícia tem montada uma operação de busca para tentar encontrar os ladrões, que levaram, sobretudo, jóias e relógios.

Para que os "meios" justifiquem os "fins" é preciso saber qual é grau de exposição ao risco e os níveis da ameaça directa e indirecta...

Falhando a análise, falham os meios...

Falhando os meios, acontece o que o cliente não espera que aconteça, porque está iludido relativamente ao seu grau de protecção: São roubados escandalosamente...

Além dos prejuízos, é preciso que o cliente tenha consciência que, além dos prejuízos, terá de voltar a mandar avaliar o grau de exposição ao risco e investir no aumento dos níveis de protecção...

Resumindo:



Porquê não fazer as coisas como deve ser, logo à partida? 

Esse trabalho de consultoria especializada em segurança é mais importante do que possa parecer à 1ª vista e em vez de ser interpretado como um custo, devia ser enquadrado num investimento estratégico da empresa na sua própria solução integrada de segurança...


Alexandre Chamusca
Partner XKi
Security Management Consulting

12/09/2014

MERCADO DA SEGURANÇA - Novas Estratégias Precisam-se!...


MERCADO DA SEGURANÇA
  
Novas Estratégias Precisam-se!...







Introdução

O sistema actual de contratação dos serviços de segurança privada está a promover a descaracterização e a degradação dos níveis de serviço de segurança.

O modelo de negócio da segurança privada está completamente desactualizado e desajustado às reais necessidades do mercado, em termos de segurança.

Desenvolver uma solução de segurança somente em torno da vigilância humana é muito dispendioso e ineficaz, quer em termos de prevenção, quer em termos de capacidade de resposta.

Enquanto as empresas prestadoras de serviços de segurança competem quase exclusivamente por preço e procuram elas próprias reduzir custos, o mercado procura serviços cada vez mais especializados e ajustados às exclusivas necessidades de cada sector de actividade em geral e de cada empresa desse sector em particular.


Compreender o actual paradoxo entre a oferta e a procura



  • Como é que se podem oferecer serviços especializados a preços de serviços generalistas?
  • Como é que se pode incluir na oferta níveis de especialização sem investir num plano estratégico técnico / comercial e de formação interna?
  • Se o preço é quase o factor exclusivo de escolha, como é que o cliente pode querer comprar soluções de segurança, desenvolvidas à sua medida sem ter de pagar por isso?
Para se compreender este paradoxo entre a oferta e a procura dos atuais serviços de segurança privada, é preciso avaliar até quanto um cliente está disposto a pagar pela ilusão de estar seguro

  • Quando um cliente contrata um segurança para a entrada de um edifício de escritórios, unidade fabril ou condomínio, qual será a sua expectativa do retorno do investimento que está a fazer?
  • Qual será a expectativa do cliente relativamente à reacção do vigilante a uma tentativa de assalto?
  • Será que o cliente sabe qual é a margem de manobra de intervenção que a lei permite a um vigilante, em caso de exposição ao risco?
  • Será que o cliente está consciente das consequências se um vigilante tentar intervir numa situação de assalto ou ato de vandalismo?
  • Será que o cliente avaliou minimamente a eficácia do serviço de segurança privada que está a contratar?
O incómodo e o desconforto que as respostas a estas questões pode criar é directamente proporcional à ilusão de se estar a “comprar segurança” quando se contrata um serviço de segurança privada…


Mudança do paradigma



  • Mas então haverá alguma solução para se conseguir minimizar os níveis de insegurança implícitos na contratação de serviços que se suponham serem especializados e ajustados às expectativas do cliente?
A questão tem de partir da forma como se opera a segurança, dentro do espaço das soluções integradas de segurança.

Do ponto de vista operacional, o principal objetivo de uma solução integrada de segurança é conseguir, por um lado: a deteção imediata (meios técnicos) de qualquer situação de risco que ponha em causa a normal atividade da empresa e, por outro: implementar uma capacidade efectiva de intervir (meios humanos) e eliminar esse risco, afectando o menos possível, a actividade da empresa.

Para apoio à decisão, os órgãos decisores da empresa precisam de ter na sua posse, os dados necessários e suficientes para avaliar a sua exposição ao risco, e por conseguinte, aferir qual a solução integrada que melhor se adequa ao seu caso concreto.

As soluções integradas de segurança devem ser estruturadas do ponto de vista da empresa (cliente) e não do ponto de vista da empresa de segurança que se propõe prestar os serviços. O objetivo é reduzir e controlar os principais riscos detectados, sustentados por um nível de prestação de serviços capaz de efectuar a detecção precoce de eventos com risco potencial (detecção electrónica) e, caso se confirme a intenção criminosa, de uma efectiva capacidade de interrupção dessas ocorrências (operativa de reacção por parte da empresa de prestação de serviços de vigilância humana).

Ou seja, a solução passa por se conseguir processar uma mudança do paradigma do lado da oferta e da procura no mercado da segurança privada em Portugal e em muitos países onde estes serviços são vistos e geridos como meras “commodities” em vez de serviços de valor acrescentado numa óptica de gestão de recursos (pessoas, bens e serviços).

O desenvolvimento profissional dos serviços de segurança privada será o principal factor de redução de perdas nas empresas onde operarem.

Esse desenvolvimento passa por tornar os serviços especializados de segurança comercializáveis através da sua fusão com meios electrónicos e operados como ferramentas de gestão dos recursos do próprio cliente.

A relação sinergética e simbiótica entre os serviços e os meios eletrónicos significa uma nova maneira de “pensar a segurança”.

Nesta nova perspetiva, deixa de fazer sentido contratar vigilantes e comprar alarmes e câmaras, passando a fazer sentido projetar soluções integradas de segurança em função de uma avaliação de exposição ao risco de determinada empresa, inserida num determinado cenário de actividade e em função das “ferramentas de gestão" disponibilizadas para o controlo de determinado nível de risco, contratar determinados níveis de serviço de segurança, garantindo determinadas capacidades eficazes de detecção, dissuasão e interrupção.

Só assim se consegue minimizar o risco de falha humana e fazer o contrato de prestação de serviços depender de um nível de serviço pré-acordado com a empresa.

Se estes pressupostos passarem a ser tidos em linha de conta pelos órgãos decisores das estruturas empresariais, é de prever que a forma e o objecto dos cadernos de encargos de segurança electrónica e vigilância humana, sejam drasticamente alterados num futuro próximo, passando a basear-se em políticas de segurança e a apresentar verdadeiras soluções integradas (equipamentos + serviços de recepção e tratamento de alarmes), à medida das reais necessidades de segurança de cada organização.

É precisamente no compromisso entre o custo real dos equipamentos e serviços de segurança contratados e o custo potencial da insegurança, que se poderá justificar o retorno dos investimentos feitos por uma empresa em segurança.



Alexandre Chamusca
Partner XKi


Security Management Consulting

11/17/2014

MBA em Gestão do Conhecimento e Inteligência Competitiva

Na sequência do bem sucedido projecto, em curso, do MBA Executivo em Gestão do Conhecimento e Inteligência Competitiva, é com enorme prazer que informo de que irei colaborar com a Escola de Negócios de Coimbra numa inovadora e pioneira Pós-graduação.

A Pós-Graduação em Gestão de Segurança Empresarial, com início previsto para Fevereiro de 2015.

Este projeto assenta na premissa, que tenho vindo a defender, de que a implementação precoce de políticas de segurança empresarial e uma visão integrada dos serviços de segurança constitui não só uma obrigação da liderança empresarial para com os seus colaboradores, proporcionando-lhes a necessária proteção e tranquilidade para o exercício qualificado das suas funções, como também uma vantagem competitiva para a empresa porque é a melhor forma de garantir a proteção das pessoas e dos bens, tangíveis e intangíveis, em particular o seu capital intelectual.

A integração precoce das preocupações com os aspetos da segurança empresarial em qualquer plano de negócios permitirá uma elevada redução de custos e um considerável aumento de eficácia da resposta protetiva mas, também, contribuirá para confirmar o paradigma de que a Segurança empresarial não é um custo mas um investimento que se repercute diretamente, de forma positiva, nos resultados e que constitui um instrumento estratégico de apoio à liderança e à decisão.


A necessidade de resolução das preocupações de segurança, ministradas nesta Pós-Graduação, é transversal a todo tipo de organização empresarial: Multinacionais, empresas de grande dimensão, PME's e IPSS.



Alexandre Chamusca
Partner XKi
Security Management Consulting

11/03/2014

Porque é que a maçã apodrece de dentro para fora?


Quais são os riscos de uma maçã podre no meio de maças sãs?

Como se evita que todas as maças apodreçam?





Tudo se explica pela estrutura maçã:

Próximo à semente existem espaços vazios, um lugar ideal para o desenvolvimento de fungos. 

As maçãs contêm fungos desde sua formação e mesmo que sejam colhidas e transportadas em câmaras frias, não se pode evitar que apodreçam por dentro.

O processo de putrefacção pode ser mais comum nos períodos chuvosos: a água absorvida pela superfície da maçã é transportada até o bolbo, sendo que a humidade facilita o desenvolvimento de micro-organismos.


O mesmo acontece nas empresas (maçãs) quando expostas aos riscos internos / externos (micro-organismos)...


Alexandre Chamusca
Partner XKi

10/31/2014

What are the odds?...

What are the odds for "no surprises"?....



Don't take nothing for granted...

Risk can be reduced but not eliminated....




By:                       
Alexandre Chamusca
XKT and XKi Partner