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12/09/2014

MERCADO DA SEGURANÇA - Novas Estratégias Precisam-se!...


MERCADO DA SEGURANÇA
  
Novas Estratégias Precisam-se!...







Introdução

O sistema actual de contratação dos serviços de segurança privada está a promover a descaracterização e a degradação dos níveis de serviço de segurança.

O modelo de negócio da segurança privada está completamente desactualizado e desajustado às reais necessidades do mercado, em termos de segurança.

Desenvolver uma solução de segurança somente em torno da vigilância humana é muito dispendioso e ineficaz, quer em termos de prevenção, quer em termos de capacidade de resposta.

Enquanto as empresas prestadoras de serviços de segurança competem quase exclusivamente por preço e procuram elas próprias reduzir custos, o mercado procura serviços cada vez mais especializados e ajustados às exclusivas necessidades de cada sector de actividade em geral e de cada empresa desse sector em particular.


Compreender o actual paradoxo entre a oferta e a procura



  • Como é que se podem oferecer serviços especializados a preços de serviços generalistas?
  • Como é que se pode incluir na oferta níveis de especialização sem investir num plano estratégico técnico / comercial e de formação interna?
  • Se o preço é quase o factor exclusivo de escolha, como é que o cliente pode querer comprar soluções de segurança, desenvolvidas à sua medida sem ter de pagar por isso?
Para se compreender este paradoxo entre a oferta e a procura dos atuais serviços de segurança privada, é preciso avaliar até quanto um cliente está disposto a pagar pela ilusão de estar seguro

  • Quando um cliente contrata um segurança para a entrada de um edifício de escritórios, unidade fabril ou condomínio, qual será a sua expectativa do retorno do investimento que está a fazer?
  • Qual será a expectativa do cliente relativamente à reacção do vigilante a uma tentativa de assalto?
  • Será que o cliente sabe qual é a margem de manobra de intervenção que a lei permite a um vigilante, em caso de exposição ao risco?
  • Será que o cliente está consciente das consequências se um vigilante tentar intervir numa situação de assalto ou ato de vandalismo?
  • Será que o cliente avaliou minimamente a eficácia do serviço de segurança privada que está a contratar?
O incómodo e o desconforto que as respostas a estas questões pode criar é directamente proporcional à ilusão de se estar a “comprar segurança” quando se contrata um serviço de segurança privada…


Mudança do paradigma



  • Mas então haverá alguma solução para se conseguir minimizar os níveis de insegurança implícitos na contratação de serviços que se suponham serem especializados e ajustados às expectativas do cliente?
A questão tem de partir da forma como se opera a segurança, dentro do espaço das soluções integradas de segurança.

Do ponto de vista operacional, o principal objetivo de uma solução integrada de segurança é conseguir, por um lado: a deteção imediata (meios técnicos) de qualquer situação de risco que ponha em causa a normal atividade da empresa e, por outro: implementar uma capacidade efectiva de intervir (meios humanos) e eliminar esse risco, afectando o menos possível, a actividade da empresa.

Para apoio à decisão, os órgãos decisores da empresa precisam de ter na sua posse, os dados necessários e suficientes para avaliar a sua exposição ao risco, e por conseguinte, aferir qual a solução integrada que melhor se adequa ao seu caso concreto.

As soluções integradas de segurança devem ser estruturadas do ponto de vista da empresa (cliente) e não do ponto de vista da empresa de segurança que se propõe prestar os serviços. O objetivo é reduzir e controlar os principais riscos detectados, sustentados por um nível de prestação de serviços capaz de efectuar a detecção precoce de eventos com risco potencial (detecção electrónica) e, caso se confirme a intenção criminosa, de uma efectiva capacidade de interrupção dessas ocorrências (operativa de reacção por parte da empresa de prestação de serviços de vigilância humana).

Ou seja, a solução passa por se conseguir processar uma mudança do paradigma do lado da oferta e da procura no mercado da segurança privada em Portugal e em muitos países onde estes serviços são vistos e geridos como meras “commodities” em vez de serviços de valor acrescentado numa óptica de gestão de recursos (pessoas, bens e serviços).

O desenvolvimento profissional dos serviços de segurança privada será o principal factor de redução de perdas nas empresas onde operarem.

Esse desenvolvimento passa por tornar os serviços especializados de segurança comercializáveis através da sua fusão com meios electrónicos e operados como ferramentas de gestão dos recursos do próprio cliente.

A relação sinergética e simbiótica entre os serviços e os meios eletrónicos significa uma nova maneira de “pensar a segurança”.

Nesta nova perspetiva, deixa de fazer sentido contratar vigilantes e comprar alarmes e câmaras, passando a fazer sentido projetar soluções integradas de segurança em função de uma avaliação de exposição ao risco de determinada empresa, inserida num determinado cenário de actividade e em função das “ferramentas de gestão" disponibilizadas para o controlo de determinado nível de risco, contratar determinados níveis de serviço de segurança, garantindo determinadas capacidades eficazes de detecção, dissuasão e interrupção.

Só assim se consegue minimizar o risco de falha humana e fazer o contrato de prestação de serviços depender de um nível de serviço pré-acordado com a empresa.

Se estes pressupostos passarem a ser tidos em linha de conta pelos órgãos decisores das estruturas empresariais, é de prever que a forma e o objecto dos cadernos de encargos de segurança electrónica e vigilância humana, sejam drasticamente alterados num futuro próximo, passando a basear-se em políticas de segurança e a apresentar verdadeiras soluções integradas (equipamentos + serviços de recepção e tratamento de alarmes), à medida das reais necessidades de segurança de cada organização.

É precisamente no compromisso entre o custo real dos equipamentos e serviços de segurança contratados e o custo potencial da insegurança, que se poderá justificar o retorno dos investimentos feitos por uma empresa em segurança.



Alexandre Chamusca
Partner XKi


Security Management Consulting

11/19/2007

Se lhe fosse dado a escolher... / If you had the choice...




















Se um ladrão lhe desse a escolher, preferia ser assaltado dentro ou fora de casa?
If a burglar would give you the choice, would you prefer to be robed being at home or out?

Fora?
Out?

Então porque é que desliga o alarme, quando está em casa?
Then why do you turn off the alarm when you're at home?

Quando precisa mais dele... está desligado...
When you need it the most... It's shut off...

Devia pensar nisso...
You should think about it...


Alexandre Chamusca
Consultor de Segurança
Security Consultant

10/23/2007

d) Qual a diferença entre a DOMÓTICA e os EDIFÍCIOS INTELIGENTES?












A diferença está essencialmente na escala e no grau de sofisticação da aplicação. Enquanto numa casa temos, por exemplo, dezenas de pontos a controlar, num edifício é fácil termos centenas.


Por outro lado, o grau de sofisticação duma aplicação para uma casa pode e deve ser o mais simples possível, de modo a não obrigar o utilizador final a ter um determinado tipo de formação, enquanto que para um edifício, o grau de sofisticação da aplicação geralmente obriga à formação de quadros específicos para lidarem com a “inteligência” do sistema de GESTÃO TÉCNICA do edifício.


Extrato do livro técnico "A inteligência que se instala"
(para mais informações sobre o livro contactar geral@xkt.pt)

Porque é que não existe mais DOMÓTICA nas casas se “tudo” já é possível?

É ao nível do controlo integrado de todas as operações que surgem os principais obstáculos à generalização da DOMÓTICA no sector imobiliário.
Existe o controlo das luzes, o alarme, o controlo dos aparelhos, o controlo da climatização, mas ainda é muito raro existirem todas estas aplicações na mesma casa.


Normalmente o cliente opta por algumas destas aplicações, mas os custos aumentam de uma forma exponencial quando se pretende integrá-las no mesmo processo de controlo.

Extrato do livro técnico "A inteligência que se instala"
(Para mais informações sobre o livro contactar geral@xkt.pt)

b) O que é que pode ser automatizado numa casa?












Hoje em dia já é possível automatizar o que se quiser em casa.

Desde as janelas, estores, luzes, aparelhos, tudo é possível automatizar.

A climatização (controlo de energia), a segurança, o conforto (controlo das luzes e aparelhos) e as comunicações são os principais factores passíveis de serem controlados de uma forma automatizada numa casa.




Extrato do livro técnico "A inteligência que se instala"
(para mais informações contactar geral@xkt.pt)

12/10/2006

A Domótica como valor acrescentado da segurança electrónica

Hoje um sistema de segurança além da detecção de intrusão, pode perfeitamente integrar a função de controlo de acessos de uma ou mais portas, com cartão e/ou etiquetas de proximidade, detecção de incêndio, detecção de fugas de gás, corte automático do gás e/ou água em caso de alarme técnico, accionamento automático de circuitos de iluminação (quer por programação horária, quer por detecção de presença coincidente com falta de luz), accionamento de aparelhos (termoacumulador, bomba de água, radiadores eléctricos, estores motorizados, etc).

Para o cliente (utilizador) esta evolução tornou exequível determinadas aplicações e acessíveis os seus consequentes benefícios que de outra forma, quer por uma questão de custos, quer de oportunidade de instalação, estariam totalmente fora de questão.

Assim, quem decide a compra passou a ter a capacidade de compreender, além da necessidade de determinados sistemas electrónicos, a sua utilidade na conjectura do nosso bem estar doméstico e da sua relativa facilidade de utilização, diariamente.

Por outro lado, passou também a ter a capacidade de avaliar o seu “custo / benefício”, pela credibilidade e economias de escala que representa ter numa só entidade, a venda, instalação e assistência aos sistemas integrados instalados. Recorrer a entidades separadas para cada uma das áreas técnicas que compõem a Domótica, torna qualquer orçamento caríssimo e muito complicado quer de instalar, quer de manter.

Com a integração nos sistemas de alarme de funções complementares, passou a ser possível desenvolver uma abordagem técnico / comercial diferente e diferenciada no mercado específico da segurança electrónica.

Passou-se a diferenciar os projectos por áreas de aplicação (vivendas, apartamentos, lojas, escritórios, etc) e a integrar nelas, soluções técnicas especiais, com valor acrescentado da Domótica (automação doméstica). especificamente para cada delas: a

O desenvolvimento das telecomunicações, quer móveis quer fixas, veio também proporcionar novas formas de interagir com os sistemas de alarme e consequentemente com os restantes sistemas integrados.

Assim passou a ser “banal” usar um telemóvel para ligar / desligar um alarme remotamente, assim como accionar uma saída do alarme para executar uma função complementar. O custo implícito nesta acção complementar é irrisória, pois aproveita todos os componentes do alarme (comunicador telefónico, automatismo de comando, etc) e até a sua forma de utilização.

Sistemas que acendem as luzes assim que o dia começa a escurecer proporcionam conforto, mas também segurança, uma vez que deixa a impressão de que a casa parece ocupada. Se não quiser deixar nenhuma margem de dúvida na mente do ladrão, poderá até instalar um sistema de simulação de presença.

Esta tecnologia fará com que, aleatoriamente, as luzes se apaguem e acendam em quartos diferentes e que os estores desçam e subam, como se estivesse gente em casa.

Ao nível do reporte automático das ocorrências, passou a ser possível todas as formas de reporte, podendo o sistema aferir qual o meio que deve utilizar, mediante a sua disponibilidade, ou seja, pode por exemplo tentar primeiro comunicar por telefone (analógico ou ADSL) e caso a linha esteja cortada, comutar automaticamente para GSM e assim garantir que o sinal de alarme chega ao seu destinatário.

Como reporte alternativo e/ou complementar, pode também enviar uma mensagem para um endereço de mail e incluir as imagens de uma câmara associada ao espaço em alarme.

Representante em Portugal do já famoso sistema X-10 (sistema que comunica pela rede eléctrica existente), a XKT integra numa única área de responsabilidade técnica, todas as formas de comando e controlo dos diversos níveis de conforto em casa. Assim áreas técnicas tão distintas como a segurança, a iluminação, as telecomunicações, o circuito de TV, vídeo e Hi-Fi, interagem, tirando máximo partido e proveito das suas potencialidades e proporcionando economias de escala quer ao nível da cablagem e mão-de-obra necessária, quer ao nível do equipamento, graças à integração das multifunções que cada sistema passa a proporcionar, ou seja, por exemplo:

- Quando o alarme dispara, acendem-se automaticamente determinadas luzes, do circuito de domótica, recebe-se uma mensagem escrita no telemóvel com o reporte da ocorrência e/ou uma chamada no telefone fixo com uma mensagem gravada a reportar o alarme;

- Simula-se a presença em casa com a programação aleatória dos diversos circuitos de iluminação do circuito de domótica;

- Acendem-se qualquer das luzes do circuito de domótica com o telecomando universal ou através de uma macro por PC, ou ainda carregando simplesmente num tradicional interruptor de parede;

- O circuito de iluminação de decoração da vivenda acende-se automaticamente com chegada da noite e apaga-se da mesma maneira com o amanhecer;

- O circuito de iluminação exterior está dividido por zonas e controlado por detectores exteriores, pelo que se acendem com a aproximação de alguma pessoa do raio de acção dos detectores, podendo um besouro tocar dentro de casa, avisando do movimento no quintal;

- Tal como as luzes, pode-se controlar local e/ou remotamente por telefone e/ou telemóvel, o ar condicionado, o aquecimento central, radiadores eléctricos, aparelhos, motores de portão e estores, bombas de água, sistemas de rega, etc.

Isto tudo de uma forma extremamente simples e intuitiva, ao alcance de qualquer pessoa minimamente instruída.

Numa altura em que a segurança em casa se tornou uma necessidade absoluta e na qual os equipamentos eléctricos e electrónicos a controlar são muitos e servem as mais diversas aplicações, a XKT apareceu à sete anos no mercado Português e é hoje parceira (integrador de sistemas) de vários gabinetes de projecto, grandes instaladores e grandes donos de obra, prestando-lhes assessoria técnico / comercial por forma a que estes consigam corresponder às actuais expectativas do mercado imobiliário, na forma de integrar as diversas formas de comando e controlo dos vários níveis de segurança e conforto, que uma casa moderna (seja apartamento ou vivenda) justifica hoje em dia.

Para mais informações visite www.xkt.pt