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10/12/2017

Artigo de opinião: "A automatização dos serviços de vigilância humana"

Artigo de opinião de Alexandre Chamusca
Publicado na revista Proteger nº 31 Julho - Setembro 2017




12/01/2016

Licença de uso e porte de arma....


Existem várias formas de defesa pessoal mas para um engenheiro eletrotécnico, diretor de segurança eletrónica em várias empresas de segurança nos últimos 25 anos e responsável pela certificação na PSP da sua própria empresa (XKT, Projetos e Instalações Técnicas Lda) como consultora especializada em soluções de segurança, ser distinguido com a licença de uso e porte de arma Classe B1 representa, acima de qualquer razão de defesa pessoal, o assumir do expoente máximo da responsabilidade da segurança pessoal.


É para mim uma honra fazer parte do círculo restrito dos cidadãos detentores desta licença.
Passo assim a possuir as seguintes licenças de uso e porte de armas:
B1, C, D e E.

Alexandre Chamusca

1/07/2016

Consultoria especializada em segurança

São muitos os que dizem que fazem...
Mas são poucos os que arriscam dizer que o fazem bem...
Discutir e arquitectar a política interna de segurança de uma empresa é matéria para um grupo de especialistas com conhecimentos adquiridos nas suas várias vertentes e sobretudo com capacidade de perspectivar as soluções do ponto de vista do cliente, maximizando o retorno do investimento a realizar na sua segurança...



A XKi foi criada por um grupo de especialistas em segurança que gostam do que fazem e que têm orgulho nas suas origens profissionais.
A consultoria em segurança pode e deve ser abordada pela vertente especializada e numa perspectiva global das necessidades das empresas.
Na actual conjuntura do mercado Nacional e Internacional, uma empresa que diga estar segura é sinal que anda muito mal informada e é uma prova que está a ser muito mal assessorada relativamente à sua política interna de segurança...


Alexandre Chamusca
Partner XKi
Security Management Consulting

6/27/2015

Ameaça interna...

Atentado terrorista em França.

Uma explosão feriu duas pessoas numa fábrica de gás perto de Lyon. 

Foi encontrado o corpo e a cabeça de um homem nas proximidades.



Enquanto são os "outros" a morrer, os Europeus vão criticando 
pacificamente...

O pior é quando começam a matar Europeus...

Juntam-se "quem nada tem a perder" com "quem tem tudo a 
perder"...

Não há negociação possível...

4/14/2015

Artigo AC Revista Segurança & Defesa Nº 30 Mercado da Segurança - Novas Estratégias Precisam-se

Artigo de Alexandre Chamusca na revista Segurança & Defesa Nº 30

Mercado da Segurança - Novas Estratégias Precisam-se




12/09/2014

MERCADO DA SEGURANÇA - Novas Estratégias Precisam-se!...


MERCADO DA SEGURANÇA
  
Novas Estratégias Precisam-se!...







Introdução

O sistema actual de contratação dos serviços de segurança privada está a promover a descaracterização e a degradação dos níveis de serviço de segurança.

O modelo de negócio da segurança privada está completamente desactualizado e desajustado às reais necessidades do mercado, em termos de segurança.

Desenvolver uma solução de segurança somente em torno da vigilância humana é muito dispendioso e ineficaz, quer em termos de prevenção, quer em termos de capacidade de resposta.

Enquanto as empresas prestadoras de serviços de segurança competem quase exclusivamente por preço e procuram elas próprias reduzir custos, o mercado procura serviços cada vez mais especializados e ajustados às exclusivas necessidades de cada sector de actividade em geral e de cada empresa desse sector em particular.


Compreender o actual paradoxo entre a oferta e a procura



  • Como é que se podem oferecer serviços especializados a preços de serviços generalistas?
  • Como é que se pode incluir na oferta níveis de especialização sem investir num plano estratégico técnico / comercial e de formação interna?
  • Se o preço é quase o factor exclusivo de escolha, como é que o cliente pode querer comprar soluções de segurança, desenvolvidas à sua medida sem ter de pagar por isso?
Para se compreender este paradoxo entre a oferta e a procura dos atuais serviços de segurança privada, é preciso avaliar até quanto um cliente está disposto a pagar pela ilusão de estar seguro

  • Quando um cliente contrata um segurança para a entrada de um edifício de escritórios, unidade fabril ou condomínio, qual será a sua expectativa do retorno do investimento que está a fazer?
  • Qual será a expectativa do cliente relativamente à reacção do vigilante a uma tentativa de assalto?
  • Será que o cliente sabe qual é a margem de manobra de intervenção que a lei permite a um vigilante, em caso de exposição ao risco?
  • Será que o cliente está consciente das consequências se um vigilante tentar intervir numa situação de assalto ou ato de vandalismo?
  • Será que o cliente avaliou minimamente a eficácia do serviço de segurança privada que está a contratar?
O incómodo e o desconforto que as respostas a estas questões pode criar é directamente proporcional à ilusão de se estar a “comprar segurança” quando se contrata um serviço de segurança privada…


Mudança do paradigma



  • Mas então haverá alguma solução para se conseguir minimizar os níveis de insegurança implícitos na contratação de serviços que se suponham serem especializados e ajustados às expectativas do cliente?
A questão tem de partir da forma como se opera a segurança, dentro do espaço das soluções integradas de segurança.

Do ponto de vista operacional, o principal objetivo de uma solução integrada de segurança é conseguir, por um lado: a deteção imediata (meios técnicos) de qualquer situação de risco que ponha em causa a normal atividade da empresa e, por outro: implementar uma capacidade efectiva de intervir (meios humanos) e eliminar esse risco, afectando o menos possível, a actividade da empresa.

Para apoio à decisão, os órgãos decisores da empresa precisam de ter na sua posse, os dados necessários e suficientes para avaliar a sua exposição ao risco, e por conseguinte, aferir qual a solução integrada que melhor se adequa ao seu caso concreto.

As soluções integradas de segurança devem ser estruturadas do ponto de vista da empresa (cliente) e não do ponto de vista da empresa de segurança que se propõe prestar os serviços. O objetivo é reduzir e controlar os principais riscos detectados, sustentados por um nível de prestação de serviços capaz de efectuar a detecção precoce de eventos com risco potencial (detecção electrónica) e, caso se confirme a intenção criminosa, de uma efectiva capacidade de interrupção dessas ocorrências (operativa de reacção por parte da empresa de prestação de serviços de vigilância humana).

Ou seja, a solução passa por se conseguir processar uma mudança do paradigma do lado da oferta e da procura no mercado da segurança privada em Portugal e em muitos países onde estes serviços são vistos e geridos como meras “commodities” em vez de serviços de valor acrescentado numa óptica de gestão de recursos (pessoas, bens e serviços).

O desenvolvimento profissional dos serviços de segurança privada será o principal factor de redução de perdas nas empresas onde operarem.

Esse desenvolvimento passa por tornar os serviços especializados de segurança comercializáveis através da sua fusão com meios electrónicos e operados como ferramentas de gestão dos recursos do próprio cliente.

A relação sinergética e simbiótica entre os serviços e os meios eletrónicos significa uma nova maneira de “pensar a segurança”.

Nesta nova perspetiva, deixa de fazer sentido contratar vigilantes e comprar alarmes e câmaras, passando a fazer sentido projetar soluções integradas de segurança em função de uma avaliação de exposição ao risco de determinada empresa, inserida num determinado cenário de actividade e em função das “ferramentas de gestão" disponibilizadas para o controlo de determinado nível de risco, contratar determinados níveis de serviço de segurança, garantindo determinadas capacidades eficazes de detecção, dissuasão e interrupção.

Só assim se consegue minimizar o risco de falha humana e fazer o contrato de prestação de serviços depender de um nível de serviço pré-acordado com a empresa.

Se estes pressupostos passarem a ser tidos em linha de conta pelos órgãos decisores das estruturas empresariais, é de prever que a forma e o objecto dos cadernos de encargos de segurança electrónica e vigilância humana, sejam drasticamente alterados num futuro próximo, passando a basear-se em políticas de segurança e a apresentar verdadeiras soluções integradas (equipamentos + serviços de recepção e tratamento de alarmes), à medida das reais necessidades de segurança de cada organização.

É precisamente no compromisso entre o custo real dos equipamentos e serviços de segurança contratados e o custo potencial da insegurança, que se poderá justificar o retorno dos investimentos feitos por uma empresa em segurança.



Alexandre Chamusca
Partner XKi


Security Management Consulting

11/03/2014

Porque é que a maçã apodrece de dentro para fora?


Quais são os riscos de uma maçã podre no meio de maças sãs?

Como se evita que todas as maças apodreçam?





Tudo se explica pela estrutura maçã:

Próximo à semente existem espaços vazios, um lugar ideal para o desenvolvimento de fungos. 

As maçãs contêm fungos desde sua formação e mesmo que sejam colhidas e transportadas em câmaras frias, não se pode evitar que apodreçam por dentro.

O processo de putrefacção pode ser mais comum nos períodos chuvosos: a água absorvida pela superfície da maçã é transportada até o bolbo, sendo que a humidade facilita o desenvolvimento de micro-organismos.


O mesmo acontece nas empresas (maçãs) quando expostas aos riscos internos / externos (micro-organismos)...


Alexandre Chamusca
Partner XKi

7/18/2014

O efeito de borboleta....

O efeito borboleta na segurança interna das empresas Multinacionais...




A teoria "efeito borboleta" mostrou que se forem introduzidas diferenças mínimas nas condições de base de modelos empresariais que incluam um nível de reacção, obtêm-se consequências significativamente diferentes nos resultados analisados...

O patrão de uma pequena empresa de 10 funcionários pode facilmente esforçar-se e saber exactamente o que cada empregado está a fazer em qualquer altura do trabalho. 

Se multiplicarmos por 500 o número de funcionários e os distribuirmos por vários países do mundo, torna-se evidente que os Directores têm um problema sério de gestão de Recursos Humanos...

Então qual é a solução para resolver este problema de “efeito borboleta” na segurança interna das empresas Multinacionais?....


Pensar em contratar uma equipa de consultores especialistas em Soluções Estratégicas de Segurança….



Alexandre Chamusca
XKT/XKi
Soluções Estratégicas de Segurança

7/11/2014

A dependência do FACTOR HUMANO....

NOTÍCIA: Que escândalo, Brasil!!!


A Alemanha venceu por 7-1 presenteando o Brasil com a sua maior derrota de sempre na história do futebol.

    Foto: CHRISTOPHE SIMON


O guarda-redes foi buscar a bola por sete vezes ao fundo da baliza.

A dependência do factor humano…

Fundamentar a motivação de uma equipa unicamente num pico de emoção dá nisto....

Nas soluções de segurança passa-se a mesma coisa…

Quando a solução de segurança depende 90% do fator humano, mesmo sendo os elementos excecionais e fiáveis, quando alguma coisa corre mal, a probabilidade de acontecer um descontrolo da situação é altíssima e os efeitos da capacidade de reacção ficam condicionados ao ímpeto e ao instinto de protecção individual dos elementos ameaçados.

Qdo cai a 1ª peça, a probabilidade de caírem uma série delas a seguir é altamente provável....

Foi o que aconteceu à equipa Brasileira porque do outro lado estava a frieza organizada da equipa Alemã a jogar…

Ou seja, em oposição a uma estratégia 90% dependente do fator humano, está uma estratégia baseada na automatização dos procedimentos e uma capacidade de reacção às ameaças pré-estudada, detectando prematuramente as situações de risco, criando condições para acontecer uma interrupção concertada.

O Filipão falhou na estratégia....

A equipa pagou por isso....

Perderam o jogo logo a seguir ao 1º golo.

O que podia ter corrido mal ao Brasil, correu de fato mal (lei de Murphy)…


Alexandre Chamusca
Consultor Estratégico de Segurança
XKT / XKi

6/06/2012

Como evitar raptos em Moçambique?



Para se evitarem raptos há que investir em segurança:

Segurança Electrónica e Segurança Humana de uma forma integrada e organizada.

 A XKT especializou-se precisamente nas soluções integradas de segurança e é contratada para encontrar formas eficazes de reduzir a exposição ao risco dos seus clientes, quer a nível Nacional, quer Internacional.

Ao dispor.

Alexandre Chamusca
XKT

2/06/2012

K9 - Criar capacidade de intervenção nas empresas de segurança

As equipas K9 (Ka-Nine = Canina) nas empresas de segurança, quando bem treinadas e integradas numa operativa de reacção a uma situação de risco detectada num cliente, representam uma forma eficaz de dissuasão e uma forma eficaz de intervenção, no caso de necessidade de interrupção da ameaça, se esta se vier a verificar no local.

 
 
Para se perceber a real capacidade de interrupção das equipas K9, nada como ousar vestir um fato de protecção e submetermo-nos à força de intervenção canina...
 
 
Como poderão verificar pelo vídeo, a qualidade do fato é muito importante, para garantir a integridade física do "provocador"...
;-)

Este é um serviço em expansão, que se prevê vir a integrar os piquetes de intervenção rápida das principais empresas prestadoras de serviços de segurança em Portugal.

A qualidade do serviço dependem não só da qualidade do cão, mas sobretudo do profissionalismo do vigilante que o controla e comanda. Para isso a formação tem de ser de qualidade e os níveis de serviço constantemente monitorizados, não só pela empresa prestadora dos serviços de segurança, mas também pelo próprio cliente, que deverá constatar esses mesmos níveis de serviço, pelas provas a que as equipas K9 são sistemáticamente submetidas, pelos seus treinadores.

Este é um assunto que não deve deixar indiferentes todos os profissionais directa e indirectamente ligados à área da segurança e que merece ser acompanhado por todos aqueles que pretendem fazer a diferença, nos meios e nos fins empregues para reduzir a exposição ao risco das empresas e não se importam de submeter e condicionar a remuneração da sua prestação de serviços ao cumprimento dos níveis de qualidade contratados.

 

Alexandre Chamusca
Consultor Soluções de Segurança

Link vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=ycMMS-Xh1iM

12/02/2011

Hospital Seguro - Soluções Integradas Segurança em Hospitais

Resumo do artigo:

Actualmente, todos sentimos necessidade de protecção contra qualquer tipo de acidente ou acto que possa colocar em risco pessoas e/ou bens.

Reduzir custos e aumentar níveis de serviço na área da segurança dos hospitais pode parecer um paradoxo, à primeira vista. No entanto vamos ver que não é…

Desenvolver uma solução de segurança somente em torno da vigilância humana é muito dispendioso e ineficaz em termos de prevenção e capacidade de resposta (situação típica da segurança nos hospitais).

O ideal é conseguir-se um equilíbrio entre tecnologia, soluções mecânicas e níveis de serviço profissionais de vigilância humana.

Além de se reduzirem custos, as soluções técnicas integradas implicam maior capacidade e qualidade na prestação dos serviços.

Os níveis de reação devem representar níveis de serviços a exigir contratualmente à empresa prestadora dos serviços de vigilância humana.

Só assim se consegue minimizar o risco de falha humana e fazer o contrato de prestação de serviço depender de um nível de serviço pré-acordado com o cliente.

80% dos problemas têm 20% de causas

Se esta abordagem for realmente tida em conta, será de facto possível baixar significativamente os custos gerais da segurança nos hospitais e melhorar significativamente os níveis dos serviços prestados, independentemente da empresa de vigilância humana contratada ou a contratar.  

Artigo da responsabilidade de:

Alexandre Chamusca (Engº)
Consultor Soluções Integradas Segurança



1/15/2008

Sistema de segurança – Um mal necessário!

Do ponto de vista prático, o principal objectivo de um sistema de segurança é reduzir a tentação de se cometerem actos criminosos num determinado espaço protegido.

Uma vez que os riscos de ocorrência podem ser reduzidos, mas nunca eliminados, um sistema de segurança é sempre necessário, mesmo que resulte num incomodo para os seus proprietários e ocasionalmente para os vizinhos.

Do ponto de vista operacional, o principal objectivo de um sistema de segurança é conseguir, por um lado: a detecção imediata (meios técnicos) de qualquer situação de risco que ponha em causa a normal actividade do cliente e, por outro: interromper (reacção por parte do cliente) a tentativa de roubo ou acto de vandalismo.

A tomada de consciência por parte do cliente, sobre o real valor e importância de um sistema de segurança nas suas instalações pessoais e / ou profissionais é fundamental para justificar as alterações / adaptações dos usos e costumes na utilização do(s) espaço(s) (públicos e/ou privados) por forma a incluir os procedimentos de segurança.

Infelizmente o retorno do investimento só se prova se, e quando, acontecer uma tentativa de assalto ou acto de vandalismo.

Mas o conforto que representa ter um sistema de segurança passará a fazer parte das necessidades do cliente e esse factor não tem preço...



Valia a pena pensar nisso...



Alexandre Chamusca
Consultor Soluções de Segurança

Composição extraída do livro técnico "Domótica e segurança electrónica: A Inteligência que se instala"