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8/08/2015

Vitórias silenciosas...



Na nossa vida somos muitas vezes levados a assumir opiniões e posições que nos expõem pessoal e profissionalmente.

Das várias posturas possíveis, existe a opção de condicionar positivamente o pensamento dos nossos interlocutores, levando-os a assumir opiniões e posições compatíveis com a nossa, mesmo que aparentemente estejam a usurpar a originalidade da perspectiva e a personalizar a própria iniciativa.

Quando o objectivo da argumentação é um meio para se conseguir um consenso na abordagem a um determinado assunto e não um fim, a perca de protagonismo em detrimento de um apoio inconsciente na consequente decisão pode e deve ser interpretada como uma vitória silenciosa.

Uma vitória que se for partilhada pode ser facilmente interpretada como um ato narcisista de prepotência, retirando todo o valor à acção.

Vitórias que apesar de silenciosas contribuem para a formação e realização pessoal do indivíduo e são percepcionadas pelos interlocutores como sinais positivos do seu carácter, perfilando-se como traços de condescendência e até afecto na forma de lidar com as situações.     

Apesar de poder não corresponder exactamente à postura natural do indivíduo, esta forma de negociar o consenso nas mais variadas situações, induz uma forma de estar mais ligeira e amigável em sociedade e na profissão, sendo o saldo positivo no reforço da estratégia de comunicação pessoal.

Desta análise resulta uma constatação que é possível desenvolver dois planos de comunicação pessoal paralelos, um que é convenientemente perceptível ao interlocutor e outro que é o verdadeiro motor oculto responsável pela realização pessoal e profissional do indivíduo.


Alexandre Chamusca

08/08/2015

7/12/2014

SERÁ POR UMA QUESTÃO DE SORTE?...


No desporto, como na profissão, o instinto treina-se...




Na competição, o 1º ganha Ouro...

O 2º Prata...

O 3º Bronze...
O 4º Nada...



Haverá assim tantas diferenças pessoais, profissionais e desportivas entre o 4º e o 3º?...



E entre o 2º e o 1º?...

Na profissão, como na vida, são as pequenas diferenças que nos evidenciam...

Mas como se treinam as pequenas diferenças (pessoal, profissional e desportivamente)?

  • Não chega ter-se instinto inato para desempenhar destacadamente uma função…
  • Não chega treinar muito para se ser o nº 1 no desporto preferido…
  • Não chega ser-se muito bom no que se faz para merecermos o respeito, a consideração e a oportunidade de provarmos que podemos fazer a diferença…


Resumindo:

  1. É preciso perceber o que mais se gosta de fazer na vida (pessoal, profissional e desportivamente);
  2. Avaliarmos o nosso próprio potencial (medir as nossas capacidades, competindo);
  3.  É preciso trabalhar muito e corrigir os erros detectados (nem sempre é fácil assumi-los);
  4. Ter muita sorte (a sorte acontece quando a preparação encontra a oportunidade);
Por muito bom que se seja e por muito que se treine, para se ter sucesso é     preciso que surjam sempre oportunidades na vida...

É para isso que temos de estar preparados e treinados...


Alexandre Chamusca 
Soluções Estratégicas Segurança
Partner XKT/ XKi