5/20/2013
8/31/2011
1/18/2011
Artigo na Visão Nº 930 Dez 2010 "Terror em casa" - Homejacking, o crime escondido
12/30/2010
Artigo de Opinião Revista IP - Instalações Profissionais Nº 33 Dez 2010
Resumo artigo:
O que é que a segurança electrónica tem a haver com a gestão?
Artigo da responsabilidade de:
Engº Alexandre Chamusca
Consultor Soluções Integradas de Segurança
Data: 30/12/2010
2/10/2009
Participação de Alexandre Chamusca nas Jornadas tecnológicas 2008
Alexandre Chamusca apresentou o tema e o livro técnico sobre a segurança electrónica e domótica, "A inteligência que se instala", da sua autoria, editado pela Ordem dos Engenheiros e patrocinado pela SIEMENS, HONEYWELL SECURITY, ESEGUR, GE SECURITY E XKT, Projectos e Instalações Técnicas Lda.
Alexandre Chamusca
Consultor Soluções Integradas Segurança
1/31/2009
Alexandre Chamusca na Arte&Construção Set 08
Apresentãção do livro técnico sobre domótica e segurança electrónica "A inteligência que se instala"
1º livro técnico dedicado ao tema da Domótica e Segurança Electrónica escrito em português.
Com um público-alvo muito alargado, escrevi "A inteligência que se instala" com a preocupação de também poder ser lido com interesse "por não técnicos".

O livro foi editado pela Ordem dos Engenheiros e contou com o patrocínio da Siemens, ESEGUR, Honeywell, GE e XKT.
Alexandre Chamusca
Engenheiro
Consultor Soluções Integradas Segurança
Alexandre Chamusca na revista O electricista Ago 07
Resumo do artigo:
Integração de sistemas - abordagem
Para que um edifício possa ser seguro, é preciso que os seus espaços sejam projectados, dimensionados e equipados com um conjunto de instalações técnicas, as quais devem ser correctamente utilizadas e conservadas através de equipas de manutenção.


Extraído do livro técnico do mesmo autor: “A inteligência que se instala”, editado pela Ordem dos Engenheiros e patrocinado pela Siemens, ESEGUR, Honeywell e XKT.
Alex na Revista IP Nº 4 Jan / Fev 07

A Domótica surge actualmente como o maior e melhor valor acrescentado das promoções imobiliárias, satisfazendo três necessidades básicas: conforto, segurança e comunicações. A 1ª parte visa preparar o leitor para os temas gerais da segurança electrónica e em particular para os da automação doméstica (Domótica);
a 2ª parte apresenta os fundamentos técnicos das diversas áreas de aplicação para que o leitor consiga compreender e interpretar as vantagens do recurso à segurança electrónica em geral e à Domótica, em particular;
a 3ª parte, trata das aplicações práticas de segurança e Domótica.
12/07/2008
Política de segurança - A nova base do investimento em segurança das empresas
O que é que se entende por política de segurança de uma empresa?Política de segurança é, ou deve ser, a estratégia de protecção de pessoas e bens considerada necessária e suficiente para manter controlado o nível de risco identificado para a empresa em geral e para cada uma das suas instalações em particular.
Uma vez que os riscos de ocorrência podem ser reduzidos, mas nunca eliminados, num projecto integrado de segurança devem estar previstas as medidas de reacção para interromper a acção criminosa, contando para o efeito, com a eficácia das medidas de detecção e dissuasão instaladas.
Do ponto de vista operacional, o principal objectivo de um projecto integrado de segurança é conseguir, por um lado: a detecção imediata (meios técnicos) de qualquer situação de risco que ponha em causa a normal actividade do cliente e, por outro: implementar uma capacidade efectiva de intervir (meios humanos) e eliminar ou reduzir ao máximo esse risco, afectando o menos possível, a actividade do cliente.
Para apoio à decisão, o cliente precisa de ter na sua posse, os dados necessários e suficientes para avaliar a sua exposição ao risco, e por conseguinte, aferir qual a solução integrada que melhor se adequa ao seu caso concreto.
O capital e o tempo empregues a gerir e controlar os riscos, dependem dos valores que se pretendem proteger.
Os órgãos de decisão da empresa devem entender por “risco”, a incerteza de uma perca financeira directa ou indirectamente relacionada com a área da segurança. Pelo que a empresa deve entender por análise de risco, uma ferramenta de gestão que permite fundamentar e justificar ao cliente o retorno do investimento, em medidas integradas de segurança, preconizadas para cada caso em concreto.
Eficácia versus o custo das soluções é portanto o factor chave para o adequado desenvolvimento e definição de um projecto integrado de segurança, à medida das necessidades e da vontade do cliente.
As soluções integradas de segurança devem ser estruturadas do ponto de vista do cliente, com o objectivo de reduzir e controlar os principais riscos detectados e sustentadas por um nível de prestação de serviços capaz de efectuar a detecção precoce de eventos com risco potencial e, caso se confirme a intenção criminosa, de uma efectiva capacidade de interrupção dessas ocorrências.
Ou seja, os níveis de serviço têm de ser previamente acordados com o cliente e devem ser implementadas medidas de controlo interno para assegurar o seu correcto cumprimento por cada operacional ao serviço.
Os níveis de prioridade e as rotinas de reacção e reporte das ocorrências devem estar previamente definidas e acordadas com o cliente e tal operativa só deve ser implementada se estiver operacional um sistema integrado de segurança pensado e programado à medida do serviço.
As soluções electrónicas são um meio e não um fim, num serviço integrado de segurança. Só assim se consegue minimizar o risco de falha humana e fazer o contrato de prestação de serviço depender de um nível de serviço pré-acordado com o cliente.
Estes devem ser os pressupostos para a definição e implementação de qualquer política de segurança numa empresa.
Excerto de artigo a publicar da autoria de Alexandre Chamusca
Consultor soluções integradas de segurança
08/12/08
4/27/2008
Uma casa na aldeia...
Ora muitas vezes, um dia ou dois é precisamente o tempo que a família dispõe para usufruir da casa, antes de regressar de novo ao ambiente citadino. O que significa abandonar a “casa da aldeia” quando ela começava a estar confortável para se lá habitar.
O que é geralmente preciso ter numa “casa da aldeia” para garantir o conforto mínimo no Inverno? Um radiador em cada divisão e um termoacumulador na casa de banho. Ora o ideal seria poder ligar esses aparelhos dois dias antes de lá chegar. Isto sem ter de se gastar muito dinheiro, quer nos equipamentos, quer na instalação e manutenção dos mesmos.
Será que é preciso ter uma casa inteligente para se conseguir ter as condições de conforto mínimas numa casa?
Obviamente que não.
Recorrendo a equipamentos de domótica é possível resolver eficazmente a situação:
O que eu preciso é de um comunicador telefónico (rede fixa ou GSM) que receba as ordens de comando e que as faça chegar aos módulos receptores ligados aos aparelhos eléctricos que pretendo comandar.
Uma vez que a segurança da “casa da aldeia” é um factor imprescindível, pois a casa encontra-se desocupada a maior parte do tempo, posso recorrer ao comunicador telefónico do alarme para enviar as ordens de comando, beneficiando das economias de escala que isso representa e se esse alarme for compatível com um sistema de domótica via rede eléctrica (terá integrado um interface de comando compatível), basta colocar módulos receptores nas tomadas eléctricas onde ligam os radiadores e o termoacumulador (o próprio cliente os pode instalar evitando recorrer a um técnico especializado), para poder usufruir da função simples, mas muito útil, de aquecer os quartos e a água na sua “casa da aldeia”.
Quanto é que isto pode custar?
Um pequeno sistema de alarme com comunicador telefónico (linha fixa) que integre um interface de domótica custa aproximadamente € 250 e cada módulo receptor para comandar aparelhos pela rede eléctrica custa aproximadamente € 40.
Se considerarmos 3 divisões e uma casa de banho, gastaria € 410 para instalar a solução descrita.
Será que a segurança e o conforto da sua “casa da aldeia” não merecerá este investimento? A si de julgar.
Alexandre Chamusca
Consultor de Segurança e Domótica
(Artigo adaptado do livro técnico do mesmo autor "A inteligência que se instala")
4/19/2007
Exemplos de algumas aplicações de domótica inovadoras e que se podem encontrar hoje no mercado?
Na actual conjectura do ramo da construção, a Domótica surge como o maior e melhor valor acrescentado das promoções imobiliárias, sendo as soluções dimensionadas e custeadas mediante o alvo pretendido, tal como acontece com outros ramos de actividade comercial.
Com especial aplicação em moradias, a Domótica aplica-se “à escala” em apartamentos, pequenos escritórios e lojas, sendo inúmeras as hipóteses de escolha, não só ao nível das marcas como também no grau de integração e interacção entre sistemas.
Tornar uma casa inteligente significa que sejam instalados sistemas eléctricos e electrónicos capazes de substituir inúmeras operações manuais os quais, mediante determinadas condições, devem “decidir” acções automáticas que se traduzem em óbvias vantagens do ponto de vista de segurança e conforto na habitação.
A título de exemplo, é de salientar a integração de alarme sem fios (via rádio frequência) de última geração com comunicadores GSM proporcionando o controlo bidireccional do alarme, via mensagens escritas a partir de telemóveis de qualquer operador. Assim entre outras funções, o utilizador pode armar ou desarmar o alarme remotamente, saber quando alguém desliga ou liga o alarme, quando há falha de corrente em casa, corte de linha telefónica ou que tipo de alarme está a ocorrer em casa (intrusão, pânico, fuga de gás ou água, fogo) com um custo de chamadas controlado. Isto tudo através de simples mensagens escritas no telemóvel!
As pessoas em geral acham a Domótica complexo e cara. Qual é a sua opinião?

A domótica, tal como outras áreas de equipamentos eléctricos e electrónicos, vai do muito simples ao muito sofisticado. Tudo dependa da aplicação e do grau de integração pretendido. O que é fácil para uns pode ser considerado difícil para outros.
O importante é que a pessoa: projectista, instalador, promotor ou simplesmente, cliente final, saiba avaliar e escolher qual a solução que melhor corresponde às suas necessidades.
Para mais informações sobre o livro contactar geral@xkt.pt
Em termos de mercado (novas aplicações, venda etc) como tem sido a evolução deste sector?
O mercado da Domótica reúne um universo muito vasto de marcas, sistemas e aplicações técnicas integradas, do muito simples ao muito sofisticado e do muito barato ao muito caro. Mas todos têm o mesmo fim: Proporcionar o conforto à medida do cliente.
O mercado apresenta constantemente novos equipamentos que visam garantir as melhores condições de conforto, mediante os conceitos e as preferências ao nível do bem estar de determinados segmentos sócio culturais.
Por outro lado, o público em geral, vai tendo conhecimento das novas aplicações e vai exigindo cada vez mais, face aos produtos existentes. Equipamentos que se destinavam a um público alvo mais evoluído em termos de sofisticação e do modo de funcionamento, passam progressivamente a interessar a um número maior de potenciais clientes, banalizando progressivamente determinadas soluções, que à partida foram desenvolvidas e apresentadas inicialmente como exclusivas em mercados de luxo.
Essa evolução permite promover marcas e serviços de excelência, massificando-se conceitos e aplicações. Consequentemente, os preços baixam, tornando essas mesmas aplicações acessíveis a um maior número de interessados com menor poder de compra. Estas são regras de mercado que fazem evoluir, por um lado, o nível de sofisticação das soluções e por outro, a capacidade de aceitação dos clientes finais às novas tecnologias.
Domótica e edifícios inteligentes é a mesma coisa?
Na realidade existe uma diferença entre edifícios inteligentes e domótica.
A diferença está essencialmente na escala e no grau de sofisticação da aplicação. Enquanto numa casa temos, por exemplo, dezenas de pontos a controlar, num edifício é fácil termos centenas. Por outro lado, o grau de sofisticação duma aplicação para uma casa pode e deve ser o mais simples possível, de modo a não obrigar o utilizador final a ter um determinado tipo de formação, enquanto que para um edifício, o grau de sofisticação da aplicação geralmente obriga à formação de quadros específicos para lidarem com a “inteligência” do sistema de GESTÃO TÉCNICA do edifício. É como comparar uma máquina de lavar roupa doméstica com uma máquina de lavar roupa industrial. As duas lavam roupa... mas quanto ao resto, não são comparáveis.
3/10/2007
O mercado da Domótica
Os sistemas de alarme contra intrusão, incêndio e controlo de acessos não passam de autómatos dedicados à segurança electrónica que, por sua vez, podem integrar qualquer dos meios de telecomunicações disponíveis no mercado, para serem monitorizados e/ou operados remotamente.
Por outro lado, os sistemas de CFTV (Circuito Fechado de TV) recorrem aos mais sofisticados programas de software para processar e analisar as imagens captadas nas câmaras de segurança.
A integração destes sistemas e a sua compatibilidade com outros autómatos especificamente desenvolvidos para controlar luzes e aparelhos ao nível doméstico (automação doméstica ou domótica), veio alargar os desafios da engenharia para níveis aplicacionais em que só a imaginação é o limite.
Bem vindo ao formidável mundo da domótica!
Extraído do livro:
Domótica & Segurança Electrónica
"A Inteligência que se Instala" da autoria de Alexandre Chamusca,
editado pela Ordem dos Engenheiros
12/10/2006
Q&A: Quais as mais importantes vantagens da introdução dos sistemas de domótica quando os edifícios estão em construção?
Começando pelas necessárias:
- segurança (intrusão e alarmes técnicos),
- controlo de energia (controlo de radiadores e/ou equipamentos de ar condicionado),
- comunicações (reporte automático de alarmes, tele-acções);
Passando para as úteis:
- controlo de luzes e aparelhos;
- controlo de motorizações;
- controlo integrado de TV / Vídeo / Hi-Fi;
12/05/2006
O Melhor Amigo "VIRTUAL" do Homem
Se quando um amigo do alheio se aproximar de uma casa e ouvir um cão ladrar e uma luz acender-se, hesitará concerteza em prosseguir o seu intento...
Este meio eficaz de dissuasão pode ser conseguido com uma solução de domótica: o cão virtual.
O sistema é composto por um detector de movimento que comunica por rádio frequência com uma unidade de som que emita o ladrar de um cão feroz e 15 segundos depois emite uma ordem de comando pela rede eléctrica, para acender uma luz.
Os sistemas de alarme convencionais são bastante eficazes, mas têm uma desvantagem: o intruso já forçou a entrada na casa quando o alarme sonoro dispara.
Com o Cão Virtual, a segurança é feita no exterior, sendo por isso um factor de dissuasão bastante eficaz.























