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5/20/2013

Inteligência na segurança em edifícios habitacionais

Artigo de Alexandre Chamusca publicado na revista PROTEGER Jan-Abr 2013






1/18/2011

Artigo na Visão Nº 930 Dez 2010 "Terror em casa" - Homejacking, o crime escondido












"Homejacking" - O pior pesadelo de qualquer família...
É por isso que é preciso pensar a nossa segurança e não deixar ao acaso, o nosso conforto familiar...
 
Devia pensar nisso...
 
Alexandre Chamusca
Consultor Soluções Electrónicas de Segurança




 

12/30/2010

Artigo de Opinião Revista IP - Instalações Profissionais Nº 33 Dez 2010


Resumo artigo:

O que é que a segurança electrónica tem a haver com a gestão?
Aparentemente nada, mas na prática o nível de integração e controlo dos dados e imagens relativos à segurança das pessoas e bens, que os sistemas electrónicos de segurança proporcionam, podem torná-los numa poderosa ferramenta de gestão interna, com reflexos significativos na optimização / redução de custos associados à prestação de serviços de vigilância humana.


Artigo da responsabilidade de:

Engº Alexandre Chamusca
Consultor Soluções Integradas de Segurança
Data: 30/12/2010

4/27/2008

Uma casa na aldeia...


São muitas as famílias que possuem uma “casa na aldeia” e que aproveitam as oportunidades dos tempos livres para aí passarem alguns dias.

Como essas casas estão a maior parte do tempo fechadas, o que geralmente acontece é que no Inverno estão muito frias e no Verão muito quentes, o que cria um certo desconforto quando se entra em casa, demorando o espaço interior, um dia ou dois a adquirir o ambiente ideal para nela se habitar.

Ora muitas vezes, um dia ou dois é precisamente o tempo que a família dispõe para usufruir da casa, antes de regressar de novo ao ambiente citadino. O que significa abandonar a “casa da aldeia” quando ela começava a estar confortável para se lá habitar.

O que é geralmente preciso ter numa “casa da aldeia” para garantir o conforto mínimo no Inverno? Um radiador em cada divisão e um termoacumulador na casa de banho. Ora o ideal seria poder ligar esses aparelhos dois dias antes de lá chegar. Isto sem ter de se gastar muito dinheiro, quer nos equipamentos, quer na instalação e manutenção dos mesmos.

Será que é preciso ter uma casa inteligente para se conseguir ter as condições de conforto mínimas numa casa?

Obviamente que não.


Recorrendo a equipamentos de domótica é possível resolver eficazmente a situação:
O que eu preciso é de um comunicador telefónico (rede fixa ou GSM) que receba as ordens de comando e que as faça chegar aos módulos receptores ligados aos aparelhos eléctricos que pretendo comandar.

Uma vez que a segurança da “casa da aldeia” é um factor imprescindível, pois a casa encontra-se desocupada a maior parte do tempo, posso recorrer ao comunicador telefónico do alarme para enviar as ordens de comando, beneficiando das economias de escala que isso representa e se esse alarme for compatível com um sistema de domótica via rede eléctrica (terá integrado um interface de comando compatível), basta colocar módulos receptores nas tomadas eléctricas onde ligam os radiadores e o termoacumulador (o próprio cliente os pode instalar evitando recorrer a um técnico especializado), para poder usufruir da função simples, mas muito útil, de aquecer os quartos e a água na sua “casa da aldeia”.

Quanto é que isto pode custar?

Um pequeno sistema de alarme com comunicador telefónico (linha fixa) que integre um interface de domótica custa aproximadamente € 250 e cada módulo receptor para comandar aparelhos pela rede eléctrica custa aproximadamente € 40.

Se considerarmos 3 divisões e uma casa de banho, gastaria € 410 para instalar a solução descrita.

Será que a segurança e o conforto da sua “casa da aldeia” não merecerá este investimento? A si de julgar.



Alexandre Chamusca
Consultor de Segurança e Domótica

(Artigo adaptado do livro técnico do mesmo autor "A inteligência que se instala")

2/28/2007

A domótica em Portugal


Hoje a Domótica não é uma novidade em Portugal! E a prová-lo está a existência de várias empresas a operar no ramo, com a representação e distribuição de diversas marcas internacionais, especificamente dedicadas à Domótica.

Envolvido nesta área de negócio desde 1994, tenho acompanhado a evolução técnica das soluções de "Domótica" e a sua gradual aplicação no mercado português.


Quer pelo número, quer pela diversificação dos locais das instalações, a Domótica é já uma realidade em muitas casas portuguesas, variando embora o grau de sofisticação e integração dos sistemas instalados, de caso para caso, consoante a "vontade" de cada cliente.


Um termostato que liga um equecedor, um atendedor de chamadas que grava uma mensagem quando ninguém está em casa, ou um vídeo que começa a gravar à hora programada são alguns dos automatismos já disponíveis ma maior parte das casas, para as pessoas aumentarem o seu conforto e bem estar.


No entanto estes automatismos não são nada comparados com aquilo que já é possível dispor para se optimizar o conforto, aumentando significativamente o bem estar e diminuindo o esforço (físico e financeiro), ao mesmo tempo que são salvaguardados aspectos cada vez mais imprescindíveis. como a segurança e o das comunicações.

Caminha-se assim, cada vez mais ao encontro dos conceitos fundamentais da domótica.
Associado ao conceito do comando e controlo dos diversos níveis de conforto em casa, a palavra Domótica passou a fazer parte do vocabulário do protuguês moderno.

Extrato do livro "A inteligência que se instala" da autoria de Alexandre Chamusca