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12/01/2016

Licença de uso e porte de arma....


Existem várias formas de defesa pessoal mas para um engenheiro eletrotécnico, diretor de segurança eletrónica em várias empresas de segurança nos últimos 25 anos e responsável pela certificação na PSP da sua própria empresa (XKT, Projetos e Instalações Técnicas Lda) como consultora especializada em soluções de segurança, ser distinguido com a licença de uso e porte de arma Classe B1 representa, acima de qualquer razão de defesa pessoal, o assumir do expoente máximo da responsabilidade da segurança pessoal.


É para mim uma honra fazer parte do círculo restrito dos cidadãos detentores desta licença.
Passo assim a possuir as seguintes licenças de uso e porte de armas:
B1, C, D e E.

Alexandre Chamusca

11/08/2015

MUDANÇA DE PARADIGMA...

Mudança de paradigma...

A forma como pensamos nas coisas não tem de ser sempre a mesma.


Os estereótipos não nos devem ser impostos pelo que conhecemos do passado...
A capacidade de aceitar a mudança é uma prova de inteligência.
Pense por si, decida por si, seja responsável.

A melhor forma de pensar é a que trouxer mais valor.



Partner XKi
Security Management Consulting

10/27/2015

Entregar a Carta a Garcia



A história é simples: 

Quando se iniciou a guerra entre a Espanha e os Estados Unidos, o Presidente dos Estados Unidos, William McKinley, teve necessidade de comunicar rapidamente com o comandante dos rebeldes cubanos, o General Garcia, que se encontrava algures nas montanhas de Cuba. 
Como não era possível comunicar por correio, nem por telégrafo o Presidente mandou chamar Rowan e deu-lhe uma carta para entregar a Garcia. 
Rowan pegou na carta e, sem perguntar onde estava o General, guardou-a numa bolsa impermeável junto ao coração. Quatro dias depois, chegava à costa cubana pela calada da noite, num pequeno barco. 
De imediato, iniciou a travessia de um país hostil percorrendo a pé montes e vales, entregou a carta a Garcia e saiu pelo outro lado da ilha em apenas três semanas. 

Rowan recebeu uma missão e, sem fazer perguntas, executou-a com total autonomia revelando excelente capacidade de iniciativa e espírito empreendedor.

Mas qual é ou deve ser, a moral da história?

Saber agir com competência, como aconteceu com Rowan, é resultado da combinação: 
- Saber interpretar racionalmente a missão (competência pessoal); 
- Saber como agir (competência profissional); 
- Ter a confiança de poder agir (competência empresarial).

Nem sempre esta combinação de competências é reconhecida pelos órgãos gestores das empresas, sendo muitas iniciativas pessoais consideradas como abusos de confiança ou manifestações em busca de protagonismo.

Mas se forem devidamente analisadas e testadas, quem possuir e praticar genuinamente esta combinação de competências, pode e deve ser considerado um parceiro estratégico para qualquer negócio ou actividade de responsabilidade.  


Alexandre Chamusca
25/10/2015

10/20/2015

A inevitável automatização dos serviços de segurança



Acha o vídeo impressionante, certo?
O que a maravilha da tecnologia faz...

Mas quando surgiu a solução, muitos foram os que se indignaram e se manifestaram contra...
Porquê? 
Porque a solução veio eliminar imensos postos de trabalho...
De operários válidos e muito eficazes mas que não conseguiam competir com tamanha produtividade, perfeição e eficácia... 
A intervenção humana passou a ser mais valorizada onde a máquina não consegue trabalhar e ao nível dos acabamentos...

Hoje este tipo de automatizações dos serviços na construção é perfeitamente aceite pelo mercado de trabalho e a competitividade dos prestadores de serviços depende muitas vezes das soluções automatizadas que consegue integrar nas empreitadas, com óbvias economias de escala, conseguindo reduções significativas nos custos logísticos e nos prazos de execução.

Na segurança privada a prestação dos serviços continua 98% dependente do fator humano e na maior parte dos casos, tratam-se de serviços básicos de presença física e/ou de portaria, de muito baixo valor securitário...

As empresas precisam de soluções de segurança, que sejam dimensionadas para dissuadir, detetar e interromper ameaças comuns à sua normal atividade e de uma capacidade de reação eficaz, em caso de perigo para as pessoas, bens e instalações que frequentam o espaço.

Tal como noutros sectores do mercado da prestação de serviços, as soluções de segurança precisam integrar automatismos (alarmes), automatizar processos (deteção e monitorização vídeo local e/ou remota) e automatizar procedimentos (operativas de reação de segurança) para poder corresponder às expectativas dos clientes, em função das suas reais necessidades de segurança externa e interna (exposição ao risco).

Se a oferta dos serviços de segurança for estruturada na perspetiva do cliente, as soluções de segurança surgem aos potenciais clientes como uma ferramenta de gestão capaz de controlar os seus níveis internos e externos de exposição ao risco, deixando de estar dependente quase exclusivamente do fator humano e passando a estar dependente da maior ou menor capacidade de interrupção de uma situação considerada e assumida pelo cliente como sendo de risco (intrusão, incêndio, controlo de acessos, de espaços e de pessoas).

O envolvimento do cliente na solução de segurança fará com o avalie o retorno do investimento e deixe de percecionar a sua própria segurança como um custo.

É precisamente no compromisso entre a solução de segurança contratada e o custo potencial da sua insegurança, que o cliente irá justificar o retorno do investimento feito em segurança.

Política de segurança interna de uma empresa é a sua estratégia de proteção de pessoas, bens e espaços, considerada necessária e suficiente para manter controlado o nível de risco identificado.

O cliente deixará de comprar a segurança como sendo uma “comodity” necessária e passa a comprá-la por níveis de serviço, em que o fator humano surge com um grau de especialização e qualidade compatível com o nível de serviço pretendido, integrado na sua política de segurança interna.   

Será este o pressuposto que os órgãos decisores das estruturas empresariais terão em linha de conta na estruturação dos cadernos de encargos para a contratação de futuras prestações de serviços de segurança.

Os cadernos de encargos vão basear-se na política interna de segurança desenhada à medida das reais necessidades de cada empresa ou grupo de empresas e o custo da prestação de serviços será estimado em função da maior ou menor capacidade de implementação das medidas de segurança nela implícita.


 Alexandre Chamusca
Partner XKi
Security Management Consulting

6/27/2015

Roleta da vida...

Atentado na Tunísia mata 27 turistas

Este ataque surge três meses depois de um sangrento ataque no museu Bardo, em Tunes, levado a cabo por militantes do Estado Islâmico e que culminou com a morte de 19 turistas.

O atentado de hoje não foi, para já, reivindicado.


Os Europeus e a sua forma de viver a vida em sociedade são, ao mesmo tempo, uma ameaça e a razão de existir dos movimentos radicais Islâmicos...

Uma ameaça porque são quem os pode derrotar e a razão de existir porque são o veículo para darem a conhecer ao mundo a sua política de terror...


Alexandre Chamusca

12/21/2014

O valor acrescentado da consultoria especializada em segurança

     

Homens armados roubam uma das mais luxuosas lojas de Berlim - sicnoticias.sapo.pt

Um grupo de homens armados assaltou a maior loja de Berlim, na Alemanha. A polícia tem montada uma operação de busca para tentar encontrar os ladrões, que levaram, sobretudo, jóias e relógios.

Para que os "meios" justifiquem os "fins" é preciso saber qual é grau de exposição ao risco e os níveis da ameaça directa e indirecta...

Falhando a análise, falham os meios...

Falhando os meios, acontece o que o cliente não espera que aconteça, porque está iludido relativamente ao seu grau de protecção: São roubados escandalosamente...

Além dos prejuízos, é preciso que o cliente tenha consciência que, além dos prejuízos, terá de voltar a mandar avaliar o grau de exposição ao risco e investir no aumento dos níveis de protecção...

Resumindo:



Porquê não fazer as coisas como deve ser, logo à partida? 

Esse trabalho de consultoria especializada em segurança é mais importante do que possa parecer à 1ª vista e em vez de ser interpretado como um custo, devia ser enquadrado num investimento estratégico da empresa na sua própria solução integrada de segurança...


Alexandre Chamusca
Partner XKi
Security Management Consulting

7/18/2014

O efeito de borboleta....

O efeito borboleta na segurança interna das empresas Multinacionais...




A teoria "efeito borboleta" mostrou que se forem introduzidas diferenças mínimas nas condições de base de modelos empresariais que incluam um nível de reacção, obtêm-se consequências significativamente diferentes nos resultados analisados...

O patrão de uma pequena empresa de 10 funcionários pode facilmente esforçar-se e saber exactamente o que cada empregado está a fazer em qualquer altura do trabalho. 

Se multiplicarmos por 500 o número de funcionários e os distribuirmos por vários países do mundo, torna-se evidente que os Directores têm um problema sério de gestão de Recursos Humanos...

Então qual é a solução para resolver este problema de “efeito borboleta” na segurança interna das empresas Multinacionais?....


Pensar em contratar uma equipa de consultores especialistas em Soluções Estratégicas de Segurança….



Alexandre Chamusca
XKT/XKi
Soluções Estratégicas de Segurança

7/12/2014

SERÁ POR UMA QUESTÃO DE SORTE?...


No desporto, como na profissão, o instinto treina-se...




Na competição, o 1º ganha Ouro...

O 2º Prata...

O 3º Bronze...
O 4º Nada...



Haverá assim tantas diferenças pessoais, profissionais e desportivas entre o 4º e o 3º?...



E entre o 2º e o 1º?...

Na profissão, como na vida, são as pequenas diferenças que nos evidenciam...

Mas como se treinam as pequenas diferenças (pessoal, profissional e desportivamente)?

  • Não chega ter-se instinto inato para desempenhar destacadamente uma função…
  • Não chega treinar muito para se ser o nº 1 no desporto preferido…
  • Não chega ser-se muito bom no que se faz para merecermos o respeito, a consideração e a oportunidade de provarmos que podemos fazer a diferença…


Resumindo:

  1. É preciso perceber o que mais se gosta de fazer na vida (pessoal, profissional e desportivamente);
  2. Avaliarmos o nosso próprio potencial (medir as nossas capacidades, competindo);
  3.  É preciso trabalhar muito e corrigir os erros detectados (nem sempre é fácil assumi-los);
  4. Ter muita sorte (a sorte acontece quando a preparação encontra a oportunidade);
Por muito bom que se seja e por muito que se treine, para se ter sucesso é     preciso que surjam sempre oportunidades na vida...

É para isso que temos de estar preparados e treinados...


Alexandre Chamusca 
Soluções Estratégicas Segurança
Partner XKT/ XKi